STF suspende sessão sobre Alexandre de Moraes após pedido de vista de Flávio Dino
1 veículo de esquerda · 13 veículos de centro · 9 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
23 fontes políticas
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou em 15 de setembro, sem decisão, a sessão extraordinária que analisaria se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado por sua relação com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Flávio Dino pediu vista durante a votação de uma questão de ordem, que terminou em 4 a 3 contra a análise conjunta com o caso de André Mendonça. O prazo de vista é de até 90 dias.
A sessão do Supremo Tribunal Federal sobre Alexandre de Moraes terminou sem decisão após pedido de vista de Flávio Dino, em meio a uma disputa sobre o respeito ao devido processo. A Procuradoria-Geral da República sustenta que o relatório da Polícia Federal nasceu de uma apuração ordenada por André Mendonça sem pedido do Ministério Público, o que, pelo lado garantista, ameaça as regras que protegem qualquer investigado e expõe a Corte à pressão eleitoral.
Veículos de direita tratam a sessão do Supremo Tribunal Federal como teste de responsabilização de Alexandre de Moraes, e o pedido de vista de Flávio Dino como mais um adiamento. A leitura dominante é que ministros próximos de Moraes recorrem a nulidades e questões de ordem para evitar a investigação, e que o episódio pesa na eleição presidencial ao associar Lula ao ministro.
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
A cobertura de centro e a de direita concordam nos fatos: a sessão terminou sem decisão após a vista de Flávio Dino, a questão de ordem ficou em 4 a 3 contra a análise conjunta, Nunes Marques e Dias Toffoli ficaram de fora e a Procuradoria-Geral da República defende a nulidade do relatório da Polícia Federal.
A sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal sobre o relatório da Polícia Federal que reúne mensagens entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro terminou sem decisão. Flávio Dino pediu vista, a questão de ordem ficou em 4 a 3 e o tema pode voltar só depois das eleições de outubro.
O Supremo Tribunal Federal encerrou nesta terça-feira, 15 de setembro, sem nenhuma decisão, a sessão extraordinária convocada para analisar se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado por sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O ministro Flávio Dino pediu vista e interrompeu o julgamento. O prazo para devolver o processo à pauta é de até 90 dias.
A sessão tratava da Petição 16.662 e do relatório da Polícia Federal que reúne 52 mensagens atribuídas a Vorcaro e a Moraes. O documento também descreve um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. O relatório foi produzido a pedido do ministro André Mendonça, então relator do caso. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a anulação do documento. Para ele, Mendonça determinou a apuração sem pedido do Ministério Público ou da própria Polícia Federal e deveria ter levado o caso à Presidência da Corte.
No início da sessão, Nunes Marques se declarou impedido e Dias Toffoli se declarou suspeito. Os ministros não chegaram ao mérito. O debate girou em torno de uma questão de ordem de Gilmar Mendes, que propunha julgar o caso junto com o pedido de Moraes para investigar Mendonça por abuso de autoridade. O placar ficou em 4 a 3 contra a análise conjunta. Votaram contra Edson Fachin, presidente e relator do caso, Luiz Fux, Mendonça e Cármen Lúcia. Cristiano Zanin, Gilmar e Moraes votaram a favor. Dino retirou o voto ao pedir vista. A sessão teve bate-boca entre Gilmar e Mendonça depois da defesa feita por Gonet, que também é citado no relatório.
A cobertura de centro concentrou-se no rito e nas regras do tribunal. Explicou que, se a tese de nulidade for acolhida, o conteúdo das mensagens pode nem ser examinado, e que o regimento tende a favorecer o investigado em caso de empate. Relatou ainda a disputa entre ministros pelo acesso aos dados do celular de Vorcaro e a avaliação de que o tema dificilmente volta antes das eleições de outubro.
Veículos de direita enfatizaram o peso político da crise. Colunas desse campo afirmaram que ministros próximos de Moraes recorrem a nulidades e manobras processuais para protegê-lo, e que qualquer desfecho favoreceria a direita nas urnas. Relataram também que a campanha do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, pretende usar as falas de Dino, Gilmar e Zanin para associar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Moraes. Antes da sessão, parte dessa cobertura previu que Moraes partiria para o confronto com colegas.
Não foram identificados veículos de esquerda cobrindo a sessão até o momento, o que caracteriza um ponto cego desse lado.
Ainda não se sabe quando Dino devolverá o processo, nem se o plenário aceitará a nulidade defendida pela Procuradoria. Também não está definido se Moraes poderá votar no próprio caso, o que abriria a hipótese de empate. A pergunta central, se há indícios suficientes para que um ministro da Corte seja investigado pela primeira vez na história, segue sem resposta.
Plataforma de previsões está bloqueada no Brasil desde abril deste ano

A sessão terá início com a leitura do relatório uma espécie de resumo do caso a ser feita pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin

O presidente do STF, Edson Fachin, votou para manter separadas as análises sobre Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso envolvendo o Banco Master.

Dino interrompeu julgamento após novo confronto entre ministros; placar provisório ficou em 4 a 3 pela análise separada dos casos

Segundo o ministro do STF, 'não existe venda de sentença sem um advogado comprando'

Renan Santos (Missão), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) se manifestaram; Lula (PT) foi questionado mas não respondeu

Presidente do STF, Edson Fachin, planeja detalhar rito do caso de André Mendonça em sessão plenária desta quarta (16)

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) terminou sem uma decisão sobre a abertura de investigação contra

Julgamento foi marcado por diversos bate-bocas entre os ministros; expectativa é que o tema só volte a ser analisado depois das eleições de outubro

Com Nunes Marques impedido e Toffoli suspeito, sobram oito ministros votantes; empate depende de possível voto de Moraes

Principais jornais do mundo classificam o momento como "crise sem precedentes" semanas antes de uma eleição presidencial polarizada

Em meio à crise, Corte vai discutir sobre

A sessão extraordinária foi precedida por uma crise institucional na Corte com troca de farpas entre seus integrantes e disputa por acesso ao material da investigação


O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou neste sábado (12) que a TV Justiça transmitirá ao vivo a sessão extraordinária marcada

Qualquer que seja o desfecho da sessão histórica do STF que avaliará investigação de Alexandre de Moraes favorecerá a direita nas urnas.

Como Alexandre de Moraes vai se comportar na sessão do STF que vai decidir o seu destino

Plenário vai discutir validade de documento produzido a pedido de André Mendonça e decidir se há elementos para investigar ministro indicado por Michel Temer

STF será dividido em duas alas no julgamento desta terça-feira, 15: os garantistas e os divergentes. É a primeira vez na história da Corte que um ministro poderá ser investigado

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu nesta sexta-feira (11) o credenciamento de jornalistas para a sessão extraordinária marcada para a

A crise envolvendo o ministro Alexandre de Moraes ganhou novos contornos no Supremo Tribunal Federal (STF) e passou a levantar

Procurador-geral da República aparece em conversas entre ministro Alexandre de Moraes e Vorcaro. Leia no Poder360.

Paulo Gonet participará de sessão no STF sobre o Caso Master para defender a nulidade de investigação da PF, rejeitando pressões por sua suspeição no processo.

Nesta matéria: falácia identificada.