Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Proibição das bets+3Caso Banco Master+2Datafolha+2Eleições 2026+1STF+1TSE+1Daniel Vorcaro+1Alexandre de Moraes+1André Mendonça+1Ministério Público Federal+1Paulo Gonet+1Francisco de Assis Vieira Sanseverino+1
ver todos

Lula e Alcolumbre reatam e liberam MPs, mas 6x1 fica parada

1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•12/08/2026•atualizado em 13/08/2026•Lula
Lula e Alcolumbre reatam e liberam MPs, mas 6x1 fica parada
Imagem: TVT News

Resumo da cobertura

O presidente Lula recebeu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no Palácio da Alvorada em 12 de agosto e destravou parte da pauta que o governo quer aprovar antes das eleições. Durante a reunião, telefonou ao presidente da Câmara, Hugo Motta. Ficou acertada a instalação da comissão mista da medida provisória que revogou a taxa das blusinhas, que caduca em 8 de setembro, e a votação do projeto que usa receita extraordinária do petróleo para abater tributos sobre combustíveis. As três prioridades do Planalto, porém, seguem sem data: o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e a política de minerais críticos.

Alguém precisa ver os dois lados disso?

WhatsApp

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (50%)

Veículos com viés à esquerda

  • TVT NewsLula se reúne com Alcolumbre, liga para Motta e destrava pauta eleitoralLula retoma diálogo com comando do Congresso e consegue avançar em pautas como a MP da “taxa das blusinhas” e o projeto dos combustíveis, mas fim da escala 6x1 segue sem data para votação
    Análise editorial

    Reporta os mesmos fatos, mas organiza a narrativa em torno da pauta trabalhista: trata o fim da escala 6x1 como 'prioridade número um', 'reivindicação histórica por redução da jornada e melhoria das condições de trabalho' e fecha o texto lamentando que 'justamente uma das pautas de maior apelo junto aos trabalhadores permanece parada'. O enquadramento de direitos coletivos do trabalho e a reprodução da fala presidencial de que os trabalhadores não podem mais esperar marcam o eixo à esquerda.

    Qualidade argumentativa
    60/100
    Manipulação emocional
    24/100
    Clickbait
    20/100
    Fontes citadas
    3

    Perspectivas omitidas

    • Não apresenta argumentos de quem resiste ao fim da escala 6x1, como setores empresariais
    • Não detalha a resistência da equipe econômica ao inchaço do projeto dos combustíveis
    • Não cita a resistência de partidos de centro e da oposição ao PL da Misoginia
Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • Folha de S.PauloLula recebe Alcolumbre e destrava parte da pauta eleitoral, mas 6x1 segue sem data de votaçãoAcordo prevê retomada da discussão de MPs, incluindo a que acaba com a chamada
    Análise editorial

    Texto factual e de bastidor, com falas atribuídas nominalmente à líder do governo no Senado e ao ministro das Relações Institucionais, além de avaliações anônimas de 'interlocutores' e 'líderes ouvidos pela reportagem'. Apresenta o acordo e, no mesmo movimento, o que continua travado ('as três propostas centrais seguem sem data'), sem vocabulário valorativo. Registra as críticas ao PL da Misoginia sem endossá-las.

    Qualidade argumentativa
    74/100
    Manipulação emocional
    8/100
    Clickbait
    12/100
    Fontes citadas
    4

    Perspectivas omitidas

    • Não detalha o custo fiscal das isenções acopladas ao projeto dos combustíveis
    • Não ouve a oposição sobre a retomada do diálogo com o Planalto
Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Lula recebeu o presidente do Senado no Palácio da Alvorada e telefonou ao presidente da Câmara para retomar a negociação da pauta legislativa antes da eleição. O encontro liberou a medida provisória da taxa das blusinhas e o projeto dos combustíveis, mas deixou de fora as três prioridades do governo, entre elas o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no Palácio da Alvorada na quarta-feira, 12 de agosto, em reunião de cerca de duas horas que marcou a retomada do diálogo entre o Planalto e o comando do Congresso. Durante o encontro, Lula telefonou para o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar do andamento das votações. Participaram também o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão.

