
Flávio e Lula encabeçam rejeição entre líderes, mostra pesquisa
7 veículos de centro · 12 veículos de direita
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Uma série de pesquisas divulgadas na última semana de julho de 2026 desenha uma corrida presidencial competitiva entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. Nos levantamentos nacionais, Lula aparece à frente no primeiro turno e nos cenários de segundo turno, mas com margens que frequentemente configuram empate técnico. Ambos lideram as taxas de rejeição do eleitorado.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Uma série de pesquisas divulgadas na última semana de julho de 2026 desenha uma corrida presidencial competitiva entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. Nos levantamentos nacionais, Lula aparece à frente no primeiro turno e nos cenários de segundo turno, mas com margens que frequentemente configuram empate técnico. Ambos lideram as taxas de rejeição do eleitorado.
Direita
Na leitura de direita, as pesquisas mostram uma disputa muito mais aberta do que a liderança nacional de Lula sugere: o senador Flávio Bolsonaro lidera nos maiores colégios eleitorais do país, empata tecnicamente em cenários nacionais de segundo turno e cresce entre evangélicos, eleitores de maior renda e no Sul e Sudeste. A alta desaprovação do governo Lula sinaliza vulnerabilidade do petista.
19 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Relata cenários nacionais (Lula 48% x 41% Flávio no segundo turno) e a desaprovação do governo (51%). Metodologia detalhada e tom neutro.
Relata cenário nacional de segundo turno (Lula 47,5% x 41,1% Flávio) e menciona outras simulações. Descritivo e neutro.
Relata cenários de primeiro e segundo turno em Minas (Lula 47% x 43% Flávio), com Zema em terceiro. Metodologia e registro TSE. Neutro.
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Sintetiza SP, RJ e MG com percentuais e tamanho do eleitorado. Mostra liderança de Flávio em SP/RJ e de Lula em MG de forma equilibrada.
As pesquisas de intenção de voto divulgadas na última semana de julho de 2026 desenham uma corrida presidencial competitiva entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. Diferentes institutos, entre eles Nexus/BTG, Datafolha, Genial/Quaest, AtlasIntel, Real Time Big Data, Vox Brasil e Alfa Inteligência, testaram cenários nacionais e estaduais, todos com registro no Tribunal Superior Eleitoral. O quadro que emerge é o de um presidente numericamente à frente, mas diante de uma disputa apertada em vários recortes.
A cobertura de centro relatou os números de forma direta: nos cenários nacionais de primeiro turno, Lula oscila entre 40% e 45%, enquanto Flávio aparece entre 29% e 36%. Nos confrontos de segundo turno em âmbito nacional, o presidente mantém vantagem de quatro a sete pontos, com placares como 48% a 43% e 47,5% a 41,1%, quase sempre no limite da margem de erro, o que caracteriza empate técnico. Os levantamentos também apontam que os dois políticos lideram as taxas de rejeição: pela AtlasIntel, 52,9% dos eleitores não votariam em Flávio de jeito nenhum, e 49,4% dizem o mesmo sobre Lula.
Veículos de direita enfatizaram os dados que expõem a vulnerabilidade do governo e a força da oposição. Nos maiores colégios eleitorais, Flávio lidera em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Paraná, estados que concentram parcela decisiva do eleitorado nacional. Em São Paulo, o senador chega a abrir 40% a 35% no segundo turno, enquanto a gestão Lula é desaprovada por 58% dos paulistas e por 51% dos brasileiros. Esse enquadramento destaca ainda o desempenho de Flávio entre evangélicos, que chega a 60%, e entre eleitores de maior renda e escolaridade.
Veículos de esquerda deram menos espaço ao tema nesta rodada, mas a leitura à esquerda enfatiza que o presidente segue na liderança da disputa, vencendo no primeiro turno e à frente na maioria dos cenários de segundo turno. Nessa chave, a vantagem de Lula entre os mais pobres, mulheres, católicos e no Nordeste, onde alcança 52% na Bahia, sustenta a base social do governo, e a alta rejeição de Flávio indicaria um teto eleitoral para a oposição.
Há pontos em que as coberturas convergem. Todos os institutos mostram um país geograficamente dividido: Flávio forte no Sul e no Sudeste, Lula dominante no Nordeste e à frente em Minas Gerais, estado historicamente tratado como termômetro da eleição, onde os dois aparecem em empate técnico. As reportagens também coincidem em ressaltar as margens de erro e o elevado número de eleitores que ainda podem mudar de voto.
O que ainda não se sabe pesa sobre o quadro. Uma nova pesquisa Quaest nacional foi registrada, com divulgação prevista para 5 de agosto, e deve medir o efeito das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, do apoio do presidente argentino Javier Milei e de um eventual endosso de Donald Trump a Flávio. Também está em aberto o impacto eleitoral do chamado caso Master, que envolve investigações que atingem aliados de Lula e o próprio senador. Nenhuma pesquisa mede ainda como esses fatores irão se acomodar até a eleição de outubro.
As coberturas convergem em três pontos: Lula lidera os cenários nacionais de primeiro turno; nos confrontos de segundo turno com Flávio a diferença fica no limite da margem de erro, caracterizando empate técnico; e ambos registram as maiores taxas de rejeição da disputa.

Os três estados concentram quase 40% do eleitorado brasileiro

Também será testada a reação do eleitorado às tarifas dos Estados Unidos e ao apoio de Trump ao senador
Levantamento Alfa Inteligência mostra que o presidente também aparece à frente do senador em cenário de 1º turno. Leia no Poder360.
Pesquisa foi feita pelo Ranking dos Políticos; parlamentares das duas Casas preveem que investigação terá novos desdobramentos com impactos na política

Levantamento da Vox Brasil entrevistou 2.100 pessoas em todo o território nacional, de 26 a 28 de julho; margem de erro é 2,15 pontos

Real Time Big Data mostra que o presidente e o senador apresentam 6% de diferença em cenário de 1º turno; Zema aparece com 12%. Leia no Poder360.

Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada na terça-feira (28) aponta um cenário de forte equilíbrio na disputa pela Presidência da República em

Levantamentos da Quaest mostram um país dividido entre a vantagem de Lula no Nordeste e em Minas Gerais e a força de Flávio Bolsonaro no Sul e no Sudeste

Levantamento Genial/Quaest aponta vantagem do senador em eventual segundo turno contra o petista

Levantamento Genial/Quaest avaliou a disputa presidencial no segundo maior colégio eleitoral do país

Levantamento da AtlasIntel aponta Jair e Michelle Bolsonaro como 3º e 4ª mais rejeitados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em situação de empate técnico com três pré-candidatos da direita em

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) soma 42% nas intenções de voto para o primeiro turno das eleições

O levantamento mostra que o comportamento do eleitor muda significativamente conforme a faixa etária

Real Time Big Data mostra que o senador e o presidente também aparecem tecnicamente empatados em cenário de 1º turno no Estado. Leia no Poder360.

Levantamento revela que religião continua sendo um dos principais fatores de diferenciação do eleitorado na corrida presidencial

Real Time Big Data mostra que o senador tem 50% das intenções de voto em cenário de 1º turno; Lula tem 30%. Leia no Poder360.

Senador do PL é vetado por 52,9% do eleitorado, enquanto 49,4% dizem que não votariam no presidente. Leia no Poder360.

Petista segue liderando todos os cenários de primeiro e segundo turno contra o senador e filho do ex-presidente
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Antecipa os blocos da futura pesquisa Quaest: cenários eleitorais, avaliação do governo, tarifas dos EUA, apoio de Trump e Milei a Flávio, IR e economia. Descritivo, sem tomar posição.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Pesquisa com congressistas sobre o impacto eleitoral do caso Master. Apresenta os dois lados: desgaste de Lula via Jaques Wagner/Vorcaro e a investigação de Flávio no STF. Equilibrado.



