Erika Hilton soma 1,6 milhão de votos e bate recorde feminino na Câmara
2 veículos de esquerda · 4 veículos de centro

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
6 fontes políticas
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A deputada federal Erika Hilton, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de São Paulo, foi reeleita no domingo, 4 de outubro, com 1.596.472 votos, segundo a apuração completa no estado. A marca supera o recorde de Joice Hasselmann, que teve 1.078.666 votos em 2018, e faz de Hilton a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. Em São Paulo, ela ficou atrás apenas de Lucas Pavanato (PL), com mais de 3 milhões de votos.
Veículos de esquerda trataram a reeleição recorde de Erika Hilton como vitória coletiva de pessoas trans e travestis num país que lidera as mortes dessa população. A cobertura destacou que, no dia da votação, a deputada recebeu ameaça de morte com ofensas transfóbicas e precisou reforçar a segurança antes de votar, e registrou o chamado dela para seguir em campanha pela reeleição de Lula no segundo turno.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Todas as coberturas concordam que Erika Hilton teve quase 1,6 milhão de votos, superou o recorde de Joice Hasselmann (1.078.666 em 2018) e ficou atrás apenas de Lucas Pavanato (PL) em São Paulo.
A deputada federal Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, foi reeleita com quase 1,6 milhão de votos e se tornou a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. No dia da votação, ela recebeu uma ameaça de morte transfóbica e registrou boletim de ocorrência.
A deputada federal Erika Hilton, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de São Paulo, foi reeleita no domingo, 4 de outubro, e se tornou a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. Com todas as seções apuradas no estado, ela somou 1.596.472 votos, quase 1,6 milhão.
O número supera o recorde anterior, de Joice Hasselmann, eleita por São Paulo em 2018 com 1.078.666 votos. Também representa cerca de seis vezes a votação que a própria Hilton teve em 2022, quando recebeu 256.903 votos no primeiro mandato federal.
Em São Paulo, que tem 70 cadeiras na Câmara, ela ficou atrás apenas de Lucas Pavanato, do Partido Liberal (PL), que passou de 3 milhões de votos. Entre as mulheres, aparecem em seguida Sâmia Bomfim, também do PSOL paulista, com cerca de 583 mil votos, e Julia Zanatta, do PL de Santa Catarina, com 560.223.
Hilton tem 33 anos e nasceu em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Foi codeputada estadual por um mandato coletivo, vereadora mais votada da capital paulista em 2020 e uma das primeiras mulheres trans eleitas para a Câmara em 2022. No mandato, liderou a proposta de emenda à Constituição pelo fim da escala de trabalho 6x1 e, em março de 2026, passou a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
A cobertura de centro concentrou-se nos números da apuração, no ranking estadual e na trajetória da parlamentar. Esses textos registraram a fala de Hilton sobre criar uma guerrilha digital para ampliar os votos do presidente Lula no segundo turno, sem aprofundar o tema.
Veículos de esquerda destacaram o recorde como uma vitória coletiva de pessoas trans e travestis. Eles relataram que, às 10h26 do dia da votação, a deputada recebeu por e-mail uma ameaça de morte com ofensas transfóbicas, cujo autor dizia conhecer seu endereço. Ela registrou boletim de ocorrência, adiou a ida à seção eleitoral até reforçar a segurança e pediu investigação. Esses veículos também reproduziram o discurso em que Hilton afirmou que a campanha continua até o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, a quem criticou pelo envolvimento com o Banco Master.
Não houve, até o momento, cobertura de veículos de direita sobre o recorde, o que caracteriza um ponto cego desse lado do espectro.
O que ainda não se sabe: a autoria da ameaça de morte segue desconhecida, porque a mensagem saiu de um serviço que dificulta o rastreamento. As contagens também variam entre as fontes. Uma delas aponta Hilton como segunda maior votação do país, enquanto outra afirma que Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, também teve mais votos do que ela.
Erika Hilton (Psol) foi reeleita deputada federal por São Paulo neste domingo (4) com 1.596.383 votos e se tornou a mulher mais votada da história para a


Com a totalidade das urnas apuradas em São Paulo, candidata do PSOL é a mais votada do país

Deputada Federal pelo PSOL superou 1,5 milhão de votos.

Com 33 anos e nascida na cidade de Franco da Rocha, na Grande SP, ela conquistou a marca de mais de 1,5 milhão de votos em São Paulo neste domingo (4).

Erika Hilton (Psol) foi reeleita deputada federal por São Paulo neste domingo (4) com 1.596.383 votos e se tornou a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. Com 99,99%

Nesta matéria: perspectiva omitida.