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Pesquisa do instituto Ideia divulgada em 5 de agosto de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desaprovado por 49% e aprovado por 48,5% dos eleitores, diferença dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula tem 43% contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL), e vence os quatro cenários de segundo turno testados. O levantamento ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto, com 95% de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04579/2026.
Uma nova pesquisa do instituto Ideia, divulgada na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 48,5%, diferença de meio ponto percentual que está muito dentro da margem de erro do levantamento, de 2,5 pontos para mais ou para menos. No mesmo estudo, o presidente lidera a corrida presidencial: tem 43% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno, contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL), e vence os quatro cenários de segundo turno testados.
A metodologia é idêntica em todas as versões da cobertura. O instituto ouviu 1.500 pessoas em todo o território nacional entre 31 de julho e 3 de agosto, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04579/2026, custou 27,6 mil reais e foi pago pelo veículo que o encomendou. Na avaliação do governo, 17% consideram o desempenho ótimo e 19,6% bom, somando 36,6%; 24% dizem que é regular; 11% avaliam como ruim e 26% como péssimo, somando 37%.
Os números de disputa também convergem em toda a cobertura. Depois de Lula e Flávio Bolsonaro, aparecem Ronaldo Caiado (PSD) com 5,7%, Renan Santos (Missão) com 4,7% e Romeu Zema (Novo) com 2,6%. No segundo turno, o petista tem 48,5% contra 43% do senador; 48% contra 34,7% de Renan Santos; 48,5% contra 37% de Zema; e 48,5% contra 40% de Caiado. Na pergunta de rejeição, Flávio Bolsonaro é o nome mais rejeitado, com 48%, seguido de perto por Lula, com 47,4%. No cenário espontâneo, em que nenhum nome é apresentado ao entrevistado, o presidente é o mais citado, com 34,4%, contra 23% do senador, e 27,7% dizem não saber em quem votariam.
A cobertura de centro tratou o levantamento como dado bruto e o dividiu em dois recortes: a aprovação do governo e a corrida eleitoral. Esses textos reproduziram a pergunta feita aos entrevistados, a distribuição completa das respostas e a comparação com a rodada anterior, de julho, quando o placar de primeiro turno era 40,4% a 32% e a desaprovação estava em 48,5% contra 46,5% de aprovação. Um desses textos acrescentou a leitura de que, embora o presidente tenha crescido, a distância prática entre os dois primeiros colocados encurtou ligeiramente, já que ambos subiram.
Veículos de direita enfatizaram outro ângulo. Publicaram o conjunto mais completo dos dados, incluindo o cenário espontâneo e a rejeição de todos os pré-candidatos, e acompanharam a matéria de uma nota editorial sobre por que publicam pesquisas eleitorais, na qual lembram que sondagens divulgadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado das urnas e que os resultados influenciam decisões de partidos, de lideranças e os humores do mercado financeiro. Essa cobertura também registra, em asterisco, que Jair Bolsonaro segue inelegível até 2030 após condenação no Tribunal Superior Eleitoral, e destaca a dificuldade dos nomes alternativos do campo conservador em empolgar o eleitorado de direita.
Não houve cobertura de veículos de esquerda no conjunto analisado até o momento. A leitura provável desse campo, a partir dos mesmos dados, é a de recuperação do governo: a aprovação subiu dois pontos em um mês, o presidente lidera todos os cenários e o adversário mais competitivo registra a maior taxa de rejeição da série. Um levantamento estadual de outro instituto, divulgado no dia anterior, reforçaria esse argumento ao mostrar 52% de aprovação e 47% de desaprovação no Pará, com 1.600 entrevistados entre 30 de julho e 3 de agosto, margem de erro de 2 pontos e registro BR-09650/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.
O que ainda não se sabe é como esses números se comportam diante dos fatos da própria semana, como a escalada da crise diplomática com os Estados Unidos, já que o campo da pesquisa foi encerrado em 3 de agosto. Também não há, nas matérias, detalhamento do método de coleta das entrevistas, recorte por região, renda ou escolaridade no levantamento nacional, nem série histórica do estudo estadual. Com diferenças de meio ponto entre aprovação e desaprovação e de 0,6 ponto entre as rejeições dos dois primeiros colocados, os próprios dados indicam empate estatístico nesses recortes, e nenhuma das reportagens traz reação das campanhas envolvidas.
