
Como evangélicos e católicos votariam no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa
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32 fontes políticas
Como decidimos →Entre 13 e 17 de julho de 2026, uma sequência de pesquisas de intenção de voto (BTG/Nexus, Futura/Apex, Genial/Quaest e PoderData/Aya, além de levantamentos estaduais) mostrou o presidente Lula (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro e no segundo turno da corrida presidencial. No primeiro turno, Lula oscila em torno de 40% e Flávio, entre 28% e 36%. No segundo turno, os institutos variam de empate técnico (Nexus 47% a 44%, Futura 46,3% a 46,1%, PoderData 45% a 43%) a uma vantagem de oito pontos na Quaest (45% a 37%). A aprovação do governo Lula superou a desaprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024, segundo a Quaest, e ambos os candidatos têm rejeição elevada.
Veículos com viés à esquerda
Análise editorial
Dados do Espírito Santo (empate no 1º turno, 30% cada; Flávio à frente no 2º turno, 42% x 36%) são factuais, mas o corpo traz novamente o box editorial à esquerda da CartaCapital. LEFT moderado.
Falácias identificadas
Análise editorial
Dados da Quaest sobre o tarifaço são factuais (42% dizem que a medida aumenta a vontade de votar em Lula), mas o corpo embute o box editorial à esquerda e enfatiza a perda de apoio de Flávio. LEFT moderado.
Falácias identificadas
Análise editorial
Números da Quaest factuais, mas o corpo traz o box editorial de assinatura com forte enquadramento à esquerda ('ameaça bolsonarista', 'futuro democrático em jogo'). LEFT.
Falácias identificadas
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
ICL Notícias, veículo à esquerda, mas aqui o corpo é um recital factual e denso da Quaest, com séries históricas de 2º turno, aprovação e rejeição, incluindo contexto do caso Master e do vídeo de Michelle. Conteúdo CENTER.
Análise editorial
Revista Fórum apresenta dados corretos, mas a seleção e o enquadramento ('lidera com folga', ênfase na vantagem espontânea de Lula) favorecem o presidente. LEFT moderado, sustentado nos números.
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
CartaCapital recita o ranking de preocupações (violência, corrupção, saúde) por preferência de voto de forma factual: eleitores de Lula citam violência/saúde, de Flávio citam corrupção. CENTER apesar do publisher.
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar do veículo ser de esquerda, o corpo recita números do recorte por religião (Lula vence entre católicos, Flávio entre evangélicos) de forma factual, com margem de erro e código TSE. Boilerplate progressista fica no rodapé.
Análise editorial
Os números de 1º turno são factuais, mas o corpo embute um box editorial de campanha de assinatura com enquadramento claramente à esquerda ('ameaça bolsonarista', 'forças conservadoras', 'extrema-direita'), o que carrega a peça para LEFT.
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Folha reporta com atribuição a fala do ministro José Guimarães chamando Flávio de 'lobista dos EUA' e 'traidor da pátria'. O conteúdo é um ataque político, mas noticiado com aspas e contexto; CENTER, embora dê pouco espaço à réplica do senador.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
PoderData/Aya no 1º turno (40% x 34%), com destaque para ampliação da vantagem e recortes demográficos, factual e metodológico. CENTER.
Análise editorial
PoderData/Aya no 2º turno (45% x 43%), empate técnico, com recortes demográficos e metodologia. Factual; CENTER.
Análise editorial
Republicação da matéria da PoderData/Aya no 2º turno (45% x 43%), idêntica em conteúdo e igualmente factual. CENTER.
Análise editorial
Republicação da matéria de 1º turno da PoderData/Aya (40% x 34%), factual e metodológica. CENTER.
Análise editorial
Estadão Conteúdo: recital completo de todos os cenários de 1º e 2º turno da Futura/Apex, rejeição e metodologia, sem adjetivação. CENTER.
Análise editorial
Folha reporta Lula 45% x 37% no 2º turno, alta da aprovação, rejeição e o contexto do vídeo de Michelle e da decisão de Moraes, tudo com atribuição. CENTER factual.
Análise editorial
G1 recita a série da Quaest (março a julho) e a virada da aprovação sobre a desaprovação, com aspas do diretor do instituto. Factual; CENTER.
Análise editorial
JC recita 40% x 28% no 1º turno e a variação frente a junho, com metodologia e classificação editorial do gênero da matéria. CENTER factual.
Análise editorial
Poder360 reporta 45% x 37% no 2º turno, rejeição e financiamento da pesquisa (Banco Genial), com metodologia. CENTER factual.
Análise editorial
Band traz 1º turno, quatro cenários de 2º turno, série histórica da aprovação e rejeição de forma factual e completa. CENTER.
Análise editorial
JC recita 45% x 37% e os demais cenários de 2º turno, com variação frente a junho e classificação editorial do gênero. CENTER factual.
Análise editorial
Recital factual dos quatro cenários de 1º turno da Futura/Apex, com metodologia e registro TSE. Sem enquadramento ideológico.
Análise editorial
Números de 2º turno (46,3% x 46,1%) e cenários contra Caiado, Zema, Renan e Michelle, todos factuais com metodologia. CENTER.
Análise editorial
