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Tarcísio chama greve da CPTM de 'baderna' e defende privatização

4 veículos de esquerda · 7 veículos de centro

Redação Fuja da Bolha•11 fontes•04/08/2026•atualizado em 12/08/2026•Tarcísio de Freitas
Tarcísio chama greve da CPTM de 'baderna' e defende privatização
Imagem: Notícias ao Minuto Brasil

Resumo da cobertura

Ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos pararam as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade a partir da meia-noite de 4 de agosto de 2026, exigindo garantia formal de manutenção dos empregos na transição da operação para a concessionária Trivia Trens e a reestatização dos ramais. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) chamou a paralisação de "baderna" e de "instrumentalização política" em ano eleitoral, e afirmou que o governo não recuará das concessões. A Justiça do Trabalho determinou operação com 80% do efetivo nos horários de pico e 60% nos demais períodos, sob multa diária de R$ 400 mil ao sindicato. A greve terminou em 5 de agosto, quando o governador anunciou R$ 14 bilhões em investimentos previstos no contrato.

Alguém precisa ver os dois lados disso?

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Como cada lado cobriu

11 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda4 (36%)

Veículos com viés à esquerda

  • Portal VermelhoSolidariedade marca greve na CPTM contra governo Tarcísio em SPParalisação nas linhas 11, 12 e 13 exige reversão de privatizações. TRT fixa efetivo de até 80% e audiência de conciliação ocorre na tarde de hoje
    Análise editorial

    O texto incorpora trechos de nota de central sindical como se fossem texto do próprio redator ('quem paga a conta das privatizações são os usuários'), sem marcação clara de citação. Vocabulário de conflito de classe ('desmonte dos serviços públicos', 'laboratório para experiências privatistas', 'entrega do patrimônio público') e ausência total de contraditório do governo caracterizam viés forte à esquerda.

    Qualidade argumentativa
    33/100
    Manipulação emocional
    62/100
    Clickbait
    20/100
    Fontes citadas
    3

    Perspectivas omitidas

    • Não apresenta a posição do governo estadual nem da concessionária
    • Não informa os valores de investimento previstos no contrato
    • Não registra que o governo alega ter oferecido garantias de emprego

    Falácias identificadas

    • Apelo à autoridade: usa notas de centrais sindicais como prova da tese sobre o fracasso da concessão
    • Generalização apressada de que a desestatização é a causa única das falhas operacionais
  • Diário do Centro do MundoTrabalhadores da CPTM fazem greve contra privatizações de TarcísioGreve de ferroviários paralisou as linhas 12 e 13 da CPTM, limitou a Linha 11 e levou São Paulo a suspender o rodízio de veículos.
    Análise editorial

    O enquadramento do título situa a paralisação como movimento 'contra as privatizações promovidas pelo governo Tarcísio', colocando a política de concessão como causa do conflito antes de qualquer apuração. O corpo, porém, é sóbrio: traz a nota conjunta da estatal e do governo, a decisão do TRT com percentuais de efetivo e a multa de R$ 400 mil por dia. Viés à esquerda pelo eixo escolhido, não por distorção factual.

    Qualidade argumentativa
    58/100
    Manipulação emocional
    20/100
    Clickbait
    15/100
    Fontes citadas
    4

    Perspectivas omitidas

    • Não apresenta os valores de investimento previstos no contrato de concessão
    • Não ouve a concessionária Trivia Trens
  • Revista Fórum5 pontos que mostram que Tarcísio é responsável pela greve da CPTM em SPA crise no transporte público paulista alcançou um novo patamar. Três linhas da CPTM, que transportam mais de 700 mil passageiros por dia e atendem sete
    Análise editorial

    Coluna assinada que enumera cinco responsabilidades do governador pela greve. Vocabulário valorativo explícito ('teimosia com forte viés ideológico', 'desprezo pelos trabalhadores', 'entrega do patrimônio público') e defesa da gestão estatal como padrão de qualidade colocam o texto claramente à esquerda. Não há tentativa de contraponto.

    Qualidade argumentativa
    31/100
    Manipulação emocional
    60/100
    Clickbait
    35/100
    Fontes citadas
    1

    Perspectivas omitidas

    • Não apresenta os R$ 14,3 bilhões de investimento previstos no contrato de concessão
    • Ignora a nota do governo estadual sobre garantias de manutenção dos empregos
    • Não ouve a concessionária nem a agência reguladora

    Falácias identificadas

    • Falsa causalidade: atribui à política de concessões a totalidade das falhas de um sistema com infraestrutura antiga reconhecida no próprio texto
    • Generalização a partir de incidentes pontuais nas linhas 7, 8 e 9
    • Afirmação verificavelmente falsa de que nenhuma imprensa cita o nome do governador, contrariada pela cobertura do mesmo dia
Ver a lista completa de fontes
Centro7 (64%)

Veículos com viés ao centro

  • G1Após fim da greve, Tarcísio promete R$ 14 bilhões em investimentos na CPTMApós greve, governador Tarcísio de Freitas detalha plano de R$ 14 bilhões para modernizar as linhas 11, 12 e 13 da CPTM e assegura que não haverá demissões.
    Análise editorial

    A peça reproduz a agenda e as declarações do governador em bloco, sem contraditório, o que aproxima o texto do enquadramento do governo. Ainda assim não há adjetivação valorativa do redator e a matéria registra o contexto de campanha, o que a mantém em centro com ressalva de fonte única.

    Qualidade argumentativa
    50/100
    Manipulação emocional
    10/100
    Clickbait
    15/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não ouve o sindicato sobre a promessa de que nenhum funcionário será demitido
    • Não confronta a garantia de absorção com o percentual de trabalhadores já transferidos à concessionária
    • Não registra o plano de demissão voluntária em curso na estatal
  • G1'Aposta na baderna e na paralisia dos serviços não vai intimidar o governo', diz Tarcísio sobre greve de funcionários da CPTM em SPEmpregados pedem a reestatização das três linhas repassadas pela gestão Tarcísio para a Trívia Trens ou a manutenção dos 4.700 empregos que passam por plano de demissão voluntária.
    Análise editorial

    Reportagem de apuração ampla: apresenta os dados do leilão e do valor do contrato, o percentual de trabalhadores absorvidos segundo cada parte, a reestruturação da estatal após as concessões e a nota conjunta do governo. Cada afirmação é atribuída à fonte, sem adjetivação do redator.

    Qualidade argumentativa
    72/100
    Manipulação emocional
    6/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    6

    Perspectivas omitidas

    • Não confronta a divergência entre o número de empregos citado pelo sindicato e o informado pela concessionária
  • Poder360Maquinistas da CPTM e oposição a Tarcísio criticam governador por greveGovernador de São Paulo classificou greve como "baderna" e sugeriu privatização. Leia no Poder360.
    Análise editorial

    Texto de repercussão que reproduz com fidelidade tanto a fala do governador quanto a réplica do sindicato negando motivação partidária. O redator não adjetiva e delimita as duas versões sobre o número de trabalhadores afetados. O desequilíbrio vem da seleção das reações, quase todas de oposição, e não do enquadramento do redator.

    Qualidade argumentativa
    70/100
    Manipulação emocional
    15/100
    Clickbait
    12/100
    Fontes citadas
    7

    Perspectivas omitidas

    • Concentra as reações em parlamentares de oposição, sem registrar manifestações de aliados do governador
    • Não informa o valor de investimento previsto no contrato de concessão
Ver a lista completa de fontes
Direita0 (0%)

Ponto cego: esse lado ficou de fora.

