Lula é desaprovado por 49% e aprovado por 48,5%, diz Meio/Ideia
2 veículos de esquerda · 6 veículos de centro · 4 veículos de direita

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Duas pesquisas divulgadas em 5 de agosto de 2026 desenharam o mesmo quadro a dois meses da eleição presidencial: Lula lidera as intenções de voto e vence todos os cenários de segundo turno testados, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico. No levantamento Meio/Ideia, o presidente tem 43% no primeiro turno contra 35% do senador Flávio Bolsonaro, e 48,5% a 43% no confronto direto; sua aprovação é de 48,5% ante 49% de desaprovação. Na Genial/Quaest, a aprovação é de 48% contra 47% e a vantagem no segundo turno cai para 44% a 39%. Os dois principais nomes concentram cerca de 78% das intenções e registram os maiores índices de rejeição do país.
Veículos deste lado: Valor Econômico, Poder360, Canal Meio, Congresso em Foco e mais 2
Para a cobertura de esquerda, os números confirmam que o presidente vive o melhor momento da série histórica e que sua sustentação vem das camadas que mais dependem de política pública. Lula lidera todos os cenários testados, amplia a vantagem no voto espontâneo para o melhor patamar já registrado e vence qualquer adversário no segundo turno.
Veículos deste lado: Portal Vermelho e TVT News
Para a cobertura de direita, o dado que organiza a leitura é a fragilidade do governo, não a liderança eleitoral. O presidente segue com mais desaprovação do que aprovação, 49% contra 48,5%, e mais da metade dos eleitores, 50,4%, diz que ele não merece um quarto mandato.
Veículos deste lado: Terra Brasil Notícias, Exame, O Estado de S.Paulo e Gazeta do Povo
12 veículos
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
A dois meses da eleição presidencial, duas pesquisas divulgadas na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, colocaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro em todos os cenários testados, ao mesmo tempo em que registraram um governo dividido ao meio na avaliação popular. No levantamento Meio/Ideia, o presidente aparece com 43% das intenções de voto no primeiro turno estimulado, contra 35% do senador. Em um eventual segundo turno entre os dois, o placar é de 48,5% a 43%. Na mesma rodada, 49% desaprovam a maneira como ele conduz o governo e 48,5% aprovam, diferença de meio ponto dentro de uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
O segundo levantamento, do instituto Genial/Quaest, foi a campo no mesmo período e chegou a um retrato próximo, ainda que com números menores: 48% de aprovação contra 47% de desaprovação, e vantagem de 44% a 39% no segundo turno. Ambas as pesquisas ouviram eleitores entre 31 de julho e 3 de agosto e estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral. A primeira entrevistou 1.500 pessoas por telefone; a segunda, 2.004 pessoas presencialmente.
Há um conjunto de fatos que atravessa toda a cobertura, independentemente do enquadramento. Os dois primeiros colocados concentram cerca de 78% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto os nomes da chamada terceira via somam pouco mais de 13%. Os mesmos dois lideram a rejeição, em patamares praticamente idênticos: 48% dizem que não votariam no senador de jeito nenhum e 47,4% dizem o mesmo sobre o presidente. Dois terços do eleitorado afirmam já ter decidido o voto, mas 27,7% não citam nenhum nome quando a pergunta é feita sem lista de candidatos. A leitura convergente é a de uma disputa cristalizada e polarizada, com teto para os dois lados.
A divergência aparece na escolha do que é notícia dentro do mesmo conjunto de números. Veículos de esquerda destacaram que o presidente vive o melhor momento da série histórica do instituto, atingiu seu maior desempenho no voto espontâneo e venceria qualquer adversário testado, sustentado por vantagens amplas no Nordeste, entre a população preta, entre beneficiários de programa de transferência de renda e entre famílias de renda mais baixa. Essa cobertura também ressaltou a melhora na percepção sobre o mercado de trabalho e o aumento do otimismo com a economia.
Veículos de direita enfatizaram o outro lado da mesma tabela: a desaprovação continua numericamente maior que a aprovação, metade do eleitorado diz que o presidente não merece um quarto mandato, e o adversário interrompeu uma sequência de recuos, crescendo de forma constante no voto espontâneo desde maio. Nessa leitura, ganham peso a percepção de alta no preço dos alimentos, a perda de poder de compra relatada por quase 70% dos entrevistados e o combate à corrupção como prioridade apontada pelo eleitorado. Uma dessas peças acrescentou a ressalva de que pesquisas divulgadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado das urnas.
A cobertura de centro concentrou-se na aritmética e na metodologia: reproduziu as perguntas feitas aos entrevistados, publicou amostras, margens de erro, protocolos de registro no TSE e, em alguns casos, o custo e o contratante do estudo. Foi também nessa faixa que apareceu o tratamento mais consistente da margem de erro, com as oscilações de aprovação descritas como empate técnico, e o registro de que a maior parte dos votos do senador no segundo turno vem de quem desaprova a gestão atual. Um dos textos acrescentou a ressalva temporal mais relevante do conjunto: o campo foi realizado antes de o filho mais velho do presidente e dois auxiliares se tornarem alvo de investigação da Polícia Federal.
O que ainda não se sabe é justamente o efeito dessa janela. Nenhum dos levantamentos capta a repercussão das investigações que vieram a público depois do fim das entrevistas, nem os efeitos do início oficial da campanha, previsto para as semanas seguintes. Também não há explicação pública para a diferença entre os dois institutos no tamanho da vantagem no segundo turno, de cinco pontos e meio em um e de cinco pontos no outro, com bases amostrais e métodos de coleta distintos. Nenhuma das coberturas ouviu as campanhas dos candidatos sobre os números, e não há dado sobre como o eleitorado indeciso, que ainda representa mais de um quarto do total no voto espontâneo, deve se distribuir até outubro.
Segundo levantamento, aprovação chegou a 48,5%, o percentual mais alto do ano

Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Mato Grosso do Sul de 1 a 5 de agosto; margem de erro é de 2 p.p.. Leia no Poder360.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da corrida presidencial no cenário de primeiro turno da

Presidente lidera corrida no 1º turno e cresce no voto espontâneo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vive seu melhor momento desde o início da série histórica da pesquisa Meio/Ideia. É o que mostra a oitava rodada do levantamento, divulgada nesta quarta-feira, 5. A pesquisa foi a campo entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, antes de o primogênito do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a lobista Roberta Luchsinger e o ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, se tornarem alvo de investigações da Polícia Fede
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Presidente vive melhor momento em aprovação, avaliação e intenções de voto, enquanto adversário do PL apresenta maior rejeição da série histórica. EUA decidem revogar visto de embaixadora do Brasil, escalando crise diplomática. Lula manda ex-assessor explicar empréstimo de lobista amiga de Lulinha. Ministério da Saúde amplia antendimento a pessoas afetadas por bets. ChatGPT passa a exibir anúncios no Brasil. E Prêmio
Pesquisa mostra vantagem do presidente sobre o principal adversário e manutenção da polarização na corrida ao Planalto.

Levantamentos mostram o presidente à frente no primeiro e no segundo turno, sustentando vantagem impulsionada pelas bases populares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da corrida presidencial no cenário de primeiro turno da

Petista registra o maior índice do ano em simulação contra o senador; no levantamento anterior, os dois apareciam tecnicamente empatados

Índices de aprovação do governo Lula seguem numericamente iguais aos do levantamento divulgado em julho

Oscilações em relação ao último levantamento, do mês de julho, ficaram dentro da margem de erro

Levantamento aponta empate técnico entre os dois políticos no índice de eleitores que não votariam neles de jeito nenhum

Aprovação do presidente alcança 48,5%, enquanto 36,6% dos eleitores avaliam a gestão petista como ótima ou boa em cenário nacional

No 1º turno, Lula também lidera com vantagem de oito pontos sobre o principal adversário, indica pesquisa Meio/Ideia

Presidente vive melhor momento em aprovação, avaliação e intenções de voto, enquanto adversário do PL apresenta maior rejeição da série histórica. EUA decidem revogar visto de embaixadora do Brasil, escalando crise diplomática. Lula manda ex-assessor explicar empréstimo de lobista amiga de Lulinha. Ministério da Saúde amplia antendimento a pessoas afetadas por bets. ChatGPT passa a exibir anúncios no Brasil. E Prêmio Grande Otelo de melhor filme vai para “O Agente Secreto” e “Manas”.
Pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais

Levantamento ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais

Levantamento feito de 31 de julho a 3 de agosto mostra que 37% avaliam o trabalho do petista como “ruim/péssimo”. Leia no Poder360

Levantamento feito de 31 de julho a 3 de agosto mostra que o petista fica numericamente à frente do senador. Leia no Poder360

Governo é considerado “ótimo” ou “bom” por 42% dos eleitores do Estado; outros 35% consideram “ruim” ou “péssimo”. Leia no Poder360.

Pesquisa divulgada pelo Meio/Ideia mostra como estão as intenções de voto para presidente da República em 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.