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Flávio Dino pede vista e suspende julgamento de Alexandre de Moraes no STF
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O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu em 15 de setembro o julgamento sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, motivada por 52 mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão discutiu só se o caso seria analisado junto com o pedido de Moraes contra André Mendonça. O placar ficou em 4 a 3 pela separação quando Flávio Dino pediu vista.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu em 15 de setembro o julgamento sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, motivada por 52 mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão discutiu só se o caso seria analisado junto com o pedido de Moraes contra André Mendonça. O placar ficou em 4 a 3 pela separação quando Flávio Dino pediu vista.
Direita
Veículos de direita tratam o julgamento como teste de accountability para Alexandre de Moraes e como problema eleitoral para o governo. Destacam o contrato de R$ 131 milhões do escritório da mulher do ministro com o Banco Master, a avaliação no Planalto de que Lula precisa se afastar de Moraes e as críticas de Flávio Dino à avocação de Edson Fachin.
5 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Descreve em tom de serviço a programação da sessão (leitura do relatório, manifestação da PGR, ordem regimental dos votos) e as regras de acesso ao plenário, sem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Informa horário, transmissão, rito e ordem de votação, e resume o conflito entre Moraes e André Mendonça, o afastamento do diretor da PF e a intervenção de Edson Fachin. Usa termos como 'caos' e 'imbróglio', mas mantém relato equilibrado.
Perspectivas omitidas
Informa o placar de 4 a 3 pela separação dos casos, o pedido de vista de Flávio Dino, quem votou em cada lado e os impedimentos de Toffoli e Nunes Marques, com contexto da pesquisa Quaest. Descreve a crise como 'a mais grave' em tempos democráticos, sem tomar partido.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Enquadra a crise pelo custo eleitoral para Lula, destaca o contrato de R$ 131 milhões editado por Moraes e a pergunta de Vorcaro sobre fugir do País, e descreve a ofensiva petista contra Mendonça como busca de 'podres'. O foco na fragilidade do governo e na accountability do ministro aliado inclina o texto à direita, embora registre a defesa de Moraes.
Perspectivas omitidas
O Supremo Tribunal Federal suspendeu o julgamento sobre investigar Alexandre de Moraes por mensagens de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O plenário tinha 4 votos a 3 pela análise separada do caso e do pedido de Moraes contra André Mendonça quando Flávio Dino pediu vista.
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta terça-feira, 15 de setembro, o julgamento que pode tornar Alexandre de Moraes o primeiro integrante da Corte a ser investigado. O ministro Flávio Dino pediu vista depois que o plenário formou placar de 4 a 3 pela análise separada do caso de Moraes e da representação que o próprio Moraes apresentou contra o ministro André Mendonça.
A sessão extraordinária foi convocada pelo presidente do tribunal, Edson Fachin, para decidir se há elementos para abrir investigação a partir de um relatório da Polícia Federal. O documento reúne 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a Moraes nas semanas anteriores à prisão do banqueiro, em novembro de 2025. No domingo anterior, Fachin havia avocado o procedimento, que até então tinha Mendonça como relator.
A cobertura converge nos pontos centrais. O debate do dia não chegou ao mérito. Ele girou em torno de uma questão de ordem do decano Gilmar Mendes, que propôs juntar os dois casos e levá-los ao dia 23 de setembro, data já marcada para a análise do pedido contra Mendonça. Cristiano Zanin e o próprio Moraes acompanharam a proposta. Fachin defendeu deliberações distintas e foi seguido por Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques ficaram fora da votação. Dino, que havia indicado voto pela unificação, o que empataria o placar em 4 a 4, interrompeu o julgamento com o pedido de vista.
A sessão ocorreu sob regras rígidas: celulares lacrados, jornalistas fora do plenário e parte da Esplanada dos Ministérios fechada. Na véspera, pesquisa Quaest mostrou que 56% dos brasileiros dizem não confiar na Corte, o patamar mais alto da série histórica.
A cobertura de centro relatou o rito da sessão, a ordem dos votos e o placar final, e descreveu o episódio como a mais grave crise do tribunal em tempos democráticos. Veículos de direita enfatizaram outros ângulos. Um deles destacou o placar parcial de 3 a 1 pela unificação e a frase de Dino segundo a qual aceitar a avocatória abriria “uma avenida de autoritarismo” nos tribunais. Outro tratou do cálculo eleitoral: segundo interlocutores do Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê a investigação como um “mal necessário” e foi aconselhado a se afastar de Moraes, enquanto o senador Flávio Bolsonaro avança nas pesquisas. Essa cobertura lembrou mensagens que mostram Moraes editando um contrato de R$ 131 milhões do escritório de sua mulher com o Banco Master, e registrou a resposta do ministro, que chama o caso de “farsa” e “vingança”. Entre as fontes reunidas, nenhum veículo de esquerda cobriu o julgamento até o momento.
Ainda não se sabe quando Dino devolverá o processo, se os casos de Moraes e Mendonça serão de fato julgados juntos no dia 23, nem se a Corte chegará a autorizar a investigação. Também segue em aberto o peso das mensagens que mencionam o filho de Nunes Marques, cuja defesa nega qualquer relação com o banco.

Julgamento começa às 10h; sessão será transmitida pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal do STF no YouTube.

Plenária ocorre a partir das 10h desta terça-feira e será transmitida pela Rádio e TV Justiça e pelo canal do Supremo no YouTube

Presidente avalia que sessão desta terça-feira na Corte é ‘divisor de águas’, mas também quer investigação de André Mendonça o quanto antes

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta terça-feira (15) maioria de 3 votos a 1 para reunir os casos envolvendo

Julgamento foi retomado à tarde com debate sobre possível análise conjunta de casos de Moraes e Mendonça
O corpo relata com correção o placar parcial de 3 a 1 pela unificação dos casos de Moraes e Mendonça, mas o título afirma '3 votos a 1 em desfavor de Moraes', quando a maioria parcial acompanhava a proposta favorável a ele. O enquadramento do título contra o ministro indica inclinação à direita.
Perspectivas omitidas



