TSE: eleitor em trânsito fora do estado só vota para presidente em 4 de outubro
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Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral mantém a regra de que o voto para deputado federal é vinculado ao domicílio eleitoral. Quem estiver habilitado a votar em trânsito em outro estado só poderá escolher presidente da República; quem estiver em outro município do mesmo estado vota para todos os cargos. O prazo para pedir o voto em trânsito terminou em 20 de agosto.
As regras do Tribunal Superior Eleitoral para 4 de outubro preservam o desenho federativo: cada estado elege seus próprios deputados, e o eleitor que estiver fora de sua unidade da federação só vota para presidente. Cabia a cada cidadão se planejar e pedir a habilitação ao voto em trânsito até 20 de agosto, pelo autoatendimento eleitoral ou em cartório.
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O eleitor que estiver fora do seu estado no primeiro turno de 4 de outubro só poderá votar para presidente, e apenas se tiver se habilitado ao voto em trânsito até 20 de agosto. O voto para deputado federal segue vinculado ao domicílio eleitoral, porque as 513 cadeiras da Câmara são divididas por unidade da federação.
O eleitor que estiver fora do seu estado no primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, só poderá votar para presidente da República, e apenas se tiver se habilitado para o voto em trânsito. Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral, não existe a possibilidade de escolher deputado federal, senador, governador ou deputado estadual de outra unidade da federação.
A cobertura de centro relatou que a restrição decorre do domicílio eleitoral e do sistema proporcional. A Câmara dos Deputados tem 513 cadeiras, distribuídas entre os 26 estados e o Distrito Federal de acordo com a população, com mínimo de oito e máximo de 70 representantes. São Paulo elege 70 deputados, Minas Gerais 53 e Rio de Janeiro 46, enquanto estados como Acre, Amapá e Sergipe elegem oito cada. Os votos são contabilizados dentro de cada unidade da federação, e por isso não há uma disputa nacional única pelas cadeiras: um eleitor de Pernambuco vota apenas entre os candidatos que disputam as 25 vagas do estado.
As matérias convergem na explicação do voto em trânsito. Quem estiver em outro município do mesmo estado pode votar para todos os cargos em disputa. Quem estiver em outro estado vota somente para presidente. O voto em trânsito é oferecido nas capitais e em municípios de maior porte, em locais definidos pela Justiça Eleitoral. O prazo para solicitar, alterar ou cancelar a habilitação terminou em 20 de agosto, e o pedido precisava ser feito pelo autoatendimento eleitoral, para quem tinha biometria cadastrada, ou presencialmente em um cartório eleitoral.
O tema foi tratado em tom de serviço. Um veículo classificado à direita publicou guia sem enquadramento ideológico, com a mesma leitura factual da cobertura de centro. Veículos de esquerda não publicaram análise própria sobre as regras até o momento, de modo que não há, no conjunto das matérias, divergência de substância entre os lados. A diferença entre os textos está no detalhe: um deles descreve o critério do voto em trânsito como municípios com mais de 100 mil eleitores, e outro fala em cidades com mais de 100 mil habitantes.
Ainda não se sabe quantos eleitores se habilitaram para votar em trânsito em 2026, nem quantos deles estarão fora do próprio estado e, portanto, limitados à escolha de presidente. As matérias também não detalham como fica a situação de quem não pediu a habilitação e estará longe do domicílio eleitoral no dia da votação.
Cada estado tem um número de representantes na Câmara, que é calculado pelo tamanho da população

Nas eleições 2026, os votos para deputado federal serão contabilizados dentro de cada unidade da federação. Saiba mais na Gazeta do Povo.
