Favorito, Tarcísio oficializará candidatura à reeleição em convenção em São Paulo
1 veículo de esquerda · 6 veículos de centro · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 6 veículos de centro · 1 veículo de direita

O Republicanos oficializou no sábado, 1º de agosto, em convenção no Ginásio do Ibirapuera, a candidatura do governador Tarcísio de Freitas à reeleição em São Paulo, com Felício Ramuth (MDB) como vice e André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) ao Senado. A chapa é apoiada por uma coligação de doze partidos e o ato contou com a presença do candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, e do prefeito da capital, Ricardo Nunes. O governador lidera as pesquisas contra o ex-ministro Fernando Haddad (PT), confirmado candidato pela coligação de sete partidos de esquerda na semana anterior.
A oficialização da candidatura à reeleição em São Paulo consolidou um bloco de doze partidos em torno de um projeto de continuidade associado à agenda de privatizações e ao alinhamento com o bolsonarismo.
A convenção do Republicanos consolidou a maior aliança partidária da disputa estadual, com doze legendas apoiando a reeleição de um governador que chega ao pleito com 55% de aprovação e 41% das intenções de voto, contra 26% do adversário petista.
8 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Todos os lados registram os mesmos fatos centrais: a candidatura à reeleição foi oficializada em 1º de agosto, com Felício Ramuth como vice e André do Prado e Guilherme Derrite ao Senado, apoiada por doze partidos. Há convergência também sobre o favoritismo nas pesquisas, com 41% contra 26% do adversário do PT, e sobre a aprovação de 55% da gestão estadual.
O Republicanos oficializou no sábado, 1º de agosto, no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista, a candidatura do governador Tarcísio de Freitas à reeleição em São Paulo. A chapa mantém Felício Ramuth, do MDB, como candidato a vice-governador, e leva ao Senado o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado, do PL, e o deputado federal Guilherme Derrite, do PP, ex-secretário de Segurança Pública da gestão estadual. A candidatura é sustentada por uma coligação de doze partidos, entre eles MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo, um dos maiores blocos partidários montados para uma disputa estadual neste ciclo.
O ato reuniu o candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, o prefeito da capital, Ricardo Nunes, e o presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira. Em seu discurso, o governador agradeceu à esposa, relembrou o tratamento contra o câncer e homenageou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que o nomeou ministro da Infraestrutura em 2019. “Nós amamos seu pai, nós amamos Jair Messias Bolsonaro”, disse, dirigindo-se ao senador. Apesar do apoio pessoal declarado do governador ao presidenciável, o Republicanos mantém a tendência de neutralidade na eleição nacional, posição que deve ser referendada em convenção nacional em Brasília.
A cobertura de centro concentrou-se na mecânica do ato e no que ele revela sobre a correlação de forças: o tamanho da coligação, a ausência de dirigentes partidários de peso, entre eles os presidentes nacionais do PL, do PSD, do PP e do União Brasil, a decisão do governador de não comparecer, na semana anterior, à convenção de um partido aliado para evitar vinculação a outro presidenciável, e o calendário legal que se impõe agora, com prazo de convenções até 5 de agosto, registro de candidaturas até 15 de agosto e início oficial da campanha no dia seguinte. Essa cobertura também trouxe avaliações de cientistas políticos identificados, que leem a estratégia como a construção da imagem de gestor técnico, com horizonte na disputa presidencial de 2030.
Os números são o ponto de convergência entre todos os lados. Pesquisa divulgada em 29 de julho aponta 41% das intenções de voto para o governador e 26% para o ex-ministro Fernando Haddad, do PT, confirmado candidato uma semana antes em convenção realizada em Campinas com sete legendas de esquerda e presença do presidente da República. Em cenário de segundo turno, o levantamento indica 48% contra 32%. A aprovação da gestão estadual está em 55%, índice inferior aos 60% registrados um ano antes. São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores, o equivalente a 21,48% do eleitorado brasileiro.
As divergências aparecem no que cada lado escolhe iluminar. Veículos de direita destacaram o favoritismo e o balanço de gestão apresentado no palanque, com ênfase em habitação, expansão do metrô, obras de infraestrutura, saneamento e indicadores criminais, além da defesa da privatização da companhia estadual de água e do marco do saneamento como solução para falhas históricas de abastecimento. Essa mesma cobertura, no entanto, registrou pontos de desgaste: uma pesquisa de julho mostra a maioria dos paulistas contrária à privatização da companhia de saneamento, consumidores relatam aumento nas contas, uma explosão provocada por vazamento de gás em manutenção da empresa deixou dois mortos e mais de cem residências destruídas em maio, 53% dos paulistanos se dizem contra a concessão das linhas de trem e um curto-circuito causou incêndio em trem de linha concedida três dias antes.
Veículos de esquerda relataram o evento em chave institucional, detalhando a composição da chapa, a coligação e o perfil do candidato, sem incorporar as críticas dirigidas ao governo federal durante os discursos. Do palanque partiram as acusações mais duras: o presidenciável aliado afirmou que o estado é perseguido e boicotado pela União e prometeu facilitar financiamentos ao governo paulista e à prefeitura caso seja eleito, enquanto o governador disse que os avanços do estado ocorreram sem patrocínio federal e criticou o aumento de impostos.
Evento na Assembleia Legislativa de São Paulo oficializou candidatos a deputado estadual e federal e marcou o lançamento da candidatura de Augusto Cury à Presidência da República.

Republicanos faz coligação no estado com MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo.
Convenção do Republicanos reuniu o presidenciável Flávio Bolsonaro, Ricardo Nunes e lideranças de 12 partidos. Governador declarou amar Jair Bolsonaro e confirmou apoio ao projeto nacional do PL.

Governador paulista entra na disputa contra Haddad com apoio de outros 12 partidos

Governador participa de convenção estadual do Republicanos, neste sábado, no Ginásio do Ibirapuera

Tarcísio Gomes de Freitas confirma sua candidatura à reeleição em São Paulo com apoio de 12 partidos. Saiba mais sobre a chapa e o cenário político atual.

O candidato do PL à Presidência da República falou durante a convenção estadual do Republicanos, que confirmou Tarcísio de Freitas na disputa à reeleição

Evento acontece neste sábado com presença do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro
