Michelle deve confirmar candidatura ao Senado em evento com Flávio
1 veículo de esquerda · 11 veículos de centro · 4 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 11 veículos de centro · 4 veículos de direita

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teve a candidatura ao Senado pelo Distrito Federal oficializada na convenção regional do PL, em Brasília, no domingo, sem estar presente: internada no sábado (1º) por crises de enxaqueca, passou por bloqueio anestésico de nervos cranianos e recebeu alta no mesmo domingo, mas não chegou ao evento. Sua carta foi lida pelo irmão Diego Torres, que será primeiro suplente. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro participou da convenção, desejou melhoras à madrasta e discursou por uma anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro. Na terça-feira, a ex-primeira-dama confirmou pessoalmente a decisão nas redes sociais.
A oficialização da candidatura ao Senado consolida um projeto político organizado em torno de uma única família: a ex-primeira-dama disputa a vaga com um irmão como primeiro suplente e outro irmão concorrendo a deputado distrital, enquanto o marido, ex-presidente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado, é apresentado como quem de fato decidiu a candidatura.
A confirmação da candidatura ao Senado pelo Distrito Federal recompõe a unidade do campo conservador em plena montagem das chapas. Depois de semanas de atrito público com o enteado, a ex-primeira-dama aceitou o que descreveu como missão confiada pelo marido e prometeu caminhar ao lado do pré-candidato à Presidência, o que remove um passivo relevante da campanha justamente no eleitorado feminino.
16 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura registra os mesmos fatos: a convenção do PL no Distrito Federal oficializou Michelle Bolsonaro e Bia Kicis como candidatas ao Senado e apoiou a reeleição de Celina Leão ao governo local; a ex-primeira-dama não compareceu por crises de enxaqueca, tendo sido internada no sábado e recebido alta no domingo; sua carta foi lida pelo irmão Diego Torres, indicado primeiro suplente; e o encontro presencial com o enteado, esperado como marco da reconciliação, não ocorreu.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teve sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal oficializada na convenção regional do PL, realizada em Brasília no domingo (2), sem que ela estivesse presente. Internada no sábado (1º) por causa de crises persistentes de enxaqueca, passou por um procedimento de bloqueio anestésico dos nervos cranianos e recebeu alta ainda no domingo, mas não chegou a tempo do evento. Coube ao irmão Diego Torres, indicado como seu primeiro suplente, ler no palco a carta em que ela aceita a disputa. 'Sou pré-candidata ao Senado Federal e vou ajudar a edificar a nossa nação, porque governar é cuidar', dizia o texto. Na terça-feira (4), a ex-primeira-dama confirmou pessoalmente a decisão em suas redes sociais.
Toda a cobertura converge nos fatos centrais. A convenção confirmou duas candidatas ao Senado pelo Distrito Federal, a ex-primeira-dama e a deputada federal Bia Kicis, e o apoio à reeleição da governadora Celina Leão. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro participou do ato, desejou melhoras à madrasta, afirmou que precisará das duas no Congresso e defendeu uma anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, além de cobrar que ministros do Supremo Tribunal Federal voltem a respeitar a Constituição. O encontro presencial entre madrasta e enteado, esperado como o primeiro desde a briga pública de junho e o pedido de desculpas de julho, não aconteceu. Também há consenso de que a vaga foi viabilizada pela desistência de um senador do próprio partido, que migrou para a disputa de deputado federal.
As ênfases divergem. Veículos de esquerda destacaram o desenho familiar do projeto eleitoral, com um irmão como suplente e outro concorrendo a deputado distrital, e lembraram que o ex-presidente cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado enquanto é apresentado como quem decidiu a candidatura da mulher. A cobertura de centro relatou sobretudo a logística política e a apuração de bastidores: a articulação da reconciliação pela cúpula partidária, a influência da ex-primeira-dama na montagem de chapas em outros estados e a avaliação de aliados de que a campanha dela ficará concentrada em Brasília, reduzindo sua presença na disputa presidencial. Veículos de direita enfatizaram a recomposição da unidade do campo conservador, a decisão descrita pela candidata como missão confiada pelo marido e a promessa de um Senado forte como contrapeso institucional ao Judiciário.
O efeito prático dessa divisão de leitura recai sobre a campanha presidencial. Aliados avaliam que a candidatura ao Senado limita a disponibilidade da ex-primeira-dama para viajar pelo país em apoio ao enteado, justamente quando o desempenho dele entre as eleitoras é a maior preocupação de sua equipe. Isso aumentou o peso da escolha do vice, com tentativas frustradas de atrair nomes femininos de outros partidos e pressão interna por candidatos homens. Na convenção, a linguagem de campanha foi de confronto, com a governadora afirmando que a eleição terá apenas o lado do bem e o lado do mal, fala reproduzida sem contraponto por parte da cobertura.
Algumas questões seguem em aberto. Não há data definida para a primeira agenda pública da candidata nem informação sobre a evolução do quadro de saúde que motivou a internação. Também não se sabe quando ocorrerá o encontro presencial entre ela e o presidenciável, prometido desde a troca de vídeos de reconciliação, nem em que medida ela participará efetivamente da campanha nacional. Por fim, permanece indefinido o nome do vice na chapa presidencial e se o partido conseguirá alguma coligação, depois de sucessivas recusas de siglas que optaram pela neutralidade.
Michelle diz que aceitou "missão" de Bolsonaro para disputar o Senado; PL anuncia vice de Flávio nesta quarta (5).

Diego Torres foi responsável por ler carta em que ex-primeira-dama confirmou candidatura e será primeiro suplente, se ela for eleita, por exemplo

Convenção do PL-DF confirma candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado Valor Econômico

Ex-primeira-dama era esperada em convenção, mas passa dia no hospital após crises de enxaqueca

Ex-primeira-dama ainda não tem previsão de primeira agenda após faltar à convenção por crise de enxaqueca; menor disponibilidade amplia desafio do presidenciável entre eleitoras

Durante evento em Brasília, foi lida uma nota em que Michelle também confirma sua disposição de disputar vaga ao Senado

Evento seria primeiro encontro entre os dois após as rusgas se tornarem públicas

Presente no evento, Flávio Bolsonaro afirmou que precisará da madrasta para "resgatar" a democracia

O anúncio foi feito durante a convenção do partido na tarde deste domingo (2)

Leia mais sobre a oficialização da candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado, sua internação e o apoio de Flávio Bolsonaro na corrida eleitoral de 2026.

Com a saída de Alvaro Dias da disputa ao Senado pelo Paraná, Cristina Graeml deve ser anunciada como pré-candidata. Veja na Gazeta

Anúncio foi feito em discurso lido pelo irmão da ex-primeira-dama em convenção distrital do PL; apesar de esperada, Michelle não marcou presença no evento.

Ex-primeira-dama ainda não oficializou decisão. Há possibilidade de que anúncio seja feito por Michelle neste domingo

Ex-primeira-dama disse a aliados que toma decisão sobre disputar Senado do DF até esta sexta (31)

Michelle Bolsonaro deve confirmar candidatura ao Senado pelo DF em convenção do PL com presença de Flávio Bolsonaro e aval de Jair

Convenção do PL no Distrito Federal está marcada para domingo, quando madrasta e enteado dividem o palanque

Nesta matéria: viés de centro.
Ainda não há outra notícia sobre Convenção do PL no Distrito Federal.