Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
5 veículos de esquerda · 26 veículos de centro · 3 veículos de direita

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno de 25 de outubro, entrou na Argentina às 22h50 de terça-feira pela Ponte Internacional Tancredo Neves, com a mulher e as duas filhas, e embarcou 40 minutos depois num voo privado da Baires Fly com destino a Guayaquil, no Equador, segundo a Direção Nacional de Migrações da Argentina. Sites de rastreio mostram que o jato seguiu para Miami. A saída ocorreu depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandou o senador entregar os passaportes e o proibiu de deixar o país, num inquérito sobre lavagem de dinheiro. O Departamento de Estado dos EUA informou que concederá vistos à família.
Veículos de esquerda trataram a saída de Flávio Bolsonaro como fuga para escapar da Justiça: dois dias depois de perder a eleição para Lula, o senador descumpriu a ordem do Supremo Tribunal Federal, cruzou a fronteira com a Argentina e embarcou num jato privado rumo aos EUA, onde o governo Trump já prometia vistos.
A cobertura de direita tratou a saída de Flávio Bolsonaro com cautela, como hipótese ainda não comprovada, enquanto o governo argentino, a campanha e familiares negavam a viagem. Destacou que a informação inicial veio da imprensa estrangeira, que o avião citado não bastava como prova e que o senador classificou a decisão de Moraes como tentativa de intimidação tomada logo após o resultado.
34 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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O senador Flávio Bolsonaro, derrotado no segundo turno da eleição presidencial, entrou na Argentina na noite de 27 de outubro com a mulher e as filhas e embarcou num jato privado para Guayaquil, no Equador, com destino a Miami. A viagem contrariou a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que proibia a saída do país.
O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal do Rio de Janeiro, deixou o Brasil dois dias depois de perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a Direção Nacional de Migrações da Argentina, ele entrou no país às 22h50 de terça-feira, 27 de outubro, pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu a Puerto Iguazú, acompanhado da mulher e das duas filhas. Quarenta minutos depois, a família embarcou num voo privado da empresa Baires Fly com destino a Guayaquil, no Equador.
Os sites de rastreio de voos mostram que o jato Gulfstream pousou em Guayaquil na manhã de quarta-feira e decolou em seguida para um aeroporto executivo em Miami, nos Estados Unidos, numa rota que evitou o espaço aéreo brasileiro. A viagem contrariou uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que havia mandado o senador entregar os passaportes em 24 horas e o proibido de sair do país. O prazo venceu na manhã de terça, sem cumprimento, e a Polícia Federal cancelou os documentos. A ordem foi dada num inquérito que apura suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz, que negam irregularidades. O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou que concederá vistos à família, e o presidente Donald Trump disse que aprovaria a entrada do senador.
O caminho até a confirmação foi confuso. Na manhã de terça, a imprensa argentina publicou que Flávio estava em Puerto Iguazú, mas o governo de Javier Milei negou qualquer registro de entrada, e o coordenador da campanha, Rogério Marinho, disse que o senador estava no Brasil. À tarde, aliados afirmaram que ele já havia chegado a Miami. A nota oficial argentina da madrugada desmentiu as duas versões.
A cobertura de centro concentrou-se nos registros oficiais, no trajeto da aeronave e no contexto judicial, e ouviu especialistas sobre a possibilidade de extradição. Veículos de esquerda destacaram que se tratava de uma fuga para escapar da Justiça, lembraram que Flávio contestou o resultado com alegações de fraude e registraram o pedido de prisão preventiva feito por deputados do Partido dos Trabalhadores. Uma deputada argentina relatou a esses veículos que o senador teria contado com apoio de funcionários do governo Milei, o que não foi confirmado oficialmente. Veículos de direita, por sua vez, enfatizaram as negativas iniciais e trataram a saída como hipótese até haver confirmação, além de reproduzir a crítica de Flávio de que a decisão de Moraes foi tomada na noite do resultado como forma de intimidação.
Especialistas ouvidos pela imprensa afirmaram que o Brasil pode pedir a extradição, mas que o tratado com os Estados Unidos não inclui lavagem de dinheiro e evasão de divisas, e que o alinhamento entre Trump e a família Bolsonaro tende a ser obstáculo.
Ainda não se sabe se Flávio desembarcou nos Estados Unidos, qual o tipo e a duração do visto, se haverá pedido formal de asilo e se o Supremo decretará prisão preventiva. Também segue sem explicação como a família saiu do Brasil sem registro nos postos oficiais de controle migratório.
Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tratam a eleição presidencial como página virada e afirmam que o senador não voltará a contestar explicitamente o resultado.
Segundo pessoas próximas do candidato derrotado à Presidência, voo deverá chegar em algumas horas

Argentina afirmou que senador e familiares cruzaram a fronteira na noite de terça (27). Grupo embarcou 40 minutos depois em voo com destino a Guayaquil. Após o pouso, plano de voo da aeronave LV-JQW mudou para a cidade norte-americana.