Todos os veículos reproduzem os mesmos números e a mesma metodologia: 1.500 entrevistados entre 31 de julho e 3 de agosto, margem de erro de 2,5 pontos, 95% de confiança e registro no TSE sob o número BR-04579/2026. Há convergência de que o presidente lidera o primeiro turno com 43% contra 35% e vence os quatro cenários de segundo turno testados, e de que a diferença entre aprovação e desaprovação está dentro da margem de erro.
7 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Formato de sumário de newsletter: enumera pautas do dia ('aprovação de Lula cresce; rejeição a Flávio também', crise do visto da embaixadora, empréstimo de lobista, bets, anúncios no ChatGPT) sem adjetivação valorativa e sem tomar partido. O trecho 'Presidente vive melhor momento em aprovação, avaliação e intenções de voto' é descritivo de série histórica, e o mesmo parágrafo registra o dado desfavorável ao adversário, mantendo paridade.
Perspectivas omitidas
Cobertura de dado puro: reproduz a pergunta feita aos entrevistados, a distribuição completa (aprovo 48,5%, desaprovo 49%, não sabe 2,5%), a avaliação de governo em cinco faixas e a metodologia (1.500 entrevistados, 31/7 a 3/8, margem de 2,5 pontos, registro BR-04579/2026). Compara com a rodada de julho sem juízo de valor, usando termo técnico ('oscilação'). Não há vocabulário ideológico em nenhuma direção.
Perspectivas omitidas
Reporta os onze nomes do cenário estimulado e os quatro cenários de segundo turno com percentuais integrais, incluindo brancos, nulos e indecisos. Faz uma leitura analítica honesta e desfavorável ao próprio título ('embora o atual presidente tenha crescido, a distância entre os dois, na prática, encurtou ligeiramente'), o que indica compromisso com o dado acima do enquadramento. Vocabulário neutro, sem adjetivação de candidatos.
Perspectivas omitidas
Padrão de agência especializada em dados: título espelha exatamente o número do corpo, o texto informa amostra, período, margem de erro, grau de confiança, número de registro no TSE, custo do estudo (R$ 27.600) e quem pagou. Transparência metodológica acima da média e ausência total de adjetivação política caracterizam cobertura de centro.
Perspectivas omitidas
O verbo 'vence' no título é forte, mas o corpo o sustenta com a ressalva condicional correta ('se o pleito fosse hoje') e com os percentuais exatos (48,5% contra 43,0%). Inclui a rejeição dos dois primeiros colocados, o que equilibra a leitura favorável ao presidente. Metodologia, custo e registro no TSE informados. Sem vocabulário ideológico.
Perspectivas omitidas
Recorte estadual do mesmo tema, com a pergunta literal do questionário reproduzida, a distribuição completa da avaliação de governo, amostra de 1.600 pessoas, margem de 2 pontos, registro BR-09650/2026 e custo de R$ 24.000. Não há enquadramento valorativo: o texto expõe simultaneamente o dado favorável (52% de aprovação) e o desfavorável (35% de ruim ou péssimo).
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
A tabulação dos números é rigorosa e mais completa que a dos demais artigos, incluindo cenário espontâneo e rejeição. O enquadramento, porém, se inclina à direita: a nota editorial 'Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais' antecipa desconfiança metodológica lembrando as 'discrepâncias relevantes' de 2022 e cita o efeito das pesquisas sobre os 'humores do mercado financeiro'; o entorno de chamadas ('Por que Caiado, Zema e Renan não empolgam os eleitores de direita', 'Como a direita do Brasil quer consolidar a onda conservadora') endereça explicitamente uma audiência de direita. Há também o asterisco sobre a inelegibilidade de Jair Bolsonaro, informação relevante apresentada de forma neutra.
Presidente vive melhor momento em aprovação, avaliação e intenções de voto, enquanto adversário do PL apresenta maior rejeição da série histórica. EUA decidem revogar visto de embaixadora do Brasil, escalando crise diplomática. Lula manda ex-assessor explicar empréstimo de lobista amiga de Lulinha. Ministério da Saúde amplia antendimento a pessoas afetadas por bets. ChatGPT passa a exibir anúncios no Brasil. E Prêmio Grande Otelo de melhor filme vai para “O Agente Secreto” e “Manas”.

Pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais

Levantamento ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais

Levantamento feito de 31 de julho a 3 de agosto mostra que 37% avaliam o trabalho do petista como “ruim/péssimo”. Leia no Poder360

Levantamento feito de 31 de julho a 3 de agosto mostra que o petista fica numericamente à frente do senador. Leia no Poder360

Governo é considerado “ótimo” ou “bom” por 42% dos eleitores do Estado; outros 35% consideram “ruim” ou “péssimo”. Leia no Poder360.

Pesquisa divulgada pelo Meio/Ideia mostra como estão as intenções de voto para presidente da República em 2026. Leia na Gazeta do Povo.
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Perspectivas omitidas
Falácias identificadas