O resultado mais concreto foi o acordo para instalar a comissão mista que vai analisar a medida provisória que revogou o imposto de importação sobre compras internacionais de até 50 dólares, a chamada taxa das blusinhas. A regra já está em vigor, mas a medida perde a validade em 8 de setembro se não passar pela comissão e pelos plenários das duas Casas. Governo e Congresso também acertaram a votação do projeto que permite usar receita extraordinária do petróleo para abater tributos sobre combustíveis, texto que cresceu na tramitação e passou a incluir verba para fertilizantes, minerais críticos e isenções fiscais para a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Toda a cobertura converge em um ponto: o que o governo mais quer continua parado. As três propostas consideradas centrais pelo Planalto seguem sem data de votação na Câmara. São elas o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a PEC da Segurança Pública, que amplia a influência do governo federal sobre a área, e o projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. O calendário aperta: o Congresso funciona esta semana em esforço concentrado e só volta a deliberar entre 31 de agosto e 3 de setembro.

Há também convergência sobre o pano de fundo da reaproximação. A relação entre Lula e Alcolumbre havia sido rompida depois de o presidente indicar, contra a vontade do senador, o advogado-geral da União Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O nome foi rejeitado pelo Senado, e aliados do Planalto atribuíram parte da derrota à articulação do próprio Alcolumbre.

A cobertura de centro tratou o encontro como engenharia política e cálculo eleitoral. Registrou que o governo aposta em aprovar ao menos uma das três prioridades até a eleição, com chances maiores para a PEC da Segurança e para o projeto de terras raras, e que senadores veem na pauta um caminho para pavimentar o apoio do PT à reeleição de Alcolumbre na presidência do Senado, em fevereiro. Anotou ainda que partidos resistem a indicar parlamentares para a comissão da taxa das blusinhas por temerem campanhas públicas em ano eleitoral, e que o PL da Misoginia enfrenta resistência entre partidos de centro e na oposição, cujos críticos alegam risco de censura a opiniões conservadoras.

Veículos de esquerda organizaram os mesmos fatos em torno da pauta trabalhista. Descreveram o fim da escala 6x1 como prioridade número um do Planalto e como resposta a uma reivindicação histórica por redução de jornada, contrastando a pressão pública do presidente nas redes sociais com a ausência de data para votação. Nessa leitura, o acordo destravou apenas parte da agenda, e a ampliação do projeto dos combustíveis aparece como concessão do governo ao Congresso, feita contra resistência da própria equipe econômica.

Até o momento, veículos de direita não publicaram cobertura sobre o encontro no conjunto analisado. O ângulo de crítica ao custo fiscal das concessões e à ampliação do papel do governo federal na segurança pública não aparece de forma articulada em nenhuma das matérias disponíveis.

O que ainda não se sabe é o essencial. Não há data marcada para votar o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança ou o projeto de minerais críticos, e líderes ouvidos pelas reportagens avaliam que ao menos as duas primeiras só devem ir a plenário depois da eleição. Também não está definido o custo fiscal das isenções acopladas ao projeto dos combustíveis, nem se a comissão mista da taxa das blusinhas concluirá a tramitação antes de 8 de setembro. Sobre o apoio de Alcolumbre à reeleição de Lula, o único registro é a afirmação do ministro das Relações Institucionais de que o senador está sintonizado com a candidatura; o próprio senador não se manifestou publicamente e informou que não poderá comparecer ao lançamento da campanha, marcado para domingo, 16 de agosto, em São Bernardo do Campo.

Briefing

O que importa para você

  • A taxa de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares volta a valer se a MP não for votada até 8 de setembro.
  • O projeto dos combustíveis permite usar receita extraordinária do petróleo para abater tributos e conter altas de preço na bomba.
  • O fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso segue sem data e tende a ficar para depois da eleição.
  • O Congresso só delibera de novo entre 31 de agosto e 3 de setembro.

Onde os lados divergem

  • A cobertura de centro enquadra o encontro como cálculo eleitoral de parte a parte, ligando a pauta à reeleição de Alcolumbre na presidência do Senado em fevereiro.
  • Veículos de esquerda enquadram o mesmo acordo pela ótica da pauta trabalhista, tratando o fim da escala 6x1 como reivindicação histórica adiada pelo Congresso.
  • A ampliação do projeto dos combustíveis aparece como detalhe de negociação na cobertura de centro e como concessão política custosa na de esquerda.
  • Não há cobertura de veículos de direita sobre o episódio no conjunto analisado.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura registra que a reunião no Alvorada retomou o diálogo entre Planalto e Congresso, destravou a comissão mista da taxa das blusinhas e o projeto dos combustíveis, e que o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança e o projeto de minerais críticos continuam sem data de votação. Há acordo também sobre a origem da crise: a rejeição de Jorge Messias, indicado ao STF, pelo Senado.

