Flávio Dino tira sigilo de operação com 49 mandados no caso Dark Horse
2 veículos de centro · 3 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
2 veículos de centro · 3 veículos de direita

A leitura de accountability institucional e de garantias individuais concentra a crítica no método. A retirada de sigilo de investigação ainda em andamento é apontada como inovação em relação ao processo penal brasileiro, reconhecida pelo próprio Flávio Dino como tema que a Corte ainda precisa debater, e que na prática expõe investigados antes de qualquer acusação formal. Mario Frias nega irregularidade, afirma que as emendas foram para projetos de letramento digital e esporte e sustenta que eventual falha de prestação de contas se resolve com documentos, enquadrando a Operação Make Up como ação política em ano eleitoral. Também se destaca que a defesa de Flávio Bolsonaro pediu ao menos quatro vezes, sem sucesso, a concentração do caso com André Mendonça.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, retirou no domingo, 13 de setembro de 2026, o sigilo do material reunido pela Polícia Civil de São Paulo na apuração sobre o financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, e determinou que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo entregue à Polícia Federal os dados brutos extraídos de celulares, além de computadores e documentos apreendidos.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
5 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Estão sob apuração R$ 2 milhões em emendas parlamentares destinadas ao Instituto Conhecer Brasil, com falhas de comprovação nos projetos Jovem Empreendedor e Lutando pela Vida. Mario Frias e Karina Gama estão proibidos de deixar o país e de manter contato entre si. Todo o material apreendido pela Polícia Civil paulista passa à custódia da Polícia Federal, o que concentra a investigação na esfera federal.
A cobertura de centro trata a decisão como passo processual e enfatiza a disputa de relatoria entre Flávio Dino e André Mendonça. Veículos de direita concentram a crítica no método, apresentando a quebra de sigilo em inquérito em curso como inovação processual discutível, e dão espaço à tese de Mario Frias de ação política em ano eleitoral. Não houve cobertura de esquerda sobre a decisão.
Todas as coberturas registram os mesmos fatos centrais: Flávio Dino retirou o sigilo, o material da Polícia Civil de São Paulo vai para a Polícia Federal, a Operação Make Up cumpriu 49 mandados em quatro unidades da federação e a investigação ainda não concluiu que dinheiro de emenda parlamentar tenha financiado o filme.
Não há conclusão sobre se recursos públicos chegaram à produção do filme, nem sobre a origem exata dos R$ 750 mil repassados à produtora. A menção nos autos a possível vínculo com o Primeiro Comando da Capital aparece sem indicação do elemento probatório que a sustenta, e o Supremo ainda não definiu se unifica as relatorias.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, derrubou o sigilo do material da Polícia Civil de São Paulo sobre o financiamento do filme Dark Horse e determinou a remessa integral dos dados à Polícia Federal. A decisão vem depois da Operação Make Up, que cumpriu 49 mandados e teve como alvos o deputado Mario Frias e a empresária Karina Gama.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu no domingo, 13 de setembro de 2026, retirar o sigilo do material reunido pela Polícia Civil de São Paulo na investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse, produção que narra a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Pela decisão, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo deve entregar à Polícia Federal todos os dados brutos extraídos de celulares de pessoas físicas e jurídicas investigadas, além de computadores e documentos apreendidos, com preservação da cadeia de custódia. O material havia chegado ao Supremo enviado pela Vara Estadual das Garantias de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens do Foro Central Criminal da Barra Funda, em São Paulo.
A decisão vem três dias depois da Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira, 10 de setembro, com 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal. Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias, do Partido Liberal de São Paulo, que também assina como produtor executivo do longa, e a empresária Karina Gama, responsável pela produtora Go Up Entertainment e presidente do Instituto Conhecer Brasil. Dino também impôs medidas cautelares: os dois ficaram proibidos de deixar o país e de manter contato entre si, sob a justificativa, escrita no despacho, de risco de alinhamento de versões, combinação de depoimentos e destruição de provas.
A cobertura de centro relatou o núcleo processual do caso: a apuração está repartida no Supremo, com Flávio Dino responsável pelo trecho que trata do uso indevido de emendas parlamentares e André Mendonça pelo inquérito que investiga depósitos do Banco Master ligados à produção, supostamente a pedido do senador Flávio Bolsonaro. A defesa do senador pediu ao menos quatro vezes que todo o caso ficasse concentrado com Mendonça, primeiro relator do tema, e não foi atendida. O filme está no centro do desgaste da candidatura do Partido Liberal à Presidência da República desde a divulgação de áudios em que o presidenciável pede dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para finalizar a obra.
Os valores sob suspeita também são convergentes entre as coberturas. São duas emendas de Mario Frias, de R$ 1 milhão cada, destinadas ao Instituto Conhecer Brasil para os projetos Jovem Empreendedor e Lutando pela Vida. Órgãos de controle apontaram problemas na comprovação da execução. A Polícia Federal rastreou ainda transferências entre organizações e empresas ligadas aos investigados, incluindo o repasse de R$ 750 mil a uma empresa do mesmo núcleo para a produtora de Dark Horse, sem que a investigação tenha concluído que esse pagamento saiu diretamente do dinheiro das emendas.
Veículos de direita enfatizaram dois pontos. O primeiro é a defesa de Mario Frias, que nega irregularidade, afirma que os recursos foram aplicados em letramento digital e atividades esportivas e sustenta que eventuais falhas de prestação de contas se resolvem com documentos, classificando a operação como ação política em ano eleitoral. O segundo é a crítica de método: essa cobertura destacou o trecho em que o próprio ministro reconhece que retirar o sigilo de investigações ainda em curso é uma inovação em relação ao processo penal e tema que a Corte ainda precisa debater, embora Dino afirme estar preservando a igualdade de todos perante a lei ao seguir decisões recentes de colegas e ao reduzir o risco de vazamento seletivo.
Veículos de esquerda não publicaram cobertura própria sobre a decisão até o momento. O ângulo de fiscalização do dinheiro público, que costuma organizar essa cobertura, aparece nos fatos relatados pelas demais fontes: emendas aprovadas para projetos sociais no interior de São Paulo sem execução comprovada e a hipótese, descrita no despacho, de imbricação indissociável em um esquema de destinação e desvio de recursos públicos federais e da Prefeitura de São Paulo.
O que ainda não se sabe é o essencial. Não há conclusão sobre se dinheiro público chegou de fato à produção do filme, nem sobre a extensão do papel atribuído a Mario Frias na estrutura descrita pelos investigadores. A linha de apuração que menciona possível vínculo da organização investigada com o Primeiro Comando da Capital aparece nos autos sem que o material divulgado indique o elemento probatório que a sustenta.
Para Rogério Marinho, coordenador da campanha do candidato, impactos do caso já tinham sido absorvidos pelo eleitor

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, derrubou neste domingo (13) o sigilo do material produzido pela Polícia Civil de São Paulo na investigação sobre o financiamento de “Dark Horse”, filme


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo de uma investigação e ordenou a

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo da decisão que autorizou uma operação da Polícia

Nesta matéria: viés de centro.