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Os ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos cruzaram os braços à meia-noite de 4 de agosto de 2026 e pararam as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, além do Expresso Aeroporto, ramais que transportam, segundo as estimativas apresentadas pelas diferentes reportagens, entre 700 mil e 850 mil passageiros por dia na Grande São Paulo. A paralisação, decidida em assembleia na véspera, durou dois dias e terminou em 5 de agosto. No centro do conflito está a transferência da operação dos três ramais para a concessionária que venceu o leilão de março de 2025, e a exigência da categoria de uma garantia formal, por escrito, de que ninguém perderá o emprego durante essa transição.

O governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, respondeu pelas redes sociais em termos duros. Classificou o movimento como "baderna" e como "instrumentalização política para prejudicar o passageiro e o cidadão de bem", disse que a aposta na paralisia dos serviços não intimidaria o governo e afirmou que não há coincidência no fato de "determinados eventos ocorrerem em ano de eleição". Ele sustentou que a concessão existe para melhorar o serviço, eliminar problemas de via permanente, comprar trens novos, corrigir falhas nas subestações e estender as linhas até Bonsucesso e César de Souza. O sindicato rebateu por nota, negando motivação político-partidária e afirmando que a categoria não faz greve por interesse político, mas pelo direito ao trabalho.

Há um conjunto de fatos em que toda a cobertura converge. A greve foi antecedida por uma reunião no dia 3 de agosto, entre governo e sindicato, que terminou sem o documento oficial exigido pelos trabalhadores. A estatal recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho, que determinou a manutenção de 80% do efetivo nos horários de pico e de 60% nos demais períodos, sob multa diária de R$ 400 mil ao sindicato. A prefeitura da capital suspendeu o rodízio municipal de veículos, o metrô antecipou a abertura e reforçou a oferta de trens, e o plano de apoio com ônibus gratuitos foi acionado. Mesmo assim, o trânsito chegou a 649 quilômetros de lentidão no pico da manhã do segundo dia. Todos os textos também situam o antecedente imediato: em 21 de julho a concessionária assumiu integralmente a operação, em 23 de julho um curto-circuito provocou incêndio em um vagão da Linha 12, e no fim do mês a agência estadual de transportes devolveu os três ramais à estatal por até 90 dias.

A divergência aparece no eixo da causa. Veículos de esquerda enfatizaram a responsabilidade do governo estadual pelo colapso: apontaram que apenas uma das sete linhas segue sob operação pública, que as falhas ocorreram já sob gestão privada e que a demora em receber a categoria, mais de dez dias após o anúncio do estado de greve, empurrou o impasse para a paralisação. Nesse enquadramento, a greve é reação defensiva de trabalhadores diante de um plano de demissão voluntária e de uma transição decidida sem eles, e chamar o movimento de baderna serve para desviar do desempenho do serviço. A cobertura de centro relatou o episódio pela cronologia e pelos números, atribuindo cada afirmação à sua fonte: registrou a íntegra da fala do governador, a réplica do sindicato, a decisão judicial, os R$ 14,3 bilhões previstos no contrato e a informação, dada pela própria concessionária, de que cerca de 11% de seu quadro operacional vem da estatal.

Não houve, entre as fontes reunidas nesta story, cobertura de veículos de direita. A leitura provável desse campo, a partir dos mesmos fatos, enfatizaria o volume de investimento privado contratado, a alegação do governo de que garantias de emprego foram oferecidas e recusadas, a decisão da Justiça do Trabalho fixando efetivo mínimo como limite institucional à paralisação e o custo imposto ao passageiro em um contrato de 25 anos já assinado.

O que ainda não se sabe é o essencial. O número de empregos efetivamente em risco varia conforme a fonte: fala-se em cerca de 500 trabalhadores afetados, em 2.300 sob risco de não reabsorção e em 4.700 empregados no plano de demissão voluntária, sem que nenhuma reportagem concilie as cifras. Também não está claro se o documento oficial exigido pela categoria chegou a ser entregue, se o Projeto de Lei 730/2025, que autoriza a absorção dos empregados por órgãos públicos estaduais, será pautado na Assembleia Legislativa, e se a concessionária retomará a operação ao fim do prazo de 90 dias fixado pela agência reguladora.

