Nikolas Ferreira responde a Davi Alcolumbre e chama ato em Macapá de pacífico
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

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A cobertura de centro relatou que o deputado federal Nikolas Ferreira, do Partido Liberal de Minas Gerais, respondeu em vídeo ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que na véspera criticara lideranças políticas que foram ao Amapá protestar contra ele. Uma matéria situa a resposta na disputa pelo comando do Senado em 2027; a outra lembra o coro de “Fora, Davi” no ato e lista as demais críticas do deputado ao senador.
Com base em CNN Brasil e Poder360
A única matéria de direita do conjunto traz a resposta de Nikolas Ferreira a Davi Alcolumbre com longas aspas do deputado, chama o protesto de ato contra o presidente do Congresso em seu reduto eleitoral e dedica o trecho final à defesa de candidatura própria do Partido Liberal à Presidência da Câmara dos Deputados. O texto não faz avaliação própria sobre o embate.
Com base em O Antagonista
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Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
A cobertura de centro e a de direita registram que Nikolas Ferreira rebateu em vídeo, em 5 de novembro, as críticas de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e que o ato em Macapá cobrou o avanço de pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Nenhum veículo de esquerda aparece no conjunto analisado.
O deputado federal Nikolas Ferreira rebateu em 5 de novembro as críticas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, à manifestação em Macapá que cobrou o avanço de pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Veículos de centro e de direita cobriram o caso; nenhum de esquerda aparece no conjunto analisado.
O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira, do Partido Liberal de Minas Gerais, rebateu nesta quinta-feira, 5 de novembro, as críticas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá. O senador havia reclamado de políticos que foram ao estado dele para protestar. Em vídeo, o deputado afirmou que o ato em Macapá foi pacífico e que uma cobrança pública não pode ser tratada como agressão.
A resposta veio um dia depois de Alcolumbre falar sobre ofensas, agressões e ameaças recebidas na campanha eleitoral. “As coisas estão impossíveis no Brasil”, disse o senador, ao criticar lideranças que, segundo ele, saíram de outro estado para ofendê-lo. A cobertura de centro relatou que a fala ocorreu em discurso no plenário e que Alcolumbre não citou Nikolas pelo nome.
A cobertura de centro e os veículos de direita convergem no eixo do caso. As três matérias analisadas dizem que o ato, no reduto eleitoral do senador, cobrou o avanço de pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. As três também reproduzem a mesma frase do deputado: “O que não está normal é um deputado sair de Minas Gerais, ir ao Amapá, fazer uma cobrança pública e o presidente do Senado tratar isso como se fosse uma agressão, ofensa ou ameaça”. Como a frase vem de um vídeo do próprio Nikolas, a repetição mostra o que ele declarou e não confirma de forma independente a sua descrição do ato.
Há uma diferença de data que os textos não explicam. As duas matérias de centro situam o protesto em 13 de setembro. A matéria de direita escreve 13 de outubro. O conjunto não traz documento oficial que resolva a diferença, por isso as duas datas ficam atribuídas às respectivas matérias.
As ênfases também mudam. Entre os veículos de centro, um texto informou que o ato ocorreu na Concha do Araxá e ligou o embate à disputa pela presidência do Senado em fevereiro de 2027: Alcolumbre busca a reeleição, Rogério Marinho articula candidatura pela oposição e Tereza Cristina mantém o nome na disputa. Outro texto de centro registrou que a manifestação foi organizada por integrantes do Partido Liberal e que Nikolas puxou o coro de “Fora, Davi”. Esse texto também relatou que o deputado criticou a retirada da redução da maioridade penal da proposta de emenda à Constituição da Segurança Pública e usou a expressão “estelionato eleitoral do Lula” sobre a pauta do fim da escala 6 X 1.
Veículos de direita, representados no conjunto por uma única matéria, levaram a parte final do texto para outra disputa. Ela registra que Nikolas defende candidatura própria do Partido Liberal à Presidência da Câmara dos Deputados, sem apoio à reeleição de Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, a quem o deputado atribui apoio a Lula nas eleições. O texto cita Luiz Philippe de Orleans e Bragança e o líder do partido, Sóstenes, como nomes mencionados por Nikolas, que ressalvou não haver nada definido. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até o fim da tarde de 5 de novembro, quando saiu a última das matérias analisadas, nenhuma delas registrava resposta de Alcolumbre ao vídeo. Os textos também não esclareciam a diferença entre as datas atribuídas ao ato. Segundo Nikolas, o Partido Liberal ainda não havia definido um nome para a disputa da Câmara.
Deputado reeleito defende manifestação no estado do presidente do Senado e cobra análise de pedidos de impeachment de ministros do STF

Durante a campanha, parlamentar mineiro participou de ato contra o presidente do Congresso em seu reduto eleitoral

Em vídeo, deputado contesta críticas ao ato contra o presidente do Senado e cita problemas sociais do Amapá. Leia no Poder360.
