Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Caso Banco Master+142André Mendonça+139Alexandre de Moraes+138STF+116Flávio Dino+84Edson Fachin+68Daniel Vorcaro+61Caso Dark Horse+33Gilmar Mendes+20Polícia Federal+17Alexandre Silveira+17Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos+17
ver todos

EUA mantêm taxa básica de juros pela 5ª vez consecutiva

1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Redação Fuja da Bolha•4 fontes•17/06/2026•atualizado em 12/08/2026•Política Monetária
EUA mantêm taxa básica de juros pela 5ª vez consecutiva
Imagem: R7

Resumo da cobertura

Na 'super quarta' de 17 e 18 de junho de 2026, os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos definiram suas taxas de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, em decisão unânime e terceiro corte consecutivo. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa básica na faixa de 3,50% a 3,75% pela quinta reunião seguida, também por unanimidade. O Copom citou a aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre, a inflação acima da meta e a incerteza no cenário externo ligada ao Oriente Médio.

Alguém precisa ver os dois lados disso?

WhatsApp

Como cada lado cobriu

4 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (25%)

Veículos com viés à esquerda

  • Brasil 247Taxa de juros cai para 14,25% após decisão do CopomA redução foi de 0,25 ponto percentual. A decisão também representou o terceiro corte seguido confirmado pelo Banco Central
    Análise editorial

    Texto majoritariamente factual e bem-contextualizado, mas com sinais do enquadramento do veículo (LEFT): ênfase no 'alívio externo', no afrouxamento monetário e no impacto sobre crédito, consumo, investimentos e custo da dívida pública, vocabulário que valoriza o papel ativo do Estado na condução econômica. Cita G1 como fonte secundária.

    Qualidade argumentativa
    60/100
    Manipulação emocional
    10/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    3

    Perspectivas omitidas

    • Não questiona o patamar ainda alto da Selic (14,25%) sob a ótica do custo do crédito e do crescimento
    • Atribui o crédito da queda do petróleo ao 'acordo de paz' anunciado por Trump sem checagem independente
Centro1 (25%)

Veículos com viés ao centro

  • G1Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,50% para 14,25% ao anoA taxa Selic caiu para 14,25% ao ano em decisão do Copom que acompanhou a projeção do mercado e a desaceleração da inflação impulsionada pelo petróleo.
    Análise editorial

    Cobertura de agência clássica: relata a decisão, cita textualmente a nota do Copom sobre cenário externo e doméstico, sem enquadramento ideológico. Linguagem técnica e neutra. Perfil CENTER claro, coerente com publisher CENTER.

    Qualidade argumentativa
    62/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    5/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não traz reação de setores produtivos nem avaliação crítica do nível ainda elevado da Selic
Direita2 (50%)

Veículos com viés à direita

  • R7EUA mantêm taxa básica de juros pela 5ª vez consecutivaDecisão do comitê foi unânime e ficou na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.

    Análise editorial

    Reportagem de TV transcrita, puramente factual: informa a faixa de juros e a unanimidade do comitê sem vocabulário valorativo. Apesar de o publisher ser RIGHT, o texto não editorializa, então o perfil do artigo é CENTER. Boa parte do corpo é lista de 'veja também' não relacionada.

    Qualidade argumentativa
    40/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    1

    Perspectivas omitidas

    • Não explica o racional do Fed para manter a taxa (inflação americana, mercado de trabalho)
    • Não conecta a decisão do Fed à política monetária brasileira
  • R7Brasil e EUA definem taxa básica de juros nesta quarta-feira (17)Copom prevê redução da Selic em 0,25 ponto percentual, o que passaria para 14,25% ao ano
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.

    Análise editorial

    Nota de antecipação transcrita de TV: apenas informa que os bancos centrais se reuniriam e a expectativa de corte da Selic para 14,25%. Sem carga valorativa; perfil CENTER apesar do publisher RIGHT. Texto útil curto, restante é boilerplate de chamadas.