Poder360 recita os números do Piauí (Lula 67% x 24% no 2º turno), rejeição e avaliação do governo estadual, de forma factual. CENTER.
Análise editorial
Datafolha reporta empate em SP no 1º e 2º turno, com recortes por gênero, idade, escolaridade e religião, e dados de rejeição. Factual e detalhado; CENTER.
Análise editorial
Texto do Estadão Conteúdo reproduzido: recita 47% x 44% no 2º turno, cenários alternativos e motivação de voto sem adjetivação valorativa. CENTER factual.
Análise editorial
Relato factual: vantagem de Lula caiu de 8 para 6 pontos, dados de decisão de voto e metodologia. Sem enquadramento ideológico.
Análise editorial
Band recita números de 1º e 2º turno e cenários alternativos de forma neutra, com metodologia e registro na Justiça Eleitoral. CENTER factual.
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Veja apresenta o levantamento do Piauí de forma factual, com números de 1º e 2º turno e ranking de rejeição. Destaca a rejeição de Flávio, mas com dados; CENTER.
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
InfoMoney (veículo de direita) relata os números da Quaest e o contexto do tarifaço de Trump de forma factual, descrevendo tanto a melhora de Lula quanto a estratégia de Flávio. Conteúdo CENTER apesar do publisher.
Análise editorial
Peça analítica que seleciona o ângulo da dificuldade de Lula em ampliar a vantagem e da piora na avaliação do governo, valorizando a leitura de que a disputa segue equilibrada. O enquadramento favorece a oposição; RIGHT moderado.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Veja (veículo de direita) publica recital factual dos números BTG/Nexus, com resumo de IA neutro e quatro cenários de 2º turno. Conteúdo CENTER apesar do publisher.
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Jovem Pan (veículo de direita) apresenta os números de forma factual, com o título reconhecendo a liderança de Lula. Sem editorialização à direita no corpo; CENTER.
Uma série de pesquisas de intenção de voto divulgadas entre 13 e 17 de julho de 2026 desenhou o cenário da corrida presidencial deste ano e apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) na maioria dos cenários de primeiro e segundo turno. Os levantamentos BTG/Nexus, Futura/Apex, Genial/Quaest e PoderData/Aya, todos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, convergem em um ponto central: Lula aparece numericamente na liderança, embora a distância varie conforme o instituto e, em vários casos, caia dentro da margem de erro.
No primeiro turno, Lula oscila em torno de 40% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece entre 28% e 36%, sempre em segundo lugar e à frente dos demais pré-candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), todos com um dígito. No segundo turno o quadro é mais apertado: o Nexus apontou 47% a 44%, a Futura/Apex registrou 46,3% a 46,1% e o PoderData/Aya, 45% a 43%, todos empates técnicos; já a Genial/Quaest mostrou vantagem maior de Lula, de 45% a 37%, oito pontos percentuais.
A cobertura de centro, majoritária no noticiário, relatou os números de forma direta, detalhando metodologia, tamanho da amostra e código de registro no TSE, e destacou que ambos os candidatos têm índices elevados de rejeição, próximos de 50% para Lula e de 57% para Flávio. Veículos de esquerda enfatizaram a recuperação do presidente: a aprovação do governo Lula superou a desaprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024, segundo a Quaest, e a maior parcela do eleitorado disse que o tarifaço anunciado pelos Estados Unidos aumenta a vontade de votar em Lula. Nessa chave, a cobertura progressista deu relevo à acusação, feita por um ministro do governo, de que Flávio agiria como lobista dos Estados Unidos, e ao desgaste do senador com o caso do Banco Master.
Veículos de direita e análises de cientistas políticos deram outro enquadramento aos mesmos dados. Enfatizaram os empates técnicos no segundo turno como sinal de que a disputa segue aberta, a alta rejeição de Lula e a dificuldade do presidente de ampliar sua vantagem apesar das iniciativas do governo. Nessa leitura, a fragmentação das candidaturas de oposição é apontada como o principal ativo de Lula, já que parte do eleitorado bolsonarista resiste a transferir voto para outros nomes da direita caso Flávio não esteja no páreo.
Os recortes por segmento reforçaram divisões conhecidas: Flávio lidera com folga entre evangélicos, enquanto Lula tem vantagem entre católicos, eleitores sem religião, mulheres e no Nordeste. Em levantamentos estaduais, o equilíbrio aparece em São Paulo e no Espírito Santo, enquanto no Piauí Lula chega a mais que triplicar a votação do senador.
Ainda não se sabe qual será o efeito duradouro do tarifaço e do caso do Banco Master sobre a corrida, nem por que os institutos divergem entre um empate técnico e uma vantagem de oito pontos no segundo turno. Também permanece em aberto como se comportaria o eleitorado de oposição em um eventual cenário sem Flávio Bolsonaro na disputa.
Esquerda, centro e direita reconhecem que Lula lidera numericamente o primeiro e o segundo turno em praticamente todos os institutos, e que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro têm índices elevados de rejeição.

