Guilherme Derrite lidera corrida ao Senado em São Paulo sob empate com Simone Tebet
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Os levantamentos confirmam a força do campo conservador nas principais disputas estaduais. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 52% das intenções de voto para o governo, 17 pontos à frente de Fernando Haddad (PT), que também registra a maior rejeição do estado, de 38%. Na corrida ao Senado, Guilherme Derrite (PP) lidera numericamente com 18%, e a soma de Derrite, André do Prado (PL) e Ricardo Salles (Novo) supera os nomes ligados ao governo federal. Na Paraíba, o governador Lucas Ribeiro (PP) lidera com 35%. As divergências entre institutos, contudo, recomendam cautela: pesquisas já erraram o resultado das urnas em 2022.
As pesquisas mostram que o campo conservador não tem hegemonia garantida nas disputas para o Senado e para os governos estaduais. Em São Paulo, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), alinhadas a Luiz Inácio Lula da Silva, somam metade do quarteto que lidera a corrida pelas duas vagas, apesar da força do governo estadual na propaganda e na máquina administrativa.
Pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 24 de agosto de 2026 aponta empate técnico quádruplo na disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal. Guilherme Derrite (PP) tem 18% das intenções de voto, Simone Tebet (PSB) 17%, André do Prado (PL) 15% e Marina Silva (Rede) 14%, com margem de erro de dois pontos percentuais.
10 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: falácia identificada.
Toda a cobertura reproduz os mesmos percentuais e reconhece o empate técnico entre Guilherme Derrite, Simone Tebet, André do Prado e Marina Silva, dentro da margem de erro de dois pontos. Há concordância também de que a disputa paulista ao Senado reproduz a polarização presidencial entre os campos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Flávio Bolsonaro, e de que André do Prado foi o nome que mais cresceu desde junho.
Uma rodada de pesquisas do instituto Real Time Big Data recolocou a disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado em empate técnico entre quatro nomes, a pouco mais de um mês do primeiro turno. Abaixo, os números do levantamento e as diferenças de enquadramento entre a cobertura de esquerda, de centro e de direita.
A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal chegou à última semana de agosto sem favorito isolado. Pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 24 de agosto de 2026 mostra o deputado federal Guilherme Derrite (PP) numericamente à frente, com 18% das intenções de voto, seguido pela ex-ministra Simone Tebet (PSB), com 17%, pelo deputado André do Prado (PL), com 15%, e por Marina Silva (Rede), com 14%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os quatro estão tecnicamente empatados. Ricardo Salles (Novo) aparece logo atrás, com 10%, seguido por Soninha Francine (Cidadania), com 3%, e por Guto Schiavetto (Missão) e Geraldo Rufino (Podemos), com 2% cada.
O levantamento ouviu 2 mil eleitores paulistas entre 19 e 22 de agosto, tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-01347/2026. Em 2026 o Senado renova dois terços das cadeiras, e cada eleitor de São Paulo poderá escolher dois nomes, razão pela qual os percentuais não somam 100%. No consolidado de primeiro e segundo votos, Derrite chega a 21%, Tebet a 19%, Marina Silva a 16% e André do Prado a 14%. Quando se isola apenas o primeiro voto, a ordem muda: André do Prado lidera com 17%, à frente de Tebet, com 15%, de Derrite, com 14%, e de Marina Silva, com 12%.
Toda a cobertura converge nesses números e na leitura de que a corrida paulista reproduz a polarização presidencial, com Marina Silva e Simone Tebet no campo alinhado a Luiz Inácio Lula da Silva e com Derrite e André do Prado no campo ligado ao governador Tarcísio de Freitas e à candidatura de Flávio Bolsonaro. Há convergência também sobre o movimento mais nítido da rodada: André do Prado, que marcava 10% em junho, subiu para 15%.
A cobertura de centro concentrou-se na aritmética do levantamento, detalhando a diferença entre voto consolidado e primeiro voto, a forma de coleta por telefone, a amostra e o registro na Justiça Eleitoral, sem atribuir vantagem política a nenhum campo. Veículos de direita ampliaram o recorte para a mesma rodada do instituto em outras disputas: destacaram que Tarcísio de Freitas aparece com 52% no primeiro turno para o governo de São Paulo, 17 pontos à frente de Fernando Haddad, que a rejeição a Haddad, de 38%, supera a do governador, de 31%, e que na Paraíba o governador Lucas Ribeiro (PP) lidera com 35% contra 25% do ex-prefeito Cícero Lucena (MDB). Parte dessa cobertura acrescentou ressalvas sobre a confiabilidade das pesquisas, lembrando as discrepâncias entre levantamentos e urnas em 2022. Veículos de esquerda deram peso a outro recorte da mesma série: no Rio Grande do Sul, Juliana Brizola (PDT) aparece com 38% contra 32% de Luciano Zucco (PL), e uma pesquisa Quaest divulgada em 25 de agosto colocou Marina Silva numericamente à frente em São Paulo, com 9%, seguida por Derrite, com 8%, e por Tebet e André do Prado, com 7% cada.
Essa é a principal divergência factual do noticiário: institutos diferentes produziram ordens diferentes na mesma semana. Um levantamento Datafolha da semana anterior apontava Marina Silva e Simone Tebet com 12% cada e André do Prado com 10%, patamares distintos dos registrados pelo Real Time Big Data. Na disputa gaúcha ao Senado, medida na mesma rodada, cinco nomes ficam próximos no consolidado: Marcel Van Hattem (Novo) com 20%, Manuela D Avila (PSOL) com 19%, Sanderson (PL) com 17%, Germano Rigotto (MDB) e Paulo Pimenta (PT) com 15% cada.
O que ainda não se sabe é por que os institutos divergem tanto, já que nenhuma das matérias compara as metodologias empregadas. Também não há dado sobre quantos eleitores pretendem de fato usar os dois votos disponíveis para o Senado, sobre a transferência de votos das candidaturas ao governo para as candidaturas ao Senado, nem sobre o efeito da propaganda de rádio e televisão no cenário. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro de 2026.
Levantamento mostra Marina Silva com 9% e Guilherme Derrite com 8% em uma disputa acirrada pelas duas vagas de São Paulo, seguidos por Tebet e André do Prado com 7%

Nova pesquisa do Real Time Big Data mostra como está a disputa para o governo de São Paulo nas eleições de 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Levantamento indica vantagem de até dez pontos do atual governador Lucas Ribeiro (PP) sobre o ex-prefeito Cícero Lucena (MDB)

O vice-governador Gabriel Souza corre por fora na disputa

Pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (24) pelo instituto Real Time Big Data aponta empate técnico entre quatro candidatos na disputa

Guilherme Derrite (PP), Simone Tebet (PSB), André do Prado (PL) e Marina Silva (Rede) estão tecnicamente empatados na corrida pelas duas vagas de São Paulo no Senado, segundo pesquisa Real Time Big…

Pesquisa Real Time Big Data mostra como está o cenário eleitoral para governo e Senado no Rio Grande do Sul. Leia na Gazeta do Povo.

Empate quádruplo reforça cenário polarizado entre candidatos apoiados por Lula e Flávio Bolsonaro

Ambos estão tecnicamente empatados, e alcançam 18% e 17% das intenções de voto, respectivamente

Na sequência, André do Prado aparece com 15% e Marina Silva tem 14% na corrida pelas duas vagas de São Paulo no Senado

Nesta matéria: viés de centro.