Briefing

O que importa para você

  • Entre 700 mil e 850 mil passageiros por dia dependem dos três ramais paralisados; o trânsito chegou a 649 km de lentidão no pico da manhã.
  • O rodízio municipal de veículos foi suspenso e ônibus gratuitos do plano de emergência foram acionados durante a greve.
  • 4.700 empregados da estatal estão sob plano de demissão voluntária, e apenas cerca de 11% do quadro operacional da concessionária vem da CPTM.
  • O contrato prevê R$ 14,3 bilhões de investimento em 25 anos, com extensão das linhas até César de Souza e Bonsucesso.
  • O prazo de 90 dias em que a estatal reassumiu a operação vence no fim de outubro de 2026.

Onde os lados divergem

  • A esquerda atribui a crise à política de concessões, apontando que as falhas e o incêndio ocorreram já sob gestão privada; o governo e a leitura de direita atribuem a paralisação a cálculo político em ano eleitoral.
  • Para os grevistas, faltou garantia escrita de manutenção dos empregos; para o governo, as garantias foram oferecidas e recusadas pelo sindicato.
  • A esquerda defende a reestatização das três linhas; a leitura de mercado sustenta que os R$ 14,3 bilhões contratados só existem no modelo privado.
  • O governo acusa a categoria de descumprir a decisão judicial; o sindicato diz ter mantido a operação nos percentuais determinados.

Onde os lados concordam

Todos os lados registram os mesmos fatos centrais: a greve começou à meia-noite de 4 de agosto nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade; o estopim foi a ausência de garantia formal de emprego na transição da operação para a concessionária; a Justiça do Trabalho fixou efetivo mínimo de 80% no pico e 60% fora dele, com multa de R$ 400 mil por dia; e o incêndio de 23 de julho levou a agência estadual a devolver os ramais à estatal por até 90 dias. Há convergência também sobre o transtorno real aos passageiros e sobre o encerramento da paralisação em 5 de agosto.

O que ainda está incerto

  • Quantos empregos estão de fato em risco: as fontes citam cerca de 500 trabalhadores afetados, 2.300 sob risco de não reabsorção e 4.700 no plano de demissão voluntária, sem conciliação das cifras.
  • Se o documento oficial de garantia de emprego exigido pela categoria chegou a ser entregue após o fim da greve.
  • Se o Projeto de Lei 730/2025, que autoriza a absorção dos empregados por órgãos públicos estaduais, será pautado na Assembleia Legislativa.
  • Se a concessionária retomará a operação ao fim do prazo de 90 dias ou se o contrato será revisto.
EconomiaGoverno EstadualTarcísio de Freitas

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Fontes

Espectro: Centro
Após fim da greve, Tarcísio promete R$ 14 bilhões em investimentos na CPTM
Após fim da greve, Tarcísio promete R$ 14 bilhões em investimentos na CPTM

Após greve, governador Tarcísio de Freitas detalha plano de R$ 14 bilhões para modernizar as linhas 11, 12 e 13 da CPTM e assegura que não haverá demissões.

G1G1
Espectro: Esquerda
Solidariedade marca greve na CPTM contra governo Tarcísio em SP
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Paralisação nas linhas 11, 12 e 13 exige reversão de privatizações. TRT fixa efetivo de até 80% e audiência de conciliação ocorre na tarde de hoje

Portal VermelhoPortal Vermelho
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G1G1
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Maquinistas da CPTM e oposição a Tarcísio criticam governador por greve
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Governador de São Paulo classificou greve como "baderna" e sugeriu privatização. Leia no Poder360.

Poder360Poder360
Espectro: Esquerda
Trabalhadores da CPTM fazem greve contra privatizações de Tarcísio
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Greve de ferroviários paralisou as linhas 12 e 13 da CPTM, limitou a Linha 11 e levou São Paulo a suspender o rodízio de veículos.

