EUA mantêm taxa básica de juros pela 5ª vez consecutiva
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O Banco Central deu sequência ao ciclo de afrouxamento monetário e reduziu a Selic para 14,25% ao ano, o terceiro corte consecutivo, num movimento que tende a baratear o crédito, estimular o consumo, os investimentos e aliviar o custo da dívida pública. A leitura de esquerda enfatiza que o alívio externo, com a queda do petróleo, abriu espaço para a continuidade dos cortes e que a economia mostra resiliência no mercado de trabalho e aceleração da atividade. Ainda assim, a Selic permanece em patamar elevado, mantendo pressão sobre o crédito das famílias e o investimento produtivo.
Veículos deste lado: Brasil 247
Na 'super quarta' de 17 e 18 de junho de 2026, os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos definiram suas taxas de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, em decisão unânime e terceiro corte consecutivo.
Veículos deste lado: G1
O Copom optou por um corte gradual e cauteloso de 0,25 ponto na Selic, para 14,25% ao ano, sinalizando responsabilidade fiscal e disciplina no combate à inflação, que segue acima da meta de 3%. A leitura de direita valoriza a postura técnica e prudente do Banco Central, que condiciona novos cortes à confirmação da queda da inflação e às expectativas para 2027 e 2028.
Veículos deste lado: R7
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Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Todos os lados confirmam os fatos centrais: o Copom cortou a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano em decisão unânime (terceiro corte seguido) e o Federal Reserve manteve os juros dos EUA entre 3,50% e 3,75% pela quinta vez. Há consenso de que o mercado já esperava o corte e que a inflação segue acima da meta.
Na chamada super quarta de 17 e 18 de junho de 2026, os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos anunciaram suas decisões de juros em direções opostas. No Brasil, o Comitê de Política Monetária, o Copom, reduziu a taxa básica da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, em decisão unânime e terceiro corte consecutivo. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa básica na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, pela quinta reunião seguida, também por unanimidade.
A cobertura de centro relatou os números de forma direta e citou textualmente a nota do Banco Central. Segundo o Copom, o ambiente externo permanece incerto em função das negociações para cessar conflitos no Oriente Médio, enquanto, no cenário doméstico, a atividade econômica acelerou no primeiro trimestre e o mercado de trabalho seguiu resiliente. A mesma nota reconheceu que a inflação cheia voltou a acelerar e superou o limite superior da meta na última leitura, o que ajuda a explicar o ritmo gradual do corte.
Veículos de esquerda destacaram que a redução dá sequência ao ciclo de afrouxamento monetário e tende a baratear o crédito, estimular o consumo e os investimentos e aliviar o custo da dívida pública. Essa cobertura ressaltou o alívio no cenário externo: a queda do preço do petróleo, após a desobstrução do estreito de Ormuz, reduziu a pressão sobre os combustíveis e sobre a inflação. Economistas ouvidos, como Rafaela Vitória, do banco Inter, e Bruna Centeno, da Blue3 Investimentos, avaliaram que o cenário recente abriu espaço para a continuidade dos cortes e que a curva de juros futura já indicava queda em todos os vencimentos.
Veículos de direita enfatizaram o caráter prudente e técnico da decisão. Para essa leitura, o corte contido de apenas 0,25 ponto, com a Selic ainda em 14,25%, sinaliza disciplina no combate a uma inflação que permanece acima da meta de 3%, cujo intervalo de tolerância vai de 1,5% a 4,5%. O Banco Central condiciona novos cortes à confirmação da inflexão da inflação e à estabilidade das expectativas para 2027 e 2028, num horizonte em que mudanças na taxa levam de seis a 18 meses para produzir efeito pleno. A manutenção dos juros pelo Federal Reserve pela quinta vez foi lida nesse campo como reforço de um ambiente global de cautela monetária e previsibilidade para os mercados.
O que ainda não se sabe é o tamanho e o ritmo dos próximos passos do Copom. O próprio comitê deixou o comunicado em aberto, condicionando a sequência de cortes ao comportamento da inflação e das expectativas. Também permanece incerto o efeito duradouro do cenário externo sobre o petróleo e os combustíveis, bem como o desfecho das negociações de tarifas entre Brasil e Estados Unidos, que seguiam entre as prioridades do governo brasileiro.
A taxa Selic caiu para 14,25% ao ano em decisão do Copom que acompanhou a projeção do mercado e a desaceleração da inflação impulsionada pelo petróleo.

Decisão do comitê foi unânime e ficou na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano

Copom prevê redução da Selic em 0,25 ponto percentual, o que passaria para 14,25% ao ano

A redução foi de 0,25 ponto percentual. A decisão também representou o terceiro corte seguido confirmado pelo Banco Central