Plano de voo da aeronave foi atualizado com a informação de destino final Miami, nos Estados Unidos

Segundo o órgão, o senador e a família entraram na Argentina às 22h50 de 3ª, embarcando 40 minutos depois para Guayaquil. Leia no Poder360.

Governo da Argentina diz que senador entrou no país na noite da terça-feira, no horário local, e saiu em voo com destino ao Equador. Fontes confirmaram à BBC que o senador iria aos EUA; ministro Alexandre de Moraes, do STF, havia ordenado que o senador entregasse seus passaportes e proibido que ele saísse do Brasil; acompanhe.


Segundo noticiado ao longo do dia, senador fugiu para a Argentina pela fronteira com o Brasil e de lá teria partido para os EUA, de onde quer liderar oposição ao governo Lula

O advogado mexicano Simón Levy afirmou, nesta terça-feira (27/10), que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria

Menos de dois dias após perder a eleição, senador desembarca em Miami desrespeitando decisão de Moraes de entregar passaportes e não deixar o Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na madrugada desta quarta-feira (28) que aprovaria vistos para Flávio Bolsonaro e sua família no país. "Eu aprovaria. Acho que eles são boas pessoas. A eleição foi muito estranha, e achei terrível", afirmou a jornalistas após ser questionado quando desembarcava em Washington, após comício no Texas. "Eu aprovaria. Para mim, estaria tudo bem", acrescentou. Ao ser perguntado se sabia onde Flávio estava no momento, Trump disse: "Ouvi dizer que ele

Senador é alvo de investigações em curso no Supremo Tribunal Federal

Presidente dos EUA afirma que soube que candidato derrotada estaria na Argentina

Mais cedo, Reuters e NYT informaram que o senador deixou o Brasil com destino aos EUA. No domingo (25), decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, proibiu Flávio de deixar o território brasileiro.

Fontes dizem à CNN que destino final do senador são os EUA

Mais cedo, aliados de Flávio afirmam que candidato derrotado deixou o Brasil e embarcou rumo aos EUA. Voo só decolou no início da madrugada de quarta da Argentina.

Candidato derrotado na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro estava escondido na Argentina e só decolou na madrugada desta quarta (28)

PF investiga se Flávio Bolsonaro deixou o Brasil pela Argentina após ordem de Moraes para entregar passaportes. Aliado nega saída do país.



Governo argentino comunicou a entrada e a saída da família; destino final seriam os Estados Unidos, onde poderia pedir asilo político, mas não há confirmação de solicitação ou concessão do benefício

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fugiu do Brasil pela fronteira com a Argentina, mesmo com seus passaportes brasileiros cancelados pela Polícia Federal (PF)

O senador e ex-candidato à presidência do Brasil saiu da Argentina, em um voo privado, com destino a Guayaquil, na terça-feira (27) à noite, segundo o governo do país latino.

A possível saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil após a derrota nas eleições presidenciais de domingo (25) passou

O senador Flávio Bolsonaro viaja nesta quarta-feira (28) para o Equador, procedente da Argentina, para onde fugiu do Brasil após perder as eleições presidenciais para Luiz Inácio Lula da Silva, informou o governo argentino.
O senador e ex-candidato à presidência do Brasil saiu da Argentina, em um voo privado, com destino a Guayaquil, na terça-feira (27) à noite, segundo o governo do país latino.
Em nota, a Direção de Migrações do país informou que o acesso ocorreu às 22h50 por meio da Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones.
Aeronave chegou à cidade de Guayaquil, de acordo com radar de voos; local pode ser escala em jornada rumo a outro destino

Site de notícias argentino publicou que senador teria ido para o país depois de ser intimado a entregar passaportes; coordenador de campanha e porta-voz de Milei negam

Pessoas próximas do senador do PL dizem que ele já chegou nos EUA

Site argentino afirma que o senador teria cruzado a fronteira com a Argentina para embarcar em um jato com destino aos EUA; Polícia Federal verifica registros de fronteira

PF vai comunicar ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes que o senador descumpriu a ordem judicial para entrega dos seus passaportes

Após a derrota na eleição presidencial e a ordem judicial para entregar seus passaportes e não deixar o país, o senador Flávio Bolsonaro (PL) fugiu do Brasil rumo aos Estados Unidos, onde já vive o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL), entusiasta da fuga do irmão.

Segundo alto funcionário do governo Trump, Departamento de Estado vai oferecer visto a Flávio Bolsonaro e família.

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.