Lula sobe para 42% e Flávio Bolsonaro vai a 37% no primeiro turno, diz BTG/Nexus
1 veículo de esquerda · 4 veículos de centro · 6 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
11 fontes políticas
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Como decidimos →A mesma rodada BTG/Nexus mostra Flávio Bolsonaro crescendo nas duas principais medições e com voto cada vez mais firme. O empate técnico no segundo turno se mantém e a disputa segue aberta, enquanto a tese de vitória no primeiro turno esbarra no teto calculado pelo instituto.
A rodada BTG/Nexus reforça a recuperação de Lula a três semanas da eleição, com 42% no primeiro turno e retomada da dianteira numérica no segundo. A vantagem entre as mulheres e a percepção de melhora na renda, no bem-estar e na educação sustentam o avanço do presidente.
A pesquisa BTG/Nexus divulgada em 14 de setembro mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 42% no primeiro turno, contra 37% do senador Flávio Bolsonaro (PL). No segundo turno, os dois seguem em empate técnico, com 47% a 46%, e Lula volta a liderar numericamente todos os confrontos testados.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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A pesquisa BTG/Nexus de 14 de setembro mostra Luiz Inácio Lula da Silva com 42% e Flávio Bolsonaro com 37% no primeiro turno. No segundo turno, os dois seguem em empate técnico, com 47% a 46%. A seguir, o que a cobertura de esquerda, centro e direita destacou em cada número.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, alcançou 42% das intenções de voto no primeiro turno, contra 37% do senador Flávio Bolsonaro, do PL, segundo a pesquisa BTG/Nexus divulgada na segunda-feira, 14 de setembro. Na rodada anterior, Lula tinha 39% e Flávio, 35%. A distância entre os dois passou de quatro para cinco pontos percentuais, a três semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
No segundo turno, os dois seguem em empate técnico. Lula tem 47% e Flávio, 46%. Na pesquisa de 8 de setembro, o senador havia aparecido pela primeira vez numericamente à frente, com 46% contra 45%. O presidente também lidera numericamente os demais confrontos: 47% a 41% contra Ronaldo Caiado, do PSD, 49% a 38% contra Romeu Zema, do Novo, 48% a 37% contra Renan Santos, do Missão, e 45% a 42% contra o escritor Augusto Cury, do Avante, com quem segue tecnicamente empatado.
A cobertura converge nos demais números. Augusto Cury caiu de 9% para 6% no primeiro turno, Caiado tem 5%, Renan Santos, 2%, e Zema e Samara Martins, 1% cada. Os candidatos fora da dupla principal somavam 21% duas semanas antes e agora reúnem 15%. O cenário desconsidera Pablo Marçal, do PRTB, cuja candidatura foi negada pelo Tribunal Superior Eleitoral. A aprovação do governo subiu de 45% para 47%, e a desaprovação oscilou de 50% para 49%. A rejeição de Flávio ficou em 50%, e a de Lula, em 48%. A Nexus ouviu 2.003 eleitores por telefone entre 11 e 13 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04076/2026.
A cobertura de centro relatou os números de forma completa e destacou a percepção dos eleitores sobre a vida desde 2023. Para 41%, a renda melhorou. A segurança é o item mais mal avaliado, inclusive entre eleitores de Lula, e 43% dizem que o poder de compra piorou. Veículos de centro também ressaltaram que a pesquisa não permite atribuir as oscilações à crise no Supremo Tribunal Federal, que se intensificou durante a coleta.
Veículos de esquerda destacaram a vantagem de Lula entre as mulheres. Segundo a pesquisa, o presidente tem 53% contra 40% de Flávio entre as eleitoras no segundo turno, e o senador é rejeitado por 55% delas. Essa cobertura enfatizou a alta da aprovação e os avanços percebidos em renda, bem-estar e educação.
Veículos de direita enfatizaram outro lado da mesma rodada. Flávio cresceu de 31% para 34% na pesquisa espontânea, e a parcela de seus eleitores que não pretende mudar o voto subiu de 84% para 86%. O potencial de voto do senador chegou a 48%. Essa cobertura também citou os melhores resultados dele no Sul, com 61%, e entre evangélicos, com 52%.
Uma análise publicada no mesmo dia confrontou os números com a tese da campanha de Flávio de vencer no primeiro turno. Pelo cálculo da Nexus, o teto do senador é de 39% e o de Lula, de 44%, o que torna improvável uma decisão em 4 de outubro para qualquer um dos dois.
Ainda não se sabe se a recuperação de Lula vai se manter nas próximas rodadas, nem qual será o efeito da crise no Supremo sobre o eleitor. Também segue em aberto o peso do comparecimento: segundo a mesma pesquisa, 44% dos eleitores de Lula disseram não ter votado nas duas últimas eleições, contra 28% entre os de Flávio.
Presidente tem 53% entre eleitoras; pesquisa também registra avanço na aprovação e saldo positivo em renda, bem-estar e educação

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Presidente avança três pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, e senador oscila dois pontos para cima

A 14ª rodada do levantamento foi realizada em meio à intensificação da crise no STF



A três semanas do primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) cresceu nas duas principais medições de intenção de voto

Pesquisas mostram que segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula é mais provável que decisão no primeiro turno. Leia na Gazeta do Povo.

Aprovação volta a subir após duas semanas de piora e chega a 47%, enquanto desaprovação oscila para 49%; distância entre os indicadores cai de 5 para 2 pontos

Atual presidente tem 42% na primeira etapa de votação contra 37% do senador

Foram entrevistados 2.003 eleitores entre os dias 11 e 13 de setembro; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos