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Greve da CPTM: sindicato diz lutar por empregos após privatização
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Sindicado dos Ferroviários afirmou que a greve desta terça (4/8) se deu por falta de garantia dos empregos pelo governo de São Paulo

MetrópolesMetrópoles
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5 pontos que mostram que Tarcísio é responsável pela greve da CPTM em SP
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A crise no transporte público paulista alcançou um novo patamar. Três linhas da CPTM, que transportam mais de 700 mil passageiros por dia e atendem sete

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Tarcísio chama greve da CPTM de “baderna” e defende privatizações: “Melhoram os serviços”
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Tarcísio chama a greve da CPTM de “baderna”, defende a concessão e ataca a mobilização por reestatização das linhas

Diário do Centro do MundoDiário do Centro do Mundo
Espectro: Centro
Tarcísio chama greve da CPTM de 'baderna' e defende privatização
Tarcísio chama greve da CPTM de 'baderna' e defende privatização

 

Notícias ao Minuto BrasilNotícias ao Minuto Brasil
Espectro: Centro
Tarcísio chama greve da CPTM de 'instrumentalização política' e diz que não recuará em concessões de trens
Tarcísio chama greve da CPTM de 'instrumentalização política' e diz que não recuará em concessões de trens

Tarcísio chama greve da CPTM de 'instrumentalização política' e diz que não recuará em concessões de trens  Folha de S.Paulo

Folha de S.PauloFolha de S.Paulo
Espectro: Centro
'Aposta na baderna e na paralisia dos serviços não vai intimidar o governo', diz Tarcísio sobre greve de funcionários da CPTM em SP
'Aposta na baderna e na paralisia dos serviços não vai intimidar o governo', diz Tarcísio sobre greve de funcionários da CPTM em SP

Empregados pedem a reestatização das três linhas repassadas pela gestão Tarcísio para a Trívia Trens ou a manutenção dos 4.700 empregos que passam por plano de demissão voluntária.

G1G1

Centro

7 fontes

Ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos pararam as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade a partir da meia-noite de 4 de agosto de 2026, exigindo garantia formal de manutenção dos empregos na transição da operação para a concessionária Trivia Trens e a reestatização dos ramais. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) chamou a paralisação de "baderna" e de "instrumentalização política" em ano eleitoral, e afirmou que o governo não recuará das concessões. A Justiça do Trabalho determinou operação com 80% do efetivo nos horários de pico e 60% nos demais períodos, sob multa diária de R$ 400 mil ao sindicato. A greve terminou em 5 de agosto, quando o governador anunciou R$ 14 bilhões em investimentos previstos no contrato.

Esquerda

4 fontes

A paralisação é lida como resposta legítima de uma categoria acuada por um processo de privatização que já mostrou seus efeitos: de sete linhas ferroviárias, apenas uma segue sob controle público, e a primeira semana de operação privada terminou em falhas diárias e num incêndio dentro de um vagão.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

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    Greve é encerrada e o governador anuncia R$ 14 bilhões em investimentos na CPTM e promete que nenhum funcionário será demitido
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  2. 04 de ago. de 2026, 14:00
    Tarcísio de Freitas chama a greve de "baderna" e "instrumentalização política" e afirma que manterá a concessão das linhas
    www1.folha.uol.com.brg1.globo.compoder360.com.br
  3. 04 de ago. de 2026, 03:00
    Greve dos ferroviários começa à meia-noite e paralisa as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade; rodízio de veículos é suspenso na capital
    diariodocentrodomundo.com.brmetropoles.com
  4. 03 de ago. de 2026, 22:00
    Reunião entre governo estadual e sindicato termina sem garantia formal de empregos e assembleia aprova greve por tempo indeterminado
    metropoles.comwww1.folha.uol.com.br
  5. 31 de jul. de 2026, 00:00
    Agência de transportes do estado determina que a CPTM reassuma a operação dos três ramais por até 90 dias
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  6. 23 de jul. de 2026, 00:00
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  7. 21 de jul. de 2026, 00:00
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