O levantamento aponta equilíbrio na corrida ao Palácio do Planalto

José Guimarães reage a fala do pré-candidato do PL, que culpou Lula pelo tarifaço de Trump

Pesquisa realizada de 12 a 15 de julho mostra que a vantagem do presidente sobre o senador aumentou e não há mais empate técnico entre eles

O instituto entrevistou 2.004 eleitores entre 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais

Empate técnico persiste dentro da margem de erro, de 2 pontos; diferença entre os 2 oscilou desfavoravelmente para Lula desde maio

Empate técnico persiste dentro da margem de erro, de 2 pontos; diferença entre os 2 oscilou desfavoravelmente para Lula desde maio

Pesquisa realizada de 12 a 15 de julho mostra que a vantagem do presidente sobre o senador aumentou e não há mais empate técnico entre eles

Foram testados, ainda, outros três cenários de segundo turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que


Avaliação positiva do governo atinge maior patamar desde ao menos julho de 2025

Pesquisa Quaest aponta Lula com 45% contra 37% de Flávio Bolsonaro no 2º turno, liderando também disputas contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.

No Piauí, senador pontua em rejeição quase o mesmo que o presidente acumula em intenções de voto, indica levantamento publicado nesta terça

Petista mantém a liderança na disputa pelo Palácio do Planalto com 40% das intenções de voto, enquanto senador do PL aparece com 28%

Pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios de 10 a 13 de julho e foi paga pelo Banco Genial em parceria de divulgação com o Grupo Globo.

Na sequência, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 4% das intenções de voto, seguido por Renan Santos, com 3% e Romeu Zema, com 2%

Desde o anúncio de possíveis novas sanções ao Brasil pelos EUA, Lula abriu doze pontos de vantagem no 1º turno em relação a Flávio

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (15) mostra presidente com 45% das intenções de voto contra 37% do senador, abrindo oito pontos de vantagem

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 07 e 11 de julho; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos

Foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 7 e 11 de julho; a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Estado, de 11 a 13 de julho; margem de erro é de 2 p.p. Leia no Poder360.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial de 2026 tanto na pesquisa espontânea quanto nos quatro cenários estimulados de primeiro

Fragmentação entre candidaturas da oposição pode dificultar a transferência de votos para Flávio em uma eventual disputa final contra o presidente

O instituto Nexus ouviu 2.003 pessoas entre 10 e 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais

51% não votariam de jeito nenhum no atual presidente no 1º turno, e 43% rejeitam senador do PL

Sem o recorte por religião, o levantamento Nexus indica empate técnico, com o presidente na liderança numérica

O levantamento mostra Lula consolidado na liderança, com Flávio Bolsonaro em segundo



Instituto divulgou levantamento sobre a corrida eleitoral para a Presidência

Estudo foi divulgado nesta segunda-feira (13)

Pesquisa mostra que o atual presidente possui 40% no primeiro turno e 47% em eventual disputa direta contra o senador
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