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'Bobagem', diz presidente do PL sobre possibilidade de Priscila Costa ser vice de Flávio
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O PL discute a definição do vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro para 2026, com prazo até 5 de agosto, fim das convenções partidárias. Vários nomes circulam, entre eles a senadora Tereza Cristina, que admitiu ter conversado sobre a possibilidade, e a vereadora Priscila Costa, cujo nome é minimizado pela cúpula do partido. A escolha depende de negociações com União Brasil, PP e Republicanos.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O PL discute a definição do vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro para 2026, com prazo até 5 de agosto, fim das convenções partidárias. Vários nomes circulam, entre eles a senadora Tereza Cristina, que admitiu ter conversado sobre a possibilidade, e a vereadora Priscila Costa, cujo nome é minimizado pela cúpula do partido. A escolha depende de negociações com União Brasil, PP e Republicanos.
Direita
O campo da direita se organiza para viabilizar a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, buscando uma chapa competitiva e alianças que ampliem o alcance eleitoral. A escolha da vice é tratada como decisão estratégica dentro do prazo legal, com nomes de peso como a senadora Tereza Cristina em avaliação, enquanto o partido preserva a unidade após a crise no Ceará.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Descreve a admissão pública da senadora sobre a conversa, lista outros nomes cotados e o cálculo de tempo de TV, sinalizando o que não foi confirmado. Cobertura factual e equilibrada, típica de centro.
Perspectivas omitidas
Reporta a declaração do dirigente do PL ('bobagem') e explica a origem da crise entre Flávio e Michelle no Ceará, com atribuição clara. Sem carga ideológica; enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto conduzido por citações diretas da deputada ('honrada', foco no Ceará) e reconstituição da crise interna; tom descritivo, sem vocabulário valorativo à direita apesar do veículo. Enquadramento factual justifica CENTER.
A definição de quem será o candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026 dominou as articulações do PL nos últimos dias, com prazo apertado: o senador tem até 5 de agosto, quando terminam as convenções partidárias, para fechar a composição. Enquanto isso, nomes entram e saem do noticiário, e a cúpula do partido tenta administrar expectativas em meio a uma disputa interna que já provocou atrito na família Bolsonaro.
A cobertura de centro relatou os fatos com atribuição direta às fontes. A senadora Tereza Cristina, do PP de Mato Grosso do Sul, admitiu pela primeira vez, em publicação nas redes sociais, que conversou com Flávio Bolsonaro sobre a possibilidade de ser sua vice. O encontro teria ocorrido em Brasília, mas a própria senadora ressalvou que nenhuma decisão foi tomada e que uma eventual aliança dependeria de negociações entre os partidos. Até a publicação das reportagens, Flávio não havia comentado a reunião. Nos bastidores, aliados avaliam que uma composição com Republicanos ou com a federação União Brasil-PP ampliaria o tempo de propaganda no rádio e na televisão e reduziria a percepção de isolamento da candidatura.
Outro nome que circulou foi o da vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, vice-presidente nacional do PL Mulher e aliada próxima da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O presidente do PL classificou como 'bobagem' a possibilidade de ela assumir o posto. A própria parlamentar afirmou se sentir 'honrada' com as menções, mas disse manter o foco na eleição no Ceará, onde disputará uma vaga na Câmara. Priscila foi apontada como pivô da crise entre Flávio e Michelle: a ex-primeira-dama defendia seu nome para o Senado, enquanto o PL optou por apoiar Alcides Fernandes numa aliança com Ciro Gomes no estado.
Veículos de direita enfatizaram o esforço de montagem de uma chapa competitiva e institucional, dentro do prazo legal, com uma opção de peso como a senadora ligada ao agronegócio, e leram a acomodação da disputa cearense como sinal de coesão em torno da candidatura presidencial. Já veículos de esquerda pouco noticiaram o tema, mas tenderiam a enfatizar que a escolha do vice aparece como cálculo de poder e de tempo de TV, marcado por barganhas entre legendas e pela concentração das decisões em poucas lideranças partidárias, mais do que por um debate de propostas.
O que ainda não se sabe é o essencial: Flávio Bolsonaro não confirmou nenhum nome, e o desfecho depende das conversas com União Brasil, PP e Republicanos, siglas que até aqui sinalizaram intenção de manter neutralidade e autonomia dos diretórios estaduais. Também não há resposta pública de Michelle Bolsonaro nem da própria Priscila Costa à fala de 'bobagem'. A definição, portanto, segue em aberto até o prazo final das convenções.
As coberturas convergem em que o vice de Flávio Bolsonaro ainda não está definido, que o prazo é 5 de agosto e que a decisão depende de alianças com União Brasil, PP e Republicanos. Todas tratam a fala de 'bobagem' sobre Priscila Costa como sinal de que seu nome perdeu força na cúpula do PL.

Em publicação nas redes sociais, a senadora informou que se reuniu com o pré-candidato do PL à Presidência.

Priscila Costa se diz honrada com a possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro, mas afirma manter foco no Ceará. Leia na Gazeta do Povo.

Flávio Bolsonaro e o PL buscam vice após Valdemar descartar Priscila Costa; o senador Rogério Marinho e Daniella Marques seguem entre os nomes avaliados para a chapa.
Perspectivas omitidas



