
Rio de Janeiro tem 16 candidatos ao Senado disputando duas vagas em outubro
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Os eleitores do Rio de Janeiro escolhem dois senadores no primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, entre 16 candidaturas oficializadas na Justiça Eleitoral. O estado tem mais de 13 milhões de eleitores distribuídos em 92 municípios, e o voto é dado pelo número de três dígitos do candidato na urna eletrônica. A disputa integra a renovação de dois terços do Senado Federal, com 54 das 81 cadeiras em jogo e mandatos de oito anos para os eleitos. Entre os concorrentes estão a deputada federal Benedita da Silva, os deputados federais Carlos Jordy e Marcelo Crivella, o senador Carlos Portinho, que tenta a reeleição, a vereadora Monica Benicio, o deputado federal Pedro Paulo e o ex-prefeito de Belford Roxo Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Os eleitores do Rio de Janeiro escolhem dois senadores no primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, entre 16 candidaturas oficializadas na Justiça Eleitoral. O estado tem mais de 13 milhões de eleitores distribuídos em 92 municípios, e o voto é dado pelo número de três dígitos do candidato na urna eletrônica.
Direita
O eleitorado fluminense terá em 4 de outubro a chance de renovar sua representação no Senado, casa que fiscaliza o Poder Executivo, abre Comissão Parlamentar de Inquérito e aprova ou rejeita indicações do presidente da República para o Supremo Tribunal Federal e para a Procuradoria-Geral da República.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Serviço eleitoral estrito: lista as 16 candidaturas em ordem alfabética, com número de urna, partido e resumo de trajetória em extensão equivalente, de Benedita da Silva a Vinicius Benevides. Explica atribuições do Senado (fiscalizar o Executivo, abrir Comissão Parlamentar de Inquérito, aprovar indicações ao Supremo Tribunal Federal e à Procuradoria-Geral da República) sem juízo de valor. Vocabulário neutro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
A seleção dos perfis privilegia o campo conservador (Carlos Jordy, Carlos Portinho, Marcelo Crivella e Waguinho, quatro dos sete detalhados) e valoriza trajetórias de ordem e mérito individual, como o percurso de Waguinho de faxineiro a prefeito e a liderança de Portinho no governo Jair Bolsonaro. A candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro aparece em destaque no bloco de mandatos. Fatos corretos, mas o recorte editorial pende à direita.
Perspectivas omitidas
O Rio de Janeiro tem 16 candidaturas registradas para as duas vagas de senador em disputa nas eleições de 2026. Mais de 13 milhões de eleitores decidem em 4 de outubro quem ocupará as cadeiras por oito anos, num Senado que renova dois terços de sua composição e decide sobre indicações ao Supremo Tribunal Federal.
Os eleitores do Rio de Janeiro vão escolher dois senadores no primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, e encontrarão 16 candidaturas oficializadas na Justiça Eleitoral. São mais de 13 milhões de eleitores distribuídos por 92 municípios, que votam digitando na urna eletrônica o número de três dígitos do candidato. A disputa fluminense integra a renovação de dois terços do Senado Federal: das 81 cadeiras da casa, 54 estão em jogo neste ano, com mandato de oito anos para quem for eleito.
A cobertura de centro descreveu o pleito pelo lado do serviço ao eleitor, listando as 16 candidaturas com nome, partido e número, e explicando o que faz um senador. Cabe à casa fiscalizar o Poder Executivo, criar Comissão Parlamentar de Inquérito e aprovar ou barrar indicações do presidente da República para cargos como o de diplomata, procurador-geral da República e ministro do Supremo Tribunal Federal. Concorrem Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Carlos Portinho (PL), Cleber Ribeiro Afonso (Democrata), Helio Secco (Missão), Luciano Mattos (PRTB), Luiz Eugenio (PCO), Marcelo Crivella (Republicanos), Marcos Dias (Podemos), Michelly Xavier (UP), Monica Benicio (PSOL), Clemente Sebastião de Almeida Campos (Democrata), Paula Falcão (PSTU), Pedro Paulo (PSD), Vinicius Benevides (UP) e Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (Republicanos).
Todos os lados convergem no quadro dos mandatos em curso. Romário (PL), eleito em 2022, segue no cargo até 2031. Flávio Bolsonaro (PL) e Carlos Portinho (PL) encerram seus mandatos neste ano: Portinho, que assumiu a cadeira em 2020 como primeiro suplente de Arolde de Oliveira, tenta agora a eleição pelo voto direto, enquanto Flávio Bolsonaro deixa o Senado para concorrer à Presidência da República.
Veículos de direita apresentaram a disputa por meio de perfis selecionados, com peso maior para nomes do campo conservador e ênfase em trajetórias de mérito individual e experiência administrativa. Esse recorte destacou a passagem de Portinho pela liderança do governo Jair Bolsonaro no Senado, a votação expressiva de Carlos Jordy em 2018, o percurso de Waguinho do posto de faxineiro na Câmara de Belford Roxo à prefeitura da cidade e o retorno de Marcelo Crivella ao Congresso depois de ter presidido a prefeitura do Rio. Entre veículos de esquerda não houve, até o momento, cobertura própria deste guia eleitoral, e a leitura desse mesmo quadro pelo campo progressista tende a girar em torno da representatividade: a candidatura de Benedita da Silva, primeira mulher negra eleita senadora e que trabalhou como vendedora ambulante e empregada doméstica antes de ajudar a fundar o Partido dos Trabalhadores, e a de Monica Benicio, viúva da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, com atuação em direitos humanos e em pautas LGBTQIAP+.
A divergência de enquadramento fica clara na escolha de quem aparece. Enquanto a lista de centro trata os 16 concorrentes com extensão parecida, incluindo candidaturas de partidos pequenos como PCO, PSTU e Unidade Popular, o recorte à direita detalhou sete nomes e não explicitou o critério que os classificou como principais. Nenhuma das coberturas apresentou números de pesquisa de intenção de voto para a disputa fluminense ao Senado, embora ambas citem a existência de levantamentos ao justificar quem estaria mais bem colocado.
O que ainda não se sabe é justamente o tamanho de cada candidatura. Não há, no material disponível, percentuais de intenção de voto, informação sobre a situação de deferimento de cada registro no Tribunal Superior Eleitoral, dados de financiamento de campanha ou definição de como os partidos vão distribuir tempo de propaganda entre os concorrentes ao Senado e os candidatos ao governo do estado.
As coberturas concordam no quadro objetivo da disputa: 16 candidaturas registradas para duas vagas, primeiro turno em 4 de outubro, mandato de oito anos e renovação de dois terços do Senado Federal. Também convergem sobre os mandatos em curso, com Romário até 2031 e as cadeiras de Flávio Bolsonaro e Carlos Portinho em jogo neste ano.

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