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Com o fim do prazo das convenções partidárias em 5 de agosto, ficaram definidos os nomes que disputam os governos estaduais, as vagas de vice-governador e as cadeiras em jogo no Senado em 2026, além das chapas presidenciais. Os levantamentos estado a estado mostram disputas numerosas: onze candidatos ao Senado em Pernambuco, treze no Rio Grande do Norte, onze no Pará, nove em Mato Grosso do Sul e oito no Amazonas; nove candidatos ao governo em Minas Gerais e no Distrito Federal, sete em Pernambuco, no Pará, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. As candidaturas ainda dependem de registro no Tribunal Superior Eleitoral até 15 de agosto e de julgamento pelos tribunais regionais eleitorais até 14 de setembro. A campanha começa em 16 de agosto e o primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
As convenções partidárias que definem quem disputa as eleições de 2026 terminaram na quarta-feira, 5 de agosto, e o mapa das candidaturas ficou praticamente desenhado. Em Pernambuco, no Rio Grande do Norte, no Pará, em Mato Grosso do Sul, no Amazonas, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, os partidos anunciaram os nomes que vão concorrer aos governos estaduais, às vagas de vice-governador e às cadeiras em disputa no Senado. No plano nacional, o anúncio do último vice entre as principais candidaturas fechou o quadro da corrida presidencial.
O calendário é o mesmo em todo o país e se repete em quase todas as reportagens. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral. A campanha, com propaganda eleitoral, começa em 16 de agosto. Os tribunais regionais eleitorais precisam julgar os registros até 14 de setembro, vinte dias antes da votação. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e o segundo, onde houver, para 25 de outubro. Nos estados em que duas cadeiras do Senado estão em jogo, cada eleitor vota duas vezes para a Casa.
O retrato que emerge das listas é de disputas numerosas e de legendas pequenas com chapa completa. Pernambuco tem onze candidatos ao Senado e sete ao governo. O Rio Grande do Norte reúne treze postulantes ao Senado. Minas Gerais e o Distrito Federal chegam a nove candidatos ao governo cada um. Entre os concorrentes estão ex-governadores, dirigentes de federações empresariais, delegados e oficiais militares da reserva, ao lado de garis, professores da rede pública, sindicalistas, lideranças indígenas e uma trabalhadora doméstica ligada a movimentos de moradia.
A cobertura de centro concentrou-se no serviço eleitoral: relações estado a estado, com nome, partido e trajetória de cada candidato, e a repetição sistemática dos prazos legais. Essas reportagens também registraram, no mesmo tom descritivo, que candidatos relevantes chegam à disputa sob apuração. No Rio Grande do Norte, um prefeito candidato ao governo foi alvo de operação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União sobre suspeitas de desvio de recursos federais da saúde, e negou irregularidades; outro responde a apuração do Ministério Público sobre suposto abuso de poder político em 2024. No Amazonas, um ex-prefeito da capital que disputa o governo é alvo de sete investigações criminais autorizadas pelo tribunal de justiça estadual. Em boa parte desses trechos, a defesa dos citados não aparece.
Veículos de direita deram peso ao topo da disputa e à engenharia partidária. Uma reportagem detalhou a composição das chapas presidenciais, o cálculo em torno da cláusula de barreira e o perfil dos candidatos a vice, incluindo um deputado que relatou comissão parlamentar mista de inquérito sobre fraudes na Previdência e recomendou indiciamento. Outra, também de veículo de direita, tratou da formação de um grupo de seis candidatos à Câmara em defesa das religiões de matriz africana, apresentado no título entre aspas e identificado desde a abertura pela sigla partidária, sem ouvir vozes externas ao grupo. Veículos de esquerda não aparecem no conjunto de reportagens reunido até aqui, de modo que a leitura sobre representação social das candidaturas fica sem contraponto explícito.
As reportagens convergem no essencial: a data de encerramento das convenções, os prazos de registro e julgamento, as datas de votação e a lista de nomes por estado. Divergem sobretudo na ênfase, entre o inventário local exaustivo e o recorte nacional das chapas. Há ainda imprecisões relevantes: mais de um texto anuncia um número de candidatos diferente do que a própria lista apresenta, e uma reportagem cita duas datas distintas para o segundo turno.
