
Real Time: Rui Costa tem 26% ao Senado na BA; 2ª vaga tem empate técnico
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Duas pesquisas do Instituto Real Time Big Data divulgadas em 9 de setembro de 2026 colocam Rui Costa, do PT, na frente da disputa ao Senado pela Bahia, com 26%, e Michelle Bolsonaro, do PL, na liderança no Distrito Federal, também com 26%. Nos dois casos, a segunda das duas vagas em jogo segue indefinida, com candidatos separados por diferenças menores que a margem de erro de dois pontos percentuais.
O Instituto Real Time Big Data divulgou nesta quarta-feira, 9 de setembro de 2026, dois levantamentos sobre a disputa pelas vagas ao Senado. Na Bahia, o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa, do PT, lidera com 26% das intenções de voto. No Distrito Federal, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do PL, aparece com os mesmos 26% na primeira posição. Nos dois casos, a segunda das duas vagas em disputa continua indefinida, com adversários separados por diferenças menores que a margem de erro de dois pontos percentuais.
Na Bahia, o senador Jaques Wagner, do PT, tem 19%, seguido por João Roma, do PL, com 17%, e por Angelo Coronel, do Republicanos, com 15%. Os três estão tecnicamente empatados na briga pela segunda cadeira. Professora Delliana, do PSol, soma 6%, enquanto Carlos Sodré, do Mobiliza, Marcelo Carvalho, da Rede, e Marcelo Santtana, do DC, registram 1% cada. Gregório Gould, da UP, e Marcelo Millet, do PCO, não pontuaram. Votos nulos e brancos somam 7%, o mesmo percentual de eleitores que não souberam ou não quiseram responder. No levantamento anterior, feito em agosto pelo mesmo instituto, Rui Costa marcava 25% e Jaques Wagner, 20%.
No Distrito Federal, Leila do Vôlei, do PDT, e Bia Kicis, do PL, aparecem com 17% cada, e Erika Kokay, do PT, soma 15%, também em empate técnico pela segunda vaga. Sebastião Coelho, do Novo, marca 10%, Ronaldo Fonseca, do PSD, tem 2%, e Guto Felício dos Santos, do PSDB, 1%. Entre os brasilienses ouvidos, 7% se declararam indecisos, e outros 7% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não pretendem votar.
O levantamento baiano também mediu a corrida pelo governo do estado. O governador Jerônimo Rodrigues, do PT, tem 45%, e o ex-deputado federal ACM Neto, do União Brasil, 44%, em empate técnico. Num eventual segundo turno, Jerônimo aparece com 46% e ACM Neto com 45%. Em agosto, a ordem no primeiro turno era outra, com 44% para ACM Neto e 42% para o governador.
Cada pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre os dias 4 e 8 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%. Os estudos foram contratados pelo próprio instituto e registrados no Tribunal Superior Eleitoral sob os códigos BA-01568/2026, na Bahia, e BR-09600/2026, no Distrito Federal. Como cada eleitor poderá escolher dois nomes para o Senado nesta eleição, o instituto perguntou separadamente pelo primeiro e pelo segundo voto e depois consolidou os resultados de forma proporcional.
A cobertura de centro tratou os dados de maneira descritiva, com ênfase na liderança consolidada dos primeiros colocados, no empate técnico pela segunda vaga e na ficha metodológica, incluindo o registro no TSE e a informação de que a própria empresa contratou a pesquisa. Até o momento, veículos de esquerda e veículos de direita não publicaram leitura própria deste levantamento, de modo que não há disputa de enquadramento sobre os números: o que existe é a mesma base factual reproduzida por publicações de perfil editorial central, com diferenças apenas no grau de detalhe metodológico e na inclusão, ou não, da comparação com a onda de agosto.
Briefing
O que importa para você
- Cada eleitor vota em dois nomes para o Senado, e as duas vagas por unidade da federação estão em jogo em outubro.
- Na Bahia, Jaques Wagner, João Roma e Angelo Coronel disputam a segunda cadeira separados por quatro pontos, dentro da margem de erro.
- No Distrito Federal, Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay estão empatadas entre 15% e 17%.
- No governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues e ACM Neto empatam no primeiro e no segundo turno, com um ponto de diferença.
Onde os lados concordam
Toda a cobertura disponível converge nos mesmos números e na mesma metodologia: Rui Costa com 26% na Bahia, Michelle Bolsonaro com 26% no Distrito Federal, margem de erro de dois pontos percentuais e empate técnico pela segunda vaga nas duas unidades.
O que ainda está incerto
- Não há como dizer quem fica com a segunda vaga em cada disputa: as diferenças cabem na margem de erro.
- O instituto não divulgou recortes por região, renda ou escolaridade, nem cenários de migração de voto.
- Não foi medido o efeito do voto duplo, em que o mesmo eleitor escolhe dois nomes, sobre a ordem final dos candidatos.
Linha do Tempo
- 01 de out. de 2026, 00:00ProgramadoEleições gerais de outubro definem duas vagas ao Senado por unidade da federação e o governo da Bahia
- 15 de set. de 2026Hoje
- 09 de set. de 2026, 00:00
Fontes

Candidatos aparecem na liderança, mas tecnicamente empatados pela margem de erro de 2 pontos percentuais

Roseana Sarney (MDB), Fufuca (PP), Lahesio Bonfim (Novo), Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PT) aparecem tecnicamente empatados pela margem de erro

Candidatos do PL lideram intenções indicadas para primeiro e segundo votos ao Senado pelo Mato Grosso do Sul

Roseana Sarney (MDB), Fufuca (PP), Lahesio Bondim (Novo), Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PT) estão tecnicamente empatados

No levantamento anterior, realizado em agosto, Rui Costa aparecia com 25% das intenções, seguido por Jaques Wagner, que tinha 20%

Segunda vaga segue indefinida com Jaques Wagner (PT), João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) empatados pela margem de erro

Leila do Vôlei (PDT), Bia Kicis (PL) e Erika Kokay (PT) aparecem empatadas pela margem de erro de 2 pontos percentuais na disputa pelo Senado


