Lula lidera com 39% enquanto Flávio Bolsonaro tem 33% no primeiro turno
2 veículos de esquerda · 28 veículos de centro · 8 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
38 fontes políticas
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Pesquisa do Datafolha divulgada em 21 de agosto de 2026 aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, com 39% das intenções de voto no primeiro turno, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, com 33%. Ronaldo Caiado tem 5%, Renan Santos 4%, Romeu Zema 3%, Augusto Cury e Pablo Marçal 2% cada. Em paralelo, um levantamento com base nas pesquisas estaduais mais recentes indica que São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Ceará podem definir seus governadores já na primeira votação, o que faria 57,6% dos eleitores irem ao segundo turno apenas para escolher o presidente.
A leitura de esquerda é de que o eleitorado já fez uma escolha objetiva entre dois projetos, o de Luiz Inácio Lula da Silva à frente de uma coalizão progressista e o de Flávio Bolsonaro como herdeiro político de Jair Bolsonaro, e que a fragmentação das 13 chapas não corresponde a diversidade política real.
A leitura de direita foca no cálculo estratégico: a definição antecipada dos governos estaduais nos maiores colégios eleitorais esvazia palanques e muda o tabuleiro da disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
Veículos com viés à esquerda
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Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Os dois lados aceitam os mesmos números: Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% na pesquisa do Datafolha, distância larga para o terceiro colocado e imobilidade das demais candidaturas. Também convergem em que a definição de governos estaduais no primeiro turno muda a lógica de mobilização para a segunda votação.
A eleição de 2026 chega ao primeiro turno com dois nomes concentrando a maior parte das intenções de voto e com a possibilidade de os maiores colégios eleitorais definirem seus governadores logo na primeira votação. Reunimos o que a cobertura de esquerda e a de direita dizem sobre pesquisas, palanques estaduais e o esvaziamento do debate inaugural.
A campanha presidencial de 2026 começou com 13 chapas registradas, mas as pesquisas indicam uma disputa concentrada em dois nomes. Levantamento do Datafolha divulgado em 21 de agosto apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, com 39% das intenções de voto no primeiro turno, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, com 33%. Ronaldo Caiado aparece com 5%, Renan Santos com 4%, Romeu Zema com 3%, e Augusto Cury e Pablo Marçal com 2% cada. O instituto ouviu 2.058 pessoas em 128 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Com esse quadro, ganhou tração a discussão sobre a possibilidade de a eleição ser resolvida já na primeira votação, tanto na Presidência quanto nos governos estaduais. Para ser eleito sem segunda votação, um candidato precisa de mais da metade dos votos válidos, cálculo que exclui votos brancos, nulos e eleitores ainda indecisos.
Os dois lados da cobertura convergem em pontos objetivos. Nenhuma das candidaturas do chamado segundo pelotão conseguiu, até aqui, romper a distância que a separa dos dois primeiros colocados. O primeiro debate presidencial, realizado em 23 de agosto por uma emissora aberta em parceria com outros veículos, reuniu apenas Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury, o menor número de participantes em um debate inaugural desde 1989. Romeu Zema desistiu de participar no último momento, e Augusto Cury chegou a cogitar a desistência antes de entrar no estúdio.
Nas disputas estaduais, um levantamento baseado nas pesquisas mais recentes aponta São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Ceará como estados em que o governo pode ser decidido logo na primeira votação. Se isso ocorrer, 57,6% dos eleitores do país chegariam ao segundo turno apenas para escolher o presidente. Em São Paulo, que concentra cerca de 21,5% do eleitorado, pesquisa do Paraná Pesquisas mostra o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, com 50% das intenções de voto, contra 33,8% do ex-ministro Fernando Haddad, do PT. Em 2022, 15 estados definiram seus governadores na primeira votação, alcançando 33,9% do eleitorado.
A leitura desses números divide as coberturas. Veículos de direita enfatizaram o efeito estratégico: a definição antecipada nos maiores colégios eleitorais esvaziaria palanques, reduziria a mobilização de militância e criaria dificuldade adicional tanto para Lula quanto para Flávio Bolsonaro, além de reforçar o peso político de Tarcísio de Freitas, citado como nome competitivo para a eleição de 2030. Nessa chave, o cientista político Marcelo Tokarski, do instituto Nexus, afirma que as campanhas presidenciais precisarão atuar diretamente nesses estados para manter o eleitor mobilizado até a segunda votação.
Veículos de esquerda trataram o mesmo tema por outro ângulo, em texto assinado de opinião. Ali, a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro é descrita como escolha já feita pelo eleitorado, e não como defeito a ser corrigido por uma terceira via. O segundo turno aparece como conquista democrática, criada para garantir que o presidente seja escolhido pela maioria dos votos válidos, mas dispensável quando essa maioria já estaria formada. Vencer na primeira votação, segundo essa leitura, dependeria de concentrar o voto do campo progressista, reduzir o número de indecisos e dialogar com eleitores que rejeitam o bolsonarismo sem ter aderido ao petismo. Veículos de centro não trataram do assunto no conjunto analisado, o que deixa a comparação restrita a esses dois enquadramentos.
Ainda não se sabe o tamanho atual da parcela de indecisos e de votos brancos e nulos, número decisivo para estimar se algum candidato chega à maioria dos votos válidos. Também não foram divulgadas a data nem a metodologia detalhada da pesquisa estadual paulista citada, nem os números recentes dos demais estados apontados como candidatos à definição antecipada. Permanece em aberto se Romeu Zema mantém a candidatura depois da ausência no debate e qual será o efeito real da definição antecipada dos governos estaduais sobre o comparecimento às urnas no segundo turno.
Pesquisa ouviu 2.100 pessoas entre 25 e 27 de agosto; margem de erro é de 2,15 pontos percentuais

Foram ouvidos 2.100 eleitores entre os dias 25 e 27 de agosto em todo o país; a margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa do PoderData/Aya realizada de 23 a 26 de agosto mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) tecnicamente empatados no cenário de primeiro turno

Senador aparece com 45,1% contra 44,5% do presidente. Diferença de 6,3 pontos do mês anterior caiu para 0,6 ponto percentual

O petista registra 37,1% das intenções de voto no primeiro turno da disputa presidencial, enquanto o parlamentar soma 34,8%. Os dois estão tecnicamente empatados

Levantamento Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Paraná de 24 a 27 de agosto; margem de erro é de 2 p.p.. Leia no Poder360.

Nova pesquisa medirá intenções de voto, rejeição, imagem dos candidatos e o impacto de temas sensíveis na reta final da campanha presidencial

Levantamento Real Time Big Data aponta empate técnico entre o presidente e o senador. Leia no Poder360.

Levantamento a ser divulgado e vai medir ainda rejeição, avaliação do governo, economia e a percepção dos eleitores sobre casos Dark Horse e Lulinha

Levantamento Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores de Goiás de 24 a 27 de agosto; margem de erro é de 2 p.p.. Leia no Poder360.

Instituto ouviu 2.400 pessoas em 555 municípios entre os dias 23 e 26 de agosto; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento Quaest ouviu 900 eleitores do Estado, de 23 a 26 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais. Leia no Poder360.

Flávio registra 52% das intenções de voto; Lula tem 17%. A margem de erro é de 3 p.p. Leia no Poder360.

Levantamento realizado de 23 a 26 de agosto mostra empate técnico entre o petista e o senador, com a menor diferença entre os 2 candidatos desde maio

Levantamento Quaest ouviu 804 eleitores no Estado, de 23 a 26 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais. Leia no Poder360.

Percentuais dos candidatos oscilaram 1 ponto percentual para baixo em 15 dias; diferença permanece dentro da margem de erro

Levantamento indica vantagem ampla do presidente e mostra eleitorado majoritariamente com voto definido no estado

Levantamento realizado de 23 a 26 de agosto mostra empate técnico entre o petista e o senador, com a menor diferença entre os 2 candidatos desde maio

Levantamento Real Time Big Data mostra o candidato do PL à frente do petista em eventual cenário. Leia no Poder360.

É o primeiro levantamento fruto da parceria firmada entre a Broadcast, serviço em tempo real de notícias, dados financeiros e análises políticas do Estadão, e a Indexa Pesquisas

Zema aparece com 9,8% de preferência em Minas, longe de Lula e Flávio. Saiba mais sobre pesquisas e cenário eleitoral para 2026. Leia mais!

Levantamento Indexa/Broadcast ouviu 2.000 pessoas; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Leia no Poder360.

Foram testados dois cenários: com e sem Pablo Marçal

Campanha do senador recebeu R$ 42 milhões do PL; petista vem na sequência, com R$ 35 milhões recebidos do PT. Leia no Poder360.

Senador tem sete pontos de vantagem sobre o petista

Levantamento mostra Lula à frente na disputa pelo Planalto no Estado. Leia no Poder360.

Levantamento ouviu 900 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto; margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos

Levantamento ouviu 804 eleitores no Estado, de 20 a 23 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais. Leia no Poder360.

Foram ouvidas 1.506 pessoas entre os dias 19 e 25 de agosto; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento ouviu 804 eleitores entre 20 e 23 de agosto; margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento mostra os candidatos empatados pela margem de erro (3 p.p) em 2 cenários. Leia no Poder360.

Foram ouvidos 804 eleitores do estado, entre os dias 20 e 23 de agosto; a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento ouviu 804 eleitores no Estado, de 20 a 23 de agosto de 2026; margem de erro é de 3 pontos. Leia no Poder360.

Instituto ouviu 804 eleitores de Santa Catarina, entre os dias 20 e 23 de agosto; margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Foram ouvidas 900 pessoas no Rio Grande do Sul entre os dias 20 e 23 de agosto; margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Foram ouvidas 1.800 pessoas entre os dias 19 e 25 de agosto; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

As eleições para governador em alguns dos maiores colégios eleitorais do país podem terminar já no primeiro turno e provocar

Eleição de 2026 poderá repetir a polarização dos últimos anos ou transformar o primeiro turno em uma decisão sobre o futuro imediato do Brasil

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