
Guilherme Derrite, André do Prado e Petter Maahs disputam o Senado por São Paulo
1 veículo de esquerda · 4 veículos de centro
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

1 veículo de esquerda · 4 veículos de centro
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal em 2026 reúne 16 candidaturas oficializadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Perfis publicados nesta semana apresentam nomes de campos opostos: Guilherme Derrite (Progressistas) e André do Prado (Partido Liberal), apoiados pelo governador Tarcísio de Freitas, e candidatos de esquerda como Petter Maahs (Partido Comunista Brasileiro), Weller Gonçalves (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e Márcio Alves (Unidade Popular).
Esquerda
Pela ótica de esquerda, a eleição ao Senado em São Paulo opõe a chapa do governador Tarcísio de Freitas, marcada pela privatização da Sabesp e por uma gestão de segurança criticada pela letalidade policial, a candidaturas que defendem direitos dos trabalhadores, educação pública e mais participação popular.
Centro
A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal em 2026 reúne 16 candidaturas oficializadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Perfis publicados nesta semana apresentam nomes de campos opostos: Guilherme Derrite (Progressistas) e André do Prado (Partido Liberal), apoiados pelo governador Tarcísio de Freitas, e candidatos de esquerda como Petter Maahs (Partido Comunista Brasileiro), Weller Gonçalves (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e Márcio Alves (Unidade Popular).
Direita
Sem cobertura neste espectro.
5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
A manchete promete 'polêmicas' e o texto usa intertítulos como 'Uma mancha no bolsonarismo', descreve a Assembleia Legislativa como 'linha auxiliar' do governo segundo críticos e destaca o gás lacrimogêneo na votação da Sabesp. Registra, porém, o arquivamento pela Promotoria e a versão de André do Prado, o que modera o viés.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Biografia factual: formação, carreira na Polícia Militar, mandatos, bens declarados e alianças com Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. Registra críticas às Operações Verão e Escudo sem adjetivação própria, equilibrando trajetória e controvérsias.
Perspectivas omitidas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
São Paulo elege dois senadores em 2026 e tem 16 candidaturas registradas. A chapa do governador Tarcísio de Freitas aposta em Guilherme Derrite e André do Prado, enquanto partidos de esquerda lançam nomes como Petter Maahs, Weller Gonçalves e Márcio Alves. Trajetórias, bens declarados e propostas de cada um.
A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal nas eleições de 2026 ganhou uma série de perfis de candidatos nesta semana. Em todo o país estão em jogo 54 das 81 cadeiras da Casa, e São Paulo tem 16 candidaturas oficializadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Os perfis mostram um campo dividido entre a chapa apoiada pelo governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, e candidaturas de partidos de esquerda.
A chapa do governador tem dois nomes. Guilherme Derrite, do Progressistas, tem 41 anos, é deputado federal e foi secretário da Segurança Pública do estado entre 2023 e 2025. Ex-tenente da Rota, a tropa de elite da Polícia Militar paulista, ele declarou mais de R$ 2 milhões em bens e defende a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência. André do Prado, do Partido Liberal, tem 57 anos e preside a Assembleia Legislativa de São Paulo. Foi anunciado por Tarcísio como candidato em maio. Segundo o Datafolha divulgado em 11 de setembro, Prado tem 11% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Marina Silva, Simone Tebet e Derrite.
No campo da esquerda, Petter Maahs, do Partido Comunista Brasileiro, é pedagogo e diretor de escola pública em Cubatão. Disputa sua primeira eleição, declarou patrimônio de R$ 117 mil e propõe extinguir o Senado. Weller Gonçalves, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, preside o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e defende uma greve geral pelo fim da escala de trabalho 6x1. Márcio Alves, da Unidade Popular, é eletricista e concorre pela segunda vez.
A cobertura de centro concentrou a maior parte dos perfis, em tom biográfico: formação, trajetória, suplentes, bens declarados e propostas atribuídas aos próprios candidatos. Esses textos registraram as críticas à gestão de Derrite por episódios de violência policial, como as Operações Verão e Escudo, na Baixada Santista, consideradas as mais letais do estado, sem trazer a resposta do candidato.
Veículos de esquerda destacaram as polêmicas de André do Prado. Relembraram que ele conduziu a aprovação da privatização da Sabesp, a companhia de saneamento do estado, em dezembro de 2023, numa sessão em que a polícia usou gás lacrimogêneo contra manifestantes. Citaram críticos que veem a Assembleia sob seu comando como linha auxiliar do governo e resgataram o caso de 2016 em que Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente, estava lotado em seu gabinete. Esses veículos também registraram que o Ministério Público arquivou a investigação em 2017 e que Prado diz ter pacificado o Legislativo paulista.
Não houve cobertura de veículos de direita entre os textos reunidos. O ângulo que esse campo costuma valorizar, a experiência em segurança pública e a privatização como realização de gestão, aparece apenas nas falas atribuídas aos próprios candidatos.
Ainda não se sabe como as demais candidaturas paulistas se posicionam nas pesquisas, nem quais propostas concretas Derrite e Prado levam para o mandato. O recurso de Ricardo Salles, do Novo, contra a multa de R$ 10 mil aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral por propaganda antecipada contra Prado também segue sem desfecho.

Deputado federal e ex-secretário da Segurança Pública, ele atuou como tenente na Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) entre 2010 e 2013

Sindicalista concorre pela primeira vez à Casa Alta, mas já disputou vaga a deputado federal e vereador

Candidato da Unidade Popular já havia disputado cargo eletivo em 2022, como 2º suplente de senador

André Luis do Prado (57), atual presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), disputa, em 2026, uma vaga no Senado pelo PL, com apoio do

Pedagogo e diretor de escola, candidato defende a valorização da educação pública e fim do senado federal
Relata a trajetória sindical de Weller Gonçalves, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, bens declarados ao Tribunal Superior Eleitoral e propostas em tom descritivo, atribuindo as bandeiras ao próprio candidato e ao seu site oficial.
Perspectivas omitidas
Texto factual com dados sobre o candidato da Unidade Popular e contexto institucional sobre as atribuições do Senado. Metade do corpo é explicação genérica, sem as propostas do candidato.
Perspectivas omitidas



