
Real Time Big Data: no 2º turno, Flávio tem 56%, e Lula, 33% em Goiás
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Como decidimos →Uma sequência de pesquisas divulgadas entre 8 e 14 de julho de 2026 mostra cenário oscilante na disputa presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Institutos nacionais como Nexus/BTG, Meio/Ideia e Futura/Apex indicam empate técnico ou vantagem de Lula no segundo turno, enquanto levantamentos regionais em Goiás mostram Flávio à frente. As convenções que oficializam as candidaturas já têm data marcada.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Reporta o empate técnico Lula-Flávio no segundo turno com transparência sobre custo (R$ 160 mil) e contratante (empresa Futura), sem enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Reporta o cenário de segundo turno Nexus/BTG com comparação à rodada anterior (29 de junho) e múltiplos confrontos simulados, de forma neutra.
Análise editorial
Reporta o cenário de primeiro turno Nexus/BTG, com todos os pré-candidatos testados e comparação com a rodada de junho, de forma factual.
Análise editorial
Relato factual das datas e locais das convenções do PL e do PT, com justificativas dadas pelos próprios partidos, sem enquadramento ideológico do texto.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Reporta cenários de primeiro e segundo turno, rejeição e ficha técnica (custo, contratante, registro no TSE) de forma neutra e verificável.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
O texto dá amplo espaço às críticas de Caiado e Lula contra Flávio sobre conduta moral e tarifaço, mas não busca a versão do senador sobre a acusação específica de corrupção, o que compromete o equilíbrio apesar do tom factual geral.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Análise editorial
Reporta múltiplos cenários de segundo turno (com Flávio, Michelle, Caiado, Zema, Renan Santos) de forma equilibrada, com transparência sobre uso de IA na apuração e revisão editorial.
Análise editorial
Conteúdo idêntico ao da versão AMP (artigo 65235): amplo espaço às críticas de Caiado e Lula contra Flávio, sem busca de resposta do senador à acusação específica.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Análise editorial
Relata apenas o cenário de segundo turno da pesquisa Real Time Big Data em Goiás, com ficha técnica completa, sem enquadramento ideológico do texto.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Cobertura mais completa da mesma pesquisa Real Time Big Data em Goiás, incluindo primeiro turno, segundo turno e rejeição, sem adjetivação avaliativa dos candidatos.
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Embora o publisher tenha viés editorial de direita, o texto se limita a relatar números da pesquisa Real Time Big Data no Maranhão, com tabelas de primeiro e segundo turno, ficha técnica e registro na Justiça Eleitoral, sem adjetivação avaliativa sobre os candidatos.
Perspectivas omitidas
A corrida presidencial de 2026 entra em fase decisiva com uma sequência de pesquisas divulgadas entre 8 e 14 de julho que mostram cenário de instabilidade entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Enquanto alguns institutos apontam vantagem confortável de Lula, outros mostram Flávio à frente ou tecnicamente empatado, revelando uma disputa sensível a variações regionais e metodológicas.
Em nível nacional, os institutos Nexus/BTG e Futura/Apex flagraram empate técnico no segundo turno: Lula tem 47% contra 44% de Flávio, segundo o BTG, e 46,3% a 46,1% pela Futura/Apex, dentro da margem de erro em ambos os casos. Já a pesquisa Meio/Ideia, divulgada em 8 de julho, apontou Lula com 45% ante 40% de Flávio, também dentro do limite estatístico. No primeiro turno, Lula mantém vantagem em praticamente todos os levantamentos, oscilando entre 40% e 45% das intenções de voto, com Flávio na casa dos 32% a 34%.
O quadro nacional contrasta com pesquisas estaduais. No Maranhão, a Real Time Big Data mostrou Lula disparado, com 60% no primeiro turno contra 22% de Flávio, em um dos maiores colégios eleitorais do Nordeste, região historicamente favorável ao petista. Já em Goiás, o mesmo instituto indicou o oposto: Flávio lidera o segundo turno com 56% contra 33% de Lula, enquanto o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) aparece à frente no primeiro turno, com 37%, seguido tecnicamente empatados por Lula (27%) e Flávio (25%).
Veículos de esquerda destacaram que a liderança nacional de Lula nos institutos mais robustos, somada à disparidade a seu favor no Maranhão, evidencia a força de políticas sociais entre o eleitorado mais vulnerável, e atribuíram a rejeição elevada de Flávio ao desgaste do bolsonarismo e às suspeitas de corrupção que cercam aliados do senador. A cobertura de centro, predominante no conjunto de reportagens, limitou-se a registrar os números de cada pesquisa, suas metodologias e margens de erro, sem atribuir causas às oscilações. Já veículos de direita enfatizaram os resultados em que Flávio aparece à frente ou empatado, como em Goiás e na pesquisa Gerp/Aesp (45% a 42%), interpretando-os como sinal de desgaste do governo Lula, e destacaram a alta rejeição do presidente registrada pela Futura/Apex (47,6%).
Um episódio à parte movimentou a disputa interna da oposição: durante a Agenda dos Presidenciáveis 2026, promovida pela Confederação Nacional do Comércio, Ronaldo Caiado afirmou que quem votar em Flávio no primeiro turno vai reeleger Lula, argumentando que a conduta moral e as suspeitas de envolvimento com esquemas de corrupção definirão o eleitorado no segundo turno. A fala ecoou críticas do próprio Lula à família Bolsonaro, feitas após a viagem de Flávio aos Estados Unidos para discutir o tarifaço americano sobre produtos brasileiros.
As candidaturas devem ganhar formato oficial nas próximas semanas. O PL confirmou que lançará Flávio Bolsonaro em convenção no dia 25 de julho, no Mercado Pago Hall, em São Paulo, também usada para oficializar candidatos a governos estaduais e ao Congresso. O PT, por sua vez, marcou sua convenção nacional para 2 de agosto, no Expo Center Norte, também na capital paulista, quando Lula deve lançar oficialmente sua sétima candidatura à Presidência ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin.
O que ainda não está claro é por que institutos divulgados na mesma semana chegam a resultados tão distintos entre si, nem se a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro assumirá candidatura própria caso Flávio enfrente dificuldades. Também não há pesquisa recente que meça o impacto direto das convenções de julho e agosto sobre as intenções de voto.
Todos os lados reconhecem que a disputa presidencial de 2026 entre Lula e Flávio Bolsonaro está tecnicamente acirrada em nível nacional, com institutos como Nexus/BTG e Futura/Apex mostrando margens dentro do erro amostral, e que ambos os pré-candidatos têm índices de rejeição elevados.

