Até o momento, apenas um veículo cobriu o assunto, por meio de uma série de listas diárias com as pesquisas eleitorais liberadas para divulgação. Segundo essa cobertura, o número de levantamentos com data de publicação autorizada cresceu ao longo da semana: 17 na segunda-feira, 14 de setembro, 22 na terça-feira, 26 na quarta-feira e 29 na quinta-feira, 17 de setembro. Todas as pesquisas estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, condição exigida para publicação durante o período eleitoral.
Na segunda-feira, a lista trazia dois levantamentos de abrangência nacional, dos institutos Nexus e Quaest, e 15 estaduais. Eles cobriam Alagoas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
Na terça-feira, eram duas pesquisas nacionais e 20 estaduais. Os levantamentos estaduais abrangiam Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Na quarta-feira, a lista incluía um levantamento nacional e 25 estaduais, que cobriam o Distrito Federal e os estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
Na quinta-feira, o total chegou a cinco levantamentos nacionais, entre eles o PoderData, e 24 estaduais. Eles abrangem o Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Goiás e Maranhão aparecem nas listas dos quatro dias.
A cobertura lembra que, em anos eleitorais, só são publicados estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. As listas têm tom estritamente informativo, de agenda de serviço, e não trazem avaliação sobre o aumento no número de levantamentos nem comparação com semanas anteriores.
Ainda não se sabe, pelo texto disponível, quais foram os resultados de cada pesquisa, quem as contratou, qual o tamanho das amostras e quais as margens de erro. A relação detalhada dos levantamentos aparece apenas em infográfico. Também não está claro quantas dessas pesquisas chegaram a ser efetivamente divulgadas, já que a liberação indica somente a data a partir da qual a publicação é permitida.