    Qualidade argumentativa
    35/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    1

    Perspectivas omitidas

    • Não detalha o racional da expectativa de corte nem os indicadores de inflação
    • Corpo dominado por lista de 'veja também' não relacionada

Na chamada super quarta de 17 e 18 de junho de 2026, os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos anunciaram suas decisões de juros em direções opostas. No Brasil, o Comitê de Política Monetária, o Copom, reduziu a taxa básica da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, em decisão unânime e terceiro corte consecutivo. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa básica na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, pela quinta reunião seguida, também por unanimidade.

A cobertura de centro relatou os números de forma direta e citou textualmente a nota do Banco Central. Segundo o Copom, o ambiente externo permanece incerto em função das negociações para cessar conflitos no Oriente Médio, enquanto, no cenário doméstico, a atividade econômica acelerou no primeiro trimestre e o mercado de trabalho seguiu resiliente. A mesma nota reconheceu que a inflação cheia voltou a acelerar e superou o limite superior da meta na última leitura, o que ajuda a explicar o ritmo gradual do corte.

Veículos de esquerda destacaram que a redução dá sequência ao ciclo de afrouxamento monetário e tende a baratear o crédito, estimular o consumo e os investimentos e aliviar o custo da dívida pública. Essa cobertura ressaltou o alívio no cenário externo: a queda do preço do petróleo, após a desobstrução do estreito de Ormuz, reduziu a pressão sobre os combustíveis e sobre a inflação. Economistas ouvidos, como Rafaela Vitória, do banco Inter, e Bruna Centeno, da Blue3 Investimentos, avaliaram que o cenário recente abriu espaço para a continuidade dos cortes e que a curva de juros futura já indicava queda em todos os vencimentos.

Veículos de direita enfatizaram o caráter prudente e técnico da decisão. Para essa leitura, o corte contido de apenas 0,25 ponto, com a Selic ainda em 14,25%, sinaliza disciplina no combate a uma inflação que permanece acima da meta de 3%, cujo intervalo de tolerância vai de 1,5% a 4,5%. O Banco Central condiciona novos cortes à confirmação da inflexão da inflação e à estabilidade das expectativas para 2027 e 2028, num horizonte em que mudanças na taxa levam de seis a 18 meses para produzir efeito pleno. A manutenção dos juros pelo Federal Reserve pela quinta vez foi lida nesse campo como reforço de um ambiente global de cautela monetária e previsibilidade para os mercados.

O que ainda não se sabe é o tamanho e o ritmo dos próximos passos do Copom. O próprio comitê deixou o comunicado em aberto, condicionando a sequência de cortes ao comportamento da inflação e das expectativas. Também permanece incerto o efeito duradouro do cenário externo sobre o petróleo e os combustíveis, bem como o desfecho das negociações de tarifas entre Brasil e Estados Unidos, que seguiam entre as prioridades do governo brasileiro.

Briefing

O que importa para você

  • Selic passou a 14,25% ao ano, com efeito sobre crédito, consumo, investimentos e custo da dívida pública.
  • A inflação projetada estava em 4,10% para o próximo ano, acima do centro da meta de 3%.
  • A queda do petróleo, próximo de US$ 80, tende a aliviar a pressão sobre combustíveis e preços.

Onde os lados divergem

  • Esquerda enfatiza o afrouxamento como alívio para crédito, consumo, investimento e custo da dívida pública.
  • Direita valoriza a cautela e o corte gradual como disciplina contra a inflação ainda acima da meta de 3%.
  • Esquerda credita o alívio externo (queda do petróleo) ao espaço para mais cortes; direita destaca a condicionalidade aos dados de 2027 e 2028.

Onde os lados concordam

Todos os lados confirmam os fatos centrais: o Copom cortou a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano em decisão unânime (terceiro corte seguido) e o Federal Reserve manteve os juros dos EUA entre 3,50% e 3,75% pela quinta vez. Há consenso de que o mercado já esperava o corte e que a inflação segue acima da meta.

O que ainda está incerto

  • O Copom deixou o comunicado em aberto, sem definir o ritmo dos próximos cortes.
  • Não há clareza sobre a duração do alívio externo no petróleo nem sobre o desfecho das negociações de tarifas entre Brasil e EUA.
EconomiaJurosPolítica Monetária

NeXTverso·Publicidade

Duas pessoas, seis dimensões, uma leitura

Doze perguntas, um convite, e a comparação de personalidade, valores e estilo de vida.

Ver como funciona

NeXTverso·Publicidade

Esquerda e direita são um eixo de três

O NeXTverso mede posição política em três eixos e mostra a conta por trás de cada pergunta.

Ver a metodologia

Fontes

Espectro: Centro
Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,50% para 14,25% ao ano
Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,50% para 14,25% ao ano

A taxa Selic caiu para 14,25% ao ano em decisão do Copom que acompanhou a projeção do mercado e a desaceleração da inflação impulsionada pelo petróleo.

G1G1
Espectro: Direita
EUA mantêm taxa básica de juros pela 5ª vez consecutiva
EUA mantêm taxa básica de juros pela 5ª vez consecutiva

Decisão do comitê foi unânime e ficou na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano

R7R7
Espectro: Direita
Brasil e EUA definem taxa básica de juros nesta quarta-feira (17)
Brasil e EUA definem taxa básica de juros nesta quarta-feira (17)

Copom prevê redução da Selic em 0,25 ponto percentual, o que passaria para 14,25% ao ano

R7R7
Espectro: Esquerda
Taxa de juros cai para 14,25% após decisão do Copom

A redução foi de 0,25 ponto percentual. A decisão também representou o terceiro corte seguido confirmado pelo Banco Central

Brasil 247Brasil 247

Direita

2 fontes

O Copom optou por um corte gradual e cauteloso de 0,25 ponto na Selic, para 14,25% ao ano, sinalizando responsabilidade fiscal e disciplina no combate à inflação, que segue acima da meta de 3%. A leitura de direita valoriza a postura técnica e prudente do Banco Central, que condiciona novos cortes à confirmação da queda da inflação e às expectativas para 2027 e 2028. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros pela quinta vez, reforçando o ambiente de cautela monetária global e a importância da previsibilidade para os mercados.

Esquerda

1 fonte

O Banco Central deu sequência ao ciclo de afrouxamento monetário e reduziu a Selic para 14,25% ao ano, o terceiro corte consecutivo, num movimento que tende a baratear o crédito, estimular o consumo, os investimentos e aliviar o custo da dívida pública.

Centro

1 fonte

Na 'super quarta' de 17 e 18 de junho de 2026, os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos definiram suas taxas de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, em decisão unânime e terceiro corte consecutivo.

Leia em seguida

Ibovespa cai 0,51% com alta de juros do Federal Reserve e espera pelo Copom
Centro e direita · 3 fontesIbovespa cai 0,51% com alta de juros do Federal Reserve e espera pelo Copom

Linha do Tempo

  1. 18 de jun. de 2026, 16:18
    Federal Reserve mantém a taxa básica de juros dos EUA entre 3,50% e 3,75% ao ano pela quinta vez consecutiva
    noticias.r7.com
  2. 17 de jun. de 2026, 19:04
    Copom reduz a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano em decisão unânime, terceiro corte consecutivo
    g1.globo.combrasil247.com

Continuar lendo

  • Banco Central corta Selic para 13,75% e não se compromete com novos cortes

    Banco Central corta Selic para 13,75% e não se compromete com novos cortes

    63% Centro·38% Direita·8 fontes
    Centro 63%Direita 38%8 fontes
  • Ministério do Trabalho vê 30% dos MEIs vindos da CLT e perda de R$ 105 bilhões

    Ministério do Trabalho vê 30% dos MEIs vindos da CLT e perda de R$ 105 bilhões

    33% Esquerda·67% Centro·3 fontes
    Esquerda 33%Centro 67%3 fontes
  • Arrecadação federal deve somar R$ 3,24 trilhões em 2026, recorde de 23,7% do PIB

    Arrecadação federal deve somar R$ 3,24 trilhões em 2026, recorde de 23,7% do PIB

    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes