Arthur Lira lidera corrida ao Senado em Alagoas com Renan Calheiros colado
2 veículos de esquerda · 3 veículos de centro

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
2 veículos de esquerda · 3 veículos de centro

Pesquisa Quaest divulgada em 24 de agosto de 2026 aponta disputa embolada pelas duas vagas do Senado por Alagoas. Na combinação dos votos para a primeira e a segunda vaga, Arthur Lira, do PP, tem 20%; Renan Calheiros, do MDB, 18%; e Marina JHC, do PSDB, 15%. Com margem de erro de três pontos percentuais, os três estão tecnicamente empatados. Davi Davino Filho, do Republicanos, marca 10%, Dr. Wanderley, do MDB, 5%, Mariedson, do Democrata, 1%, e Alexandre Fleming, do UP, não pontuou. Brancos, nulos e quem não pretende votar somam 12%, e 19% seguem indecisos. O levantamento ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre 20 e 23 de agosto, tem nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob os números AL-05503/2026 e BR-09091/2026.
O levantamento expõe a permanência de dois grupos familiares no comando da política de Alagoas: Arthur Lira, do PP, e Renan Calheiros, do MDB, dividem a liderança de uma disputa em que os dois já ocuparam os postos mais altos do Congresso Nacional.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Toda a cobertura reproduz os mesmos números e a mesma leitura técnica: Arthur Lira com 20%, Renan Calheiros com 18% e Marina JHC com 15% estão empatados dentro da margem de três pontos, com 804 entrevistas feitas entre 20 e 23 de agosto e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Também há convergência sobre a regra de dois votos por eleitor e sobre o alto grau de indefinição revelado pela pesquisa espontânea.
A disputa pelas duas vagas do Senado por Alagoas chega ao fim de agosto sem favorito. Levantamento do instituto Quaest com 804 entrevistados coloca Arthur Lira, Renan Calheiros e Marina JHC dentro da margem de erro de três pontos, com 19% de indecisos e rejeição elevada para os dois nomes mais conhecidos do estado.
Uma pesquisa do instituto Quaest divulgada em 24 de agosto de 2026 mostrou a disputa pelas duas vagas do Senado por Alagoas concentrada em três nomes e sem favorito definido. Na combinação das intenções de voto para a primeira e a segunda vaga, o deputado federal e ex-presidente da Câmara Arthur Lira, do PP, aparece com 20%; o senador Renan Calheiros, do MDB, tem 18%; e Marina JHC, do PSDB, soma 15%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os três estão tecnicamente empatados.
Os números seguintes são: Davi Davino Filho, do Republicanos, com 10%; Dr. Wanderley, do MDB, com 5%; Mariedson, do Democrata, com 1%; e Alexandre Fleming, do UP, que não pontuou. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 12%, enquanto 19% se declararam indecisos. O levantamento ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto, tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números AL-05503/2026 e BR-09091/2026. Foi encomendado por uma emissora de televisão local.
Toda a cobertura converge nesses dados e na explicação da regra que os organiza. Em 2026 cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores, numa renovação de 54 das 81 cadeiras da Casa, e por isso o eleitor precisa escolher dois nomes diferentes na urna. Os percentuais divulgados somam as menções para as duas vagas e mantêm a proporção entre candidatos, brancos, nulos e indecisos. Quando as vagas são separadas, Arthur Lira lidera a primeira com 25%, contra 21% de Renan Calheiros, e a ordem se inverte na segunda, em que Renan Calheiros marca 16% e Arthur Lira, 15%. A cobertura de centro também registrou que, na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes, 86% dos entrevistados não souberam citar nenhum candidato, e que 61% consideram o voto definido enquanto 38% admitem mudar até a votação de 4 de outubro.
As ênfases variam. Veículos de esquerda organizaram o material em torno do confronto entre Arthur Lira e Renan Calheiros, tratando os dois como os nomes mais influentes da política alagoana e apresentando a corrida como um duelo de trajetórias já consolidadas no Congresso Nacional. A cobertura de centro puxou o foco para a metodologia e para os recortes menos confortáveis: a divisão entre primeira e segunda vaga, o grau de indefinição da pesquisa espontânea e, sobretudo, a tabela de rejeição, em que Renan Calheiros e Arthur Lira aparecem como os candidatos mais conhecidos e também os mais rejeitados. Renan Calheiros é conhecido por 82% dos entrevistados, com 48% dizendo que votariam nele e 34% que não votariam; Arthur Lira é conhecido por 79%, com os mesmos 48% de intenção declarada e 31% de rejeição. Marina JHC é desconhecida por 48% do eleitorado. Não foi identificada, neste conjunto de reportagens, cobertura de veículos de direita sobre o levantamento, o que caracteriza um ponto cego: o enquadramento que costuma destacar competição, capital político acumulado e cobrança de resultados sobre quem já exerceu mandato não está representado por fonte própria.
O que ainda não se sabe é considerável. Nenhuma das reportagens traz série histórica que permita medir a evolução das intenções de voto ao longo do ano, nem recortes por região, renda ou escolaridade dentro de Alagoas. Também não há informação sobre como as candidaturas ao governo do estado podem arrastar votos para as chapas no Senado, nem cenários alternativos caso algum dos nomes desista. Com 19% de indecisos, 38% admitindo trocar de candidato e três postulantes dentro da margem de erro, o levantamento fixa uma fotografia do fim de agosto, e não um prognóstico do resultado de outubro.
Pesquisa revela cenário acirrado entre os dois líderes políticos, com um terceiro nome na corrida; confira os números

O levantamento se baseia em 804 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de agosto

Levantamento ouviu 804 eleitores entre 20 e 23 de agosto; margem de erro é de três pontos percentuais

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (24) foi encomendada pela TV Asa Branca Alagoas. Na pesquisa espontânea, 86% estão indecisos.

Candidatos estão empatados na margem de erro, de três pontos percentuais

Nesta matéria: perspectiva omitida.