O que ainda está incerto

  • Não há data de votação para a PEC da Segurança, o fim da 6x1 ou o projeto de minerais críticos.
  • Não se conhece o custo fiscal das isenções acopladas ao projeto dos combustíveis.
  • Alcolumbre não se manifestou publicamente sobre apoiar ou não a reeleição de Lula.
Política NacionalCongressoExecutivo FederalLula

NeXTverso·Publicidade

Dezesseis formas de decidir. Uma é a sua.

As funções cognitivas de cada tipo, e o teste gratuito que aponta o seu.

Ver os 16 tipos

NeXTverso·Publicidade

Duas pessoas, seis dimensões, uma leitura

Doze perguntas, um convite, e a comparação de personalidade, valores e estilo de vida.

Ver como funciona

Fontes

Espectro: Centro
Lula recebe Alcolumbre e destrava parte da pauta eleitoral, mas 6x1 segue sem data de votação
Lula recebe Alcolumbre e destrava parte da pauta eleitoral, mas 6x1 segue sem data de votação

Acordo prevê retomada da discussão de MPs, incluindo a que acaba com a chamada

Folha de S.PauloFolha de S.Paulo
Espectro: Esquerda
Lula se reúne com Alcolumbre, liga para Motta e destrava pauta eleitoral
Lula se reúne com Alcolumbre, liga para Motta e destrava pauta eleitoral

Lula retoma diálogo com comando do Congresso e consegue avançar em pautas como a MP da “taxa das blusinhas” e o projeto dos combustíveis, mas fim da escala 6x1 segue sem data para votação

TVT NewsTVT News

Esquerda

1 fonte

A retomada do diálogo entre o Planalto e o comando do Congresso recolocou na mesa a agenda que interessa a quem vive do próprio trabalho, mas o principal item dela continua parado. O fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso é tratado pelo governo como prioridade número um e responde a uma reivindicação histórica por redução de jornada, ainda assim não tem data de votação. O que avançou foi a revogação do imposto sobre pequenas compras internacionais e um projeto que segura o preço dos combustíveis, temas de efeito direto no orçamento das famílias. Enquanto isso, o Congresso empurra a pauta trabalhista para depois das urnas.

Centro

1 fonte

O presidente Lula recebeu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no Palácio da Alvorada em 12 de agosto e destravou parte da pauta que o governo quer aprovar antes das eleições. Durante a reunião, telefonou ao presidente da Câmara, Hugo Motta.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Leia em seguida

Lula assina MP que proíbe bets no Brasil e tira sites do ar em 6 de outubro
Esquerda e centro · 6 fontesLula assina MP que proíbe bets no Brasil e tira sites do ar em 6 de outubro

Linha do Tempo

  1. 08 de set. de 2026, 00:00Programado
    MP que revogou a taxa das blusinhas perde a validade se não for votada pelas comissões e pelos plenários
    www1.folha.uol.com.br
  2. 31 de ago. de 2026, 00:00Programado
    Congresso retoma deliberações em nova janela de votações, entre 31 de agosto e 3 de setembro
    tvtnews.com.brwww1.folha.uol.com.br
  3. 16 de ago. de 2026, 00:00Programado
    Lula lança sua campanha de reeleição em São Bernardo do Campo
    www1.folha.uol.com.br
  4. 12 de ago. de 2026, 12:00
    Governo e Senado acertam a instalação da comissão mista da MP que revogou a taxa das blusinhas
    www1.folha.uol.com.br
  5. 12 de ago. de 2026, 00:00
    Lula recebe Alcolumbre no Palácio da Alvorada e telefona a Hugo Motta para tratar da pauta da Câmara
    www1.folha.uol.com.brtvtnews.com.br
  6. 05 de ago. de 2026, 00:00
    Lula e Alcolumbre têm primeiro sinal público de reaproximação em jantar na residência do ministro Alexandre de Moraes
    tvtnews.com.br

Continuar lendo

  • Zema cobra CPI do Banco Master e pede afastamento de Alcolumbre do Senado

    Zema cobra CPI do Banco Master e pede afastamento de Alcolumbre do Senado

    50% Centro·50% Direita·2 fontes
    Centro 50%Direita 50%2 fontes
  • Enap publica no Diário Oficial nova convocação da lista de espera do CNU 2025

    Enap publica no Diário Oficial nova convocação da lista de espera do CNU 2025

    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes
  • Governo reduz contenção do Orçamento a R$ 16,1 bilhões e eleva Bolsa Família

    Governo reduz contenção do Orçamento a R$ 16,1 bilhões e eleva Bolsa Família

    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes