O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assumiu a relatoria de três ações relacionadas ao chamado Caso Master e ao filme "Dark Horse". A definição foi tomada durante o período eleitoral e diz respeito a processos que tratam de propaganda eleitoral.
Segundo a cobertura de centro, a relatoria foi definida por sorteio. Antes do sorteio, o próprio Nunes Marques designou a si mesmo, além dos ministros Estrela e Mendonça, como possíveis responsáveis por responder nesses processos. Entre os indicados, o presidente do TSE acabou escolhido para conduzir os três casos.
Os relatos convergem nos fatos centrais: trata-se de três processos, ligados ao Caso Master e ao filme "Dark Horse", que envolvem propaganda eleitoral e correm sob a competência da Justiça Eleitoral em meio à disputa.
Veículos de esquerda enfatizaram o peso institucional da escolha, ressaltando que o presidente do tribunal ficará responsável por processos sensíveis num momento em que a fiscalização da propaganda eleitoral e a lisura do pleito estão sob atenção pública. A cobertura de centro relatou o episódio de forma descritiva, destacando o rito do sorteio e a designação prévia dos ministros. Já veículos de direita enfatizaram o aspecto procedimental da distribuição, sublinhando que a escolha do relator seguiu o sorteio regular entre os ministros indicados.
O que ainda não se sabe, a partir do material disponível, é o teor detalhado das três ações, quem são as partes envolvidas e qual o desfecho esperado para cada processo. Também não há, no recorte coberto, esclarecimento sobre prazos de julgamento ou eventuais efeitos das decisões sobre a campanha.