O que ainda não se sabe é quanto do quadro vai sobreviver ao crivo da Justiça Eleitoral. Nenhuma candidatura está confirmada antes do deferimento do registro, e novos nomes podem ser lançados até 15 de agosto. Três chapas ao governo de Minas Gerais ainda não tinham vice definido, e suplências ao Senado em Pernambuco seguiam em aberto. As reportagens que apontam quem lidera as disputas estaduais fazem isso a partir de pesquisas eleitorais sem identificação de instituto, data de campo ou margem de erro, o que impede aferir a real competitividade de cada corrida.
Toda a cobertura, de centro e de direita, converge no mesmo conjunto de fatos: as convenções partidárias terminaram em 5 de agosto, o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral vai até 15 de agosto, a campanha começa em 16 de agosto e o primeiro turno ocorre em 4 de outubro. Também há acordo de que nenhuma candidatura está garantida antes do deferimento pela Justiça Eleitoral.
22 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto puramente informativo: enumera os 11 candidatos ao Senado por Pernambuco, o partido de cada um e a origem das vagas em disputa, incluindo a herança do mandato após renúncia em 2023. Vocabulário neutro, sem adjetivação valorativa e com espaço equivalente para candidatos de legendas opostas, de PT e PDT a PL e Novo.
Perspectivas omitidas
Estrutura de lista com sete nomes e vínculo de cada vice ao titular da chapa. Descreve com o mesmo tom candidatos de PSOL, PSTU, Unidade Popular, Republicanos e PSD, sem carga valorativa. A menção ao MBL e ao impeachment de 2016 aparece como contexto biográfico, não como juízo.
Perspectivas omitidas
Relata a homologação de sete candidaturas ao governo estadual em ordem alfabética, com biografias equivalentes para nomes de PSB, PSD, PSOL, PSTU, Unidade Popular e legendas menores. Não há vocabulário de julgamento; movimentos sociais e trajetórias de gestão recebem descrição igualmente descritiva.
Perspectivas omitidas
Lista os sete candidatos com idade, formação e trajetória e registra, no mesmo tom descritivo, tanto a operação federal que mirou o prefeito de Mossoró quanto a investigação do Ministério Público sobre o ex-prefeito de Natal, incluindo a negativa de irregularidade. A militante sem-teto e o candidato do PSTU recebem o mesmo espaço editorial que os favoritos.
Perspectivas omitidas
Enumera os sete vices e o titular de cada chapa, com biografias curtas e simétricas. Descreve sindicalistas, uma jornalista militante e um deputado estadual veterano com o mesmo registro factual, sem adjetivos de aprovação ou reprovação.
Perspectivas omitidas
Cobertura factual com perfis dos 13 postulantes, de coronel da reserva e presidente de diretório do PL a gari, professores sindicalizados e senadores em busca de reeleição. Trata de forma equivalente candidatos de PL, PT, PSOL, PSTU, Podemos, PSD e União Brasil, sem enquadramento ideológico próprio.
Perspectivas omitidas
Texto curto, assumidamente em atualização, que apresenta a relação dos seis candidatos a vice e desenvolve três perfis, todos de campo à esquerda por acaso do recorte publicado até então. Linguagem descritiva, sem valoração; a lacuna é de completude, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Estrutura de lista com sete nomes em ordem alfabética. O texto é factual, mas os parágrafos sobre candidatos de partidos maiores incorporam linguagem promocional vinda de divulgação, como a descrição de trajetórias marcadas por defesa da classe trabalhadora ou por papel decisivo em agendas de governo, sem atribuição explícita à campanha.
Perspectivas omitidas
Cobertura factual que explica por que o eleitor paraense vota duas vezes para o Senado e relaciona todos os postulantes, de delegado com pautas conservadoras a assistente social ligada a movimentos de mulheres. O tom permanece neutro, embora trechos de perfis de nomes com estrutura partidária maior adotem vocabulário de campanha, como integração da Amazônia ao desenvolvimento nacional.
Perspectivas omitidas
Perfis simétricos que descrevem tanto o ex-governador que migrou para o PL quanto o fundador do PT no estado e a liderança indígena do PCO. As referências ao bolsonarismo e à trajetória militar de um dos candidatos aparecem como contexto biográfico, não como juízo. A falha de revisão na lista é erro de edição, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Perfis em ordem alfabética que tratam com o mesmo registro o governador candidato à reeleição, o deputado que se apresenta como liberal-conservador, o ex-deputado federal recém-filiado ao PT e a liderança indígena guarani-kaiowá. Não há adjetivação de aprovação; a contradição numérica entre texto e lista é erro factual, não viés.
Perspectivas omitidas
Perfis descritivos que abrangem deputado alinhado ao bolsonarismo, senador do MDB, operário do PSTU, cacique da Rede e ex-governador que renunciou para disputar o Senado. O parágrafo sobre o senador do PSDB reproduz falas polêmicas e a menção a escândalos na saúde do ex-governador sem contraditório, o que carrega a descrição, mas o restante mantém paridade entre campos.
Perspectivas omitidas
Perfis curtos e simétricos que incluem deputada estadual do PSD, coronel do Corpo de Bombeiros na chapa do PL, servidora do PSTU e ativista trans não binário da chapa da Rede. A descrição é factual e sem juízo; a menção ao pedido de prisão em apuração sobre fraudes na vacinação aparece sem contraponto, o que é lacuna de apuração.
Perspectivas omitidas
Lista os postulantes e destaca, logo no resumo, que o ex-prefeito de Manaus enfrenta sete investigações criminais autorizadas pelo tribunal de justiça, com detalhes sobre suspeitas de fraude em licitação e pagamentos a familiar. O dado é de interesse público e documentado, mas o texto não traz resposta do investigado; os demais perfis, de liderança indígena a senador do PSD, seguem descritivos e neutros.
Perspectivas omitidas
Perfis em ordem alfabética com extensão semelhante para o dirigente da federação das indústrias, o ex-ministro do PT, a coordenadora de movimento de mulheres, o operário da mineração e o influenciador que se declara antiesquerda. A autodescrição ideológica de um candidato é reproduzida como citação de perfil, não endossada pelo texto.
Perspectivas omitidas
Informa com transparência que os vices de três chapas relevantes ainda não estavam definidos e apresenta os sete nomes já anunciados com biografias curtas e equivalentes, de policial militar a professora sindicalista e ex-presidente de banco público. Sem carga ideológica no texto.
Perspectivas omitidas
Versão para dispositivos móveis do guia estadual: relaciona os sete candidatos e descreve trajetórias, do aposentado do PCO ao deputado federal militar do PL e à herdeira política do PDT. Tom neutro e paridade entre campos; a fragilidade é técnica e de apuração, com pesquisa citada sem identificação e resíduo de código no corpo.
Perspectivas omitidas
Conteúdo equivalente ao guia principal do Senado no Amazonas, publicado em rota móvel. Mantém a neutralidade descritiva na maior parte dos perfis, mas reproduz sem contraditório trechos que pesam contra dois candidatos, entre falas ofensivas atribuídas a um senador e escândalos na saúde durante os mandatos de um ex-governador.
Perspectivas omitidas
Relaciona os nove postulantes em ordem alfabética e explica como a governadora em exercício chegou ao cargo após a saída do titular. Tratamento uniforme entre candidatos de PP, PT, PSD, Novo, PSDB, PSB, PSTU e Unidade Popular, sem adjetivação. A falha central é de precisão factual na data do segundo turno.
Perspectivas omitidas
Perfis extensos e simétricos dos sete candidatos, do aposentado do PCO e da professora do PSTU ao vice-governador do MDB, à deputada do PDT e ao deputado federal militar do PL. O texto descreve trajetórias sem valorar, incluindo experiência de exílio e carreira militar com o mesmo registro factual. A fragilidade é a referência a pesquisas sem fonte.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Levantamento factual das 13 chapas presidenciais, com ênfase nas cinco maiores e nas chapas puras formadas para superar a cláusula de barreira. Os perfis de vice, do vice-presidente da República ao ex-procurador-geral de Justiça de Alagoas, são descritivos e razoavelmente simétricos. O acento em accountability, ao destacar a atuação de um candidato como relator de comissão parlamentar de inquérito que recomendou indiciamento, sinaliza preferência editorial do veículo, mas não domina o texto, que registra também derrotas eleitorais e trocas de partido de nomes de todos os campos.

