Dia 13 com Lula: PT mobiliza militância em mais de 130 municípios do país
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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O Partido dos Trabalhadores (PT) realizou em 13 de setembro uma mobilização nacional pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com carreatas, caminhadas e panfletagens em várias cidades, a três semanas do primeiro turno. Houve atos em Copacabana e na Avenida Paulista, discursos centrados em soberania nacional e no caso Banco Master, ausências de aliados como Eduardo Paes e Helder Barbalho, e público menor no Sudeste por causa da chuva. No mesmo dia, Nikolas Ferreira convocou ato em Macapá contra Alexandre de Moraes.
A campanha pela reeleição de Lula tomou as ruas em mais de 130 municípios e em pelo menos 26 unidades da Federação no Dia 13 com Lula, numa jornada descentralizada de diálogo direto com eleitores. Militantes, movimentos sociais e candidatos defenderam a democracia, a soberania nacional, o fim da escala 6x1 e a reconstrução do serviço público, e cobraram transparência total sobre o caso Banco Master antes da eleição.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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As coberturas concordam que o Partido dos Trabalhadores fez atos simultâneos em várias cidades no dia 13 de setembro, com Benedita da Silva em Copacabana e Fernando Haddad e Geraldo Alckmin na Avenida Paulista, e que o caso Banco Master e a soberania nacional dominaram os discursos.
No domingo 13 de setembro, o Partido dos Trabalhadores levou a campanha de Lula às ruas em mais de 130 municípios. Houve atos em Copacabana e na Avenida Paulista, cobranças sobre o caso Banco Master e ausências de aliados como Eduardo Paes e Helder Barbalho, com diferenças de ênfase entre as coberturas.
O Partido dos Trabalhadores levou a campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às ruas neste domingo, 13 de setembro, a três semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Batizada de Dia 13 com Lula, em referência ao número do partido nas urnas, a mobilização reuniu carreatas, caminhadas, panfletagens e bandeiraços em mais de 130 municípios, segundo a própria campanha.
A cobertura converge sobre os principais palcos. No Rio de Janeiro, a candidata ao Senado Benedita da Silva liderou um ato na orla de Copacabana, com discurso centrado na soberania nacional. Em São Paulo, o candidato ao governo Fernando Haddad e o vice-presidente Geraldo Alckmin falaram na Avenida Paulista, junto ao Museu de Arte de São Paulo. Os dois cobraram o aprofundamento das investigações sobre o caso Banco Master e a quebra de sigilos. Alckmin afirmou que o banco foi criado no governo Bolsonaro e fechado na atual gestão. Houve ainda atos em Brasília, Salvador, Fortaleza, Teresina, Manaus e cidades de Pernambuco. A primeira-dama Rosangela da Silva, a Janja, convocou os apoiadores nas redes sociais.
As diferenças de ênfase ficaram claras. Veículos de esquerda destacaram a amplitude da jornada, que teria chegado a pelo menos 26 unidades da Federação, e deram espaço às bandeiras levadas às ruas: defesa da democracia, fim da escala de trabalho 6x1, reconstrução do serviço público e a frase de que o Brasil não é quintal de ninguém. Essa cobertura também registrou o comício de sábado em Curitiba, com cerca de 15 mil pessoas segundo a organização, e as carreatas lideradas por governadores do Nordeste.
A cobertura de centro relatou os atos com mais distanciamento e apontou fissuras. No Rio, o prefeito Eduardo Paes, candidato ao governo apoiado pelo PT, e Pedro Paulo, candidato ao Senado, não compareceram, enquanto nomes do Partido Socialismo e Liberdade ocuparam o palanque. Em Belém, o ex-governador Helder Barbalho, aliado de Lula, fez campanha separada. A chuva reduziu o público no Rio e em São Paulo, e os atos foram mais cheios nas capitais do Nordeste. Veículos de centro também registraram que, no mesmo domingo, o deputado Nikolas Ferreira convocou um ato em Macapá para pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a dar andamento a um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Veículos de direita não publicaram cobertura própria sobre a mobilização petista até o momento, o que deixa sem contraponto direto as acusações feitas nos palanques sobre o caso Banco Master.
Ainda não se sabe qual foi o público total dos atos, já que os números disponíveis vêm apenas da organização. Também não há resposta dos citados nos discursos sobre o caso Banco Master, nem avaliação de como a mobilização se reflete nas pesquisas de intenção de voto na reta final.
Atos em mais de 130 municípios reuniram militantes, partidos aliados e movimentos sociais neste domingo (13); jornada termina com live de Lula à apoiadores.

Benedita da Silva, candidata ao Senado, lidera ato em Copacabana, no Rio, que não teve presença de Eduardo Paes; Em Belém, aliados da família Barbalho também não compareceram

Petistas promovem mobilização para fortalecer campanha de Lula; Nikolas Ferreira convoca protesto contra Moraes no Amapá