Levantamento entrevistou 2.000 pessoas em todo o território nacional, de 7 a 11 de julho; margem de erro é de 2,2 pontos

Levantamento ouviu 2.003 pessoas entre os dias 10 e 12 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa entrevistou 2.003 pessoas, entre os dias 10 e 12 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento publicado nesta quarta-feira indica amplo favoritismo do petista entre o eleitorado do Maranhão

PL e PT marcaram convenções partidárias para 25 de julho e 2 de agosto, respectivamente. Atos representam a oficialização dos candidatos, e antecedem o registro dos nomes na Justiça Eleitoral

Levantamento da Meio/Ideia mostra que o petista fica numericamente à frente; presidente lidera cenários de 1º turno. Leia no Poder360.
Pré-candidato considera que a conduta moral e as suspeitas de envolvimento dos candidatos com esquemas de corrupção vão ser a base de escolha dos eleitores

Pesquisa entrevistou 2.000 pessoas, entre os dias 3 e 7 de julho; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pré-candidato considera que a conduta moral e as suspeitas de envolvimento dos candidatos com esquemas de corrupção vão ser a base de escolha dos eleitores

Pesquisa entrevistou 1.600 pessoas, entre os dias 7 e 8 de julho; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

No quesito rejeição, Lula lidera: 57% dos goianos não votariam nele. Flávio Bolsonaro vem em seguida, com 40%
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