Pelo menos 11 candidatos disputam as duas vagas no Senado pelo estado em 2026. Eleitos serão definidos no 1º turno, marcado para 4 de outubro.

Sete candidatos disputam cargo de vice-governador nas eleições deste ano. Primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro e 2º turno, se houver, é no dia 25 de outubro.

Ao menos sete candidatos vão disputar cargo nas eleições deste ano. Campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16 de agosto.

Convenções partidárias definiram os nomes que vão disputar o Governo do Rio Grande do Norte nas eleições. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo deve acontecer em 25 de outubro.

Sete nomes foram definidos nas convenções partidárias para disputar o cargo de vice-governador do Rio Grande do Norte nas Eleições 2026; confira o perfil de cada um.

Dez candidatos ao Senado no RN em 2026 foram definidos em convenções e aguardam o registro oficial na Justiça Eleitoral para o início da campanha.

Conheça os seis candidatos a vice-governador do Pará em 2026 e os detalhes do calendário eleitoral para a oficialização das chapas no TSE em agosto.

Sete candidatos a governador do Pará em 2026 disputam a sucessão estadual, com Hana Ghassan e Daniel Santos entre os nomes confirmados para o pleito de outubro.

Com duas vagas em disputa, onze nomes já se apresentam como candidatos a senador pelo Pará em 2026; as candidaturas serão oficializadas pelo TSE em agosto.

Candidaturas foram confirmadas entre 21 de julho e 5 de agosto. Nomes devem ser registrados no TSE até 15 de agosto.

Candidaturas foram confirmadas entre 21 de julho e 5 de agosto. Nomes devem ser registrados no TSE até 15 de agosto.

O Amazonas tem oito candidatos confirmados para as 2 vagas ao Senado nas eleições de 2026. O prazo de inscrição de candidaturas vai até o dia 15 de agosto.

A disputa para vice-governador do Amazonas tem sete candidatos confirmados para 2026. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar as chapas.

A disputa pelo governo do Amazonas em 2026 tem seis candidatos confirmados em convenções partidárias. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar as chapas.

Disputa pelo governo de MG tem nove candidatos confirmados até o momento.

Disputa eleitoral tem seis candidatos a vice-governador confirmados até o momento.
Prazo para registrar candidaturas no TSE se encerra no próximo dia 15; PL foi a última sigla grande a definir nome do vice

Candidaturas devem ser oficializadas na Justiça Eleitoral até 15 de agosto, um dia antes do começo da campanha. Primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

O Amazonas tem oito candidatos confirmados para as 2 vagas ao Senado nas eleições de 2026. O prazo de inscrição de candidaturas vai até o dia 15 de agosto.

Grupo de psolistas tem seis postulantes à Câmara em defesa da representação política dos povos de terreiro nas eleições de 2026

Candidaturas devem ser oficializadas na Justiça Eleitoral até o dia 15, quando começa a campanha. Lista ainda pode mudar; primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Candidaturas devem ser oficializadas na Justiça Eleitoral até 15 de agosto, um dia antes do começo da campanha. Primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
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Perspectivas omitidas
O corpo é factual: informa a formação da articulação com seis candidatos de cinco estados, reproduz a nota conjunta e registra a posição do partido sobre liberdade religiosa e racismo religioso. O enquadramento, porém, é editorial: o título coloca a expressão bancada da macumba entre aspas e a matéria identifica o grupo pela sigla partidária logo na abertura, tratando a iniciativa como curiosidade política de um adversário. A ausência de qualquer voz externa reforça esse ângulo.
Perspectivas omitidas

