
TSE registra 22 pesquisas eleitorais liberadas para divulgação nesta terça
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Ao menos 22 levantamentos eleitorais registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ficaram liberados para divulgação em 15 de setembro de 2026, sendo duas pesquisas de abrangência nacional e 20 estaduais, um dia depois de outros 17 estudos entrarem na fila de publicação. Em paralelo, a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) afirma que a intenção de voto é um retrato do momento e não uma previsão da urna, e critica o Selo Acurácia Eleitoral proposto em julho pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Ao menos 22 levantamentos eleitorais registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ficaram liberados para divulgação em 15 de setembro de 2026, sendo duas pesquisas de abrangência nacional e 20 estaduais, um dia depois de outros 17 estudos entrarem na fila de publicação.
Direita
200 registradas no ano, reacende a cobrança de responsabilidade sobre institutos que erram e seguem pautando a conversa pública. A própria Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) admite que intenção de voto não prevê resultado, e vê como má ideia o Selo Acurácia Eleitoral que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, quer criar, num sinal de resistência do setor a qualquer régua externa de desempenho.
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de calendário: informa que ao menos 22 levantamentos, sendo duas pesquisas nacionais e 20 estaduais, estão liberados para divulgação em 15.set.2026 e lista os estados cobertos. Não valora candidatos nem resultados; o vocabulário é técnico-administrativo ('registrados no Tribunal Superior Eleitoral', 'metodologia completa conhecida'). O título com 'Saiba quais' é chamariz de serviço, mas o corpo entrega o que promete.
Perspectivas omitidas
Versão de segunda-feira do mesmo calendário: 17 levantamentos liberados, dois nacionais, dos institutos Nexus e Quaest, e 15 estaduais em 12 unidades da federação. Linguagem administrativa, sem adjetivação de candidatos e sem enquadramento ideológico; a única marca promocional é a divulgação do próprio agregador de pesquisas, que não altera o julgamento factual do corpo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do perfil editorial do veículo tender à direita, o texto é explicativo e técnico: define o que uma pesquisa de intenção de voto mede, compara a abstenção declarada de 3% na sondagem BTG/Nexus de 31 de agosto com os cerca de 21% verificados em 2022 e explica a diferença da pesquisa de boca de urna. A crítica ao Selo Acurácia Eleitoral proposto pelo ministro Kassio Nunes Marques aparece como citação do entrevistado, não como voz do repórter, o que sustenta a leitura de centro com confiança moderada.
Duas pesquisas nacionais e 20 estaduais entraram na fila de divulgação em 15 de setembro de 2026, um dia depois de outros 17 levantamentos. Enquanto o calendário do Tribunal Superior Eleitoral avança, a entidade que representa os institutos afirma que intenção de voto é retrato de momento e critica o selo de acurácia proposto pelo presidente da corte.
Ao menos 22 levantamentos eleitorais estavam liberados para divulgação nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026, de acordo com o calendário de pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). São duas sondagens de abrangência nacional e 20 estaduais, que cobrem Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins. Em ano eleitoral, só podem ser publicados estudos com registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa declarada.
Na véspera, segunda-feira, 14 de setembro, outros 17 levantamentos já haviam entrado na fila de divulgação. Dois deles eram nacionais, dos institutos Nexus e Quaest, e 15 eram estaduais, cobrindo Alagoas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Somados os dois dias, são 39 estudos liberados em 48 horas, um retrato do ritmo da temporada de sondagens.
A cobertura de centro relatou o movimento como calendário de serviço: dia a dia, quais empresas têm data de divulgação liberada, em quais estados e com qual abrangência, sem entrar no mérito dos números de cada disputa. É um mapa de quando o eleitor deve esperar novas medições, construído a partir do registro oficial no tribunal.
Veículos de direita enfatizaram outro ângulo do mesmo ciclo: o que esses números significam e por que costumam divergir do resultado das urnas. Até o início de setembro, mais de 2.200 pesquisas haviam sido registradas no sistema do TSE para 2026; em 2022, foram quase 3.000. Nessa leitura ganhou espaço a explicação de João Francisco Meira, presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), para quem a pesquisa de intenção de voto é um retrato de momento e não uma previsão. Ele cita a propaganda eleitoral, os ataques entre candidatos e a repercussão na imprensa como fatores que mudam o voto entre uma medição e outra, além das recusas em responder e da abstenção. Um levantamento BTG/Nexus de 31 de agosto apontou que apenas 3% dizem que não pretendem votar, enquanto a abstenção nos dois turnos de 2022 ficou em torno de 21%. Segundo o dirigente, a única sondagem que precisa errar menos é a boca de urna, porque pergunta em quem o eleitor votou, e não em quem votaria.
Esse enquadramento também abriu espaço para a crítica ao Selo Acurácia Eleitoral, proposto em julho pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, para reconhecer empresas cujos resultados cheguem perto da contagem final. A maioria dos institutos se posicionou contra, e a Abep classifica a ideia como péssima, sob o argumento de que ela desestimula a pesquisa séria na véspera do pleito e estimula quem apenas replica agregadores a se apresentar como instituto. O tribunal foi procurado para detalhar o projeto e não respondeu.
Nenhum veículo de esquerda integrou este conjunto de reportagens. A partir dos mesmos fatos, a leitura provável desse campo enfatizaria o registro obrigatório na Justiça Eleitoral e a exigência de metodologia conhecida como proteção coletiva do eleitor contra desinformação, e chamaria atenção para o eleitorado que a sondagem não alcança, aquele que some entre os 3% que declaram ausência e os cerca de 21% que efetivamente faltaram às urnas em 2022.
O que ainda não se sabe é se o selo proposto valerá já para as eleições deste ano e como o tribunal pretende calcular a proximidade entre pesquisa e resultado, porque a corte não respondeu aos questionamentos. As listas diárias também não trazem os resultados de cada levantamento liberado, apenas quem registrou, quando e onde, e não há até aqui manifestação oficial do TSE sobre as críticas da entidade que representa os institutos.
Toda a cobertura trata o registro no Tribunal Superior Eleitoral como condição para publicar pesquisa em ano eleitoral e descreve o mesmo volume de levantamentos em circulação: 22 liberados em 15 de setembro, 17 no dia anterior e mais de 2.200 registrados em 2026.

Ao menos 22 levantamentos eleitorais nacionais e estaduais estão liberados para divulgação no dia. Leia no Poder360.

Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa explica que intenção de levantamentos não é prever o resultado da urna

Ao menos 17 levantamentos nacionais e estaduais estão liberados para divulgação. Leia no